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[ESTUPRO, VIOLÊNCIA, MISOGINIA, ABORTO, DITADURA]

2014.12.16 01:10 bosquefeliz [ESTUPRO, VIOLÊNCIA, MISOGINIA, ABORTO, DITADURA]

Texto que roubartilhie de uma amiga minha:
Bem, como todo mundo deve saber, já saiu o relatório da Comissão da Verdade. Eu dei uma lida nele todo e tô focando mais naquela parte que fala sobre as violações contra mulheres. Se alguém quiser ler, está aqui: [http://www.cnv.gov.b…/rel…/Relatorio_Final_CNV_Parte_3.pdf]
Antes de começar a falar o que pretendo, vou colar alguns trechos dos relatos das mulheres.
"1) Eu fui muito ofendida, como mulher, porque ser mulher e militante é um karma, a gente além de ser torturada física e psicologicamente, a mulher é vadia, a palavra mesmo era “puta”, “menina decente, olha para a sua cara, com essa idade, olha o que tu está fazendo aqui, que educação os teus pais te deram, tu é uma vadia, tu não presta”, enfim, eu não me lembro bem se no terceiro, no quarto dia, eu entrei em processo de aborto, eu estava grávida de dois meses, então, eu sangrava muito, eu não tinha como me proteger, eu usava papel higiênico, e já tinha mal cheiro, eu estava suja, e eu acho que, eu acho não eu tenho quase certeza que eu não fui estuprada, porque era constantemente ameaçada, porque eles tinham nojo de mim. E eu lembro que no dia em que nós fomos presos, exatamente no dia 4, nós tínhamos estado em Cascavel, e quando a gente saiu da ginecologista, tinha um veículo militar, mas a gente em momento nenhum pensou que eles estivessem vigiando a gente, eles já estavam no encalço da gente, eles seguiram, esse dia eles nos seguiram o dia todo. E o meu marido dizia, “por favor não façam nada com ela, pode me torturar, mas ela está grávida”, e eles riam, debochavam, “isso é história, ela é suja, mas não tem nada a ver”, enfim. Em nenhum momento isso foi algum tipo de preocupação, em relação [...]. Eu certamente abortei por conta dos choques que eu tive nos primeiros dias, nos órgãos genitais, nos seios, ponta dos dedos, atrás das orelhas, aquilo provocou, obviamente, um desequilíbrio, eu lembro que eu tinha muita, muita, muita dor no pescoço, quando a gente sofreu choque, a gente joga a cabeça pra trás, aí tinha um momento que eu não sabia mais onde doía, o que doía em todo lado, mas enfim. Certamente foi isso. E eles ficavam muito irritados de me ver suja e sangrando e cheirando mal, enfim. Eu acho que ficavam até com mais raiva, e me machucavam mais ainda.
2) Eles diziam: “Onde já se viu! Acabou de parir e tem esse corpo! É porque é uma vaca terrorista”. [...] Aí começaram a me chamar de Miss Brasil, porque tinha uma vaca de verdade, leiteira, que ganhou um prêmio [...] Uma vaca chamada Miss Brasil, a vaca ganhou um prêmio. Um daqueles caras, o Tralli, trouxe um jornal que mostrava a vaca e rasgava o jornal e passava em mim. Outra coisa é que eles me tiravam a roupa [...] tinha uma escrivaninha e eles me debruçavam nua com o bumbum para cima e eles ficavam enfiando a mão. Penetração, não tive [...]. Ele me beliscou inteira, esse Tralli. Ele era tarado.
3) Começaram a me bater. Eles me colocaram no pau de arara. Eles me amarraram. Eles me deram batidas. Deram choque. Eles começaram dando choque no peito. No mamilo. [...] Eu desmaiei. [...] Eu comecei a sangrar. Da boca. Sangrava de tudo quanto era... da vagina, sangrava. Nariz, boca... E eu estava muito, muito mal. [...] Veio um dos guardas e me levou para o fundo das celas e me violou. [...] Ele falou que eu era rica, mas eu tinha a buceta igual a de qualquer outra mulher. Ele era horrível [choro].
4) Foi nesse quadro, na volta, que o próprio Nagib fez o que ele chamava de “tortura sexual científica”. Eu ficava nua, com o capuz na cabeça, uma corda enrolada no pescoço, passando pelas costas até as mãos, que estavam amarradas atrás da cintura. Enquanto o torturador ficava mexendo nos meus seios, na minha vagina, penetrando com o dedo na vagina, eu ficava impossibilitada de me defender, pois, se eu movimentasse os meus braços para me proteger, eu me enforcava e, instintivamente, eu voltava atrás.
5) Na questão da mulher, a coisa ficava pior porque... quer dizer pior, era pior para todo mundo, não tinha melhor para ninguém, né? Mas [...] existia uma intenção da humilhação enquanto mulher. Então, o choque na vagina, no ânus, nos mamilos, alicate no mamilo, então... eram as coisas que eles faziam. Muitas vezes, eu fui torturada junto com Celso Brambilla porque a gente sustentou a questão de ser noivo. Eles usaram, obviamente, essa situação, esse vínculo, suposto vínculo, além da militância, que seria um vínculo afetivo também, para tortura. Muitas vezes, eu fui amarrada com o rosto na genitália do Celso, e dado choque, enfim... fios amarrados em nós, para que levássemos choque no pau de arara [...] Uma das coisas mais humilhantes, além dessas de choques na vagina, no ânus, no seio, foi que eu fui colocada em cima de uma mesa e fui obrigada a dançar para alguns policiais, nua. Enquanto isso, eles me davam choque. [...] Celso estava sendo torturado ao lado, também com choque elétrico, me vendo nessa situação."
Estes são 5 relatos dos vários que há nos relatórios. São cinco relatos de mulheres que foram violadas de todas as formas possíveis - física, sexual e psicologicamente. Como uma das moças relatou, não era bom para ninguém, mas para as mulheres era duplamente pior, já que havia a vontade de humilhar as que ousaram se envolver em questões políticas, na militância, nos movimentos femininos e socialistas... e aí, meus/minhas amigos e amigas, o cerne da questão: quem defende a ditadura, automaticamente defende abortos forçados, estupros e violações do corpo dessas mulheres. Quem defende isso - principalmente homens -, defende que mulheres sejam estupradas em determinadas circunstâncias.
E é neste ponto em que encontramos Bolsonaro: um homem branco e ex-militar que defende a volta da ditadura. Um homem branco que humilha uma deputada perante todos os outros homens. Um homem branco, um homem rico, um homem, enfim, privilegiado em todos os aspectos sociais. E o problema em si não são os seus privilégios, mas sim, o discurso que eles acarretam. Pedir a volta da ditadura, clamar para um novo golpe militar, rir de mães que procuram os corpos de seus filhos desaparecidos, desejar estupro a determinados tipos de mulheres: isso é Bolsonaro. E não se justifica pela tal "DEMOCRACIA ". Não há nada de democrático em compactuar com violência sexual e de gênero. Não há nenhum discurso político-ideológico que torne aceitável a violência misógina deste senhor. Qualquer homem que defenda estupro, automaticamente, faz de si mesmo um estuprador. Sim, Jair Bolsonaro, você é um estuprador. E todos que o defendem também são.
Edit: Pensamentos?
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