Como encontrar o dia da semana para qualquer data

Já tentei colocar um label que atualize o dia da semana (domingo, segunda, etc) . Já tentei com o if várias vezes mas não deu. to usando uma variável com o weekday mas sempre retorna um erro do nome da variável que fica entre parentese em seu conteúdo.Obridado pela atençao 'De fato, existe uma regra para determinarmos o dia da semana de qualquer data entre 01 (1º) de Janeiro de 1900 até 2399. Basta seguir os seguintes passos: Passo 2: Calcule quantos 29 de Fevereiro existiram depois de 1900. Para isso, basta dividir por 4 o valor de A, sem considerar o resto da divisão. Como podemos observar anteriormente na imagem a data foi separada corretamente, então temos o dia 15 do mês 4 do ano de 2019. Para finalizar essa parte de separação de data temos a fórmula DIA.DA.SEMANA. A calculadora dos dias da semana impede que esteja contando no calendário, e torna sua vida muito mais simples. Experimente! Como calculo os dias da semana. Muito simples. Basta digitar as datas que você quer ver (sua data de nascimento, uma data no futuro, por exemplo) e clique no botão Calcular. Imediatamente saberá o dia da semana ... O resultado dará o dia do primeiro domingo do mês. Devemos subtrair este resultado de 8 para obtermos o dia da semana do 1º de Janeiro. Por exemplo: Para 2013, a distância entre a data da páscoa (31/3) e o 1º de Janeiro é de 90 dias. O módulo de 90 por 7 é 6 (portanto, 6/1 foi um domingo). Como fazer? Na letra 'A', digite o dia ( XX ), o mês ( XX ) e o ano em que nasceu ( XXXX ), depois clique em ( Ver Dia ). Exemplo: se digitarmos 01 - 01 - 2000 , teremos como dia de nascimento o Sábado . Este cálculo visa fornecer uma forma simples de se saber em que dia da semana cairá uma data. Basta informar a data que o calculador lhe informará o dia da semana.

U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
submitted by UninformedImmigrant to portugal [link] [comments]


2020.08.26 15:02 HanSolo100 A teia do Benfica

A TEIA DO BENFICA
Sobre a rede de interesses e de influências que gravita em torno do nosso Clube e estrangula o desenvolvimento do Sport Lisboa e Benfica
“O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.” — Arnold Toynbee
A citação acima relembra que todos, enquanto Benfiquistas, temos as nossas responsabilidades e não devemos deixá-las para outros sob qualquer pretexto. Esta lembrança torna-se ainda mais importante quando em causa está o nosso maior amor, O Benfica!
As relações de Poder estão por toda a parte, inclusivamente na esfera da nossa vida privada. Neste caso em particular, a esfera do Sport Lisboa e Benfica. Esfera essa que tem vindo a ser corrompida, sobretudo de 94 em diante, até aos dias de hoje em que enfrentamos consequências de vária ordem que colocam em causa todo o potencial deste gigante clube.
PREÂMBULO
No sentido de verificar e validar o que doravante apresentaremos, contactámos um historiador, Benfiquista insuspeito, salvo-conduto da nossa história e dos nossos valores que, confrontado com os dados inicialmente lançados para cima da mesa, nos disse, ipsis verbis, o seguinte:
ü - “tudo começou com a primeira máfia do futebol português, pois eles funcionam como a máfia, adiantavam dinheiro para manter os clubes presos, e essas pessoas, de que falamos, foram agentes ao serviço dessa máfia do norte, dos direitos televisivos (…) foi aí que tudo começou”, disse, referindo-se à Controlinveste, grupo empresarial dos irmãos Oliveira (António e Joaquim), proprietários da Olivedesportos.
Quer isto dizer que, nas últimas décadas de vida do nosso Clube, o revisionismo histórico tem sido um instrumento useiro e vezeiro e que a narrativa que nos tem sido vendida, afinal, é um logro que nos impede de ter uma percepção da realidade que nos permita defender o Clube e traçar-lhe o destino que é seu e que Lhe tem sido negado.
Esta investigação teve como mote o almoço anual onde participam algumas figuras que iremos abordar mais adiante. Coube, este ano, a Francisco Cortez organizar o que decorreu no passado dia 18 de julho de 2020, em Coruche. Sabidos os nomes que nele estiveram presentes, tocaram os alarmes e, ao juntar as pontas de um intricado novelo, ficou patente um elitista almoço, contrário à génese do que é o Benfica, e cujos participantes têm para si a assunção de direitos-naturais sobre o Benfica e, claro está, o seu controlo.
Antes deste evento ter lugar, assistimos à criação de uma elevada expectativa, para um messias que estaria para chegar. Propositada e estrategicamente posta em prática, a preparação para a entrada em cena de João N. Lopes foi durante semanas acompanhada de soundbytes como “fortíssima base de apoio, num projeto imponente”, nos termos de Adão e Silva, e teve como palco, como seria de esperar e com bastante tempo de antena, a Sporttv+.
Foi desta forma que, naquele espaço televisivo, foi continuada e reiteradamente anunciada, permeio de forte suspense, com pompa e circunstância a chegada de um presumível predestinado a assumir os destinos e a presidência do Benfica. A Sporttv +, de Joaquim Oliveira, não olhou a meios e disponibilizou, semanalmente, amplo tempo de antena.
Tudo isto, estrategicamente preparado para parecer extraído de um conto de fadas. Toda esta mediatização não mais foi do que uma forma de mascarar um cheiro a bafio que conspurca o Benfica há cerca de 30 anos. Uma história falsa que nos querem impingir, uma versão repetidamente contada, empolada e amplamente romanceada para mascarar a podridão com que nos presenteiam há décadas.
A reboque do almoço elitista, lembremo-nos que o Benfica é, e sempre foi, um Clube de origens populares, que sempre rejeitou as elites e cuja transparência das suas práticas democráticas sempre prevaleceu mesmo em contexto de regime autoritário, de Salazar.
A ORIGEM
Importa, pois, contextualizar todo o processo que adiante exporemos.
Manuel Damásio, o 1.º ensaísta de um Benfica das elites, deixou o Sport Lisboa e Benfica de rastos por meio de uma gestão profunda e reconhecidamente danosa que deixou o Benfica profundamente vulnerável a um homem que se soube aproveitar dessa vulnerabilidade estrutural do Benfica para nele entrar.
João Vale e Azevedo foi o que foi, um engenhoso autocrata. Ainda assim, se mérito há que deve ser reconhecido a João Vale e Azevedo (JVA), foi a coragem deste para ter rompido com a máfia do norte que mantinha o Benfica refém devido aos direitos televisivos, via Olivedesportos. Recorde-se, nesta altura estava-se em pleno processo de revolução e expansão do mercado de transmissão audiovisual de jogos de futebol.
A reação da Olivedesportos ao rasgar do contrato, assinado por Damásio em março de 1996, levado a efeito por JVA, não se fez esperar. Porventura, já precavendo aquilo que anos mais tarde se veio a confirmar, quando o acórdão do Tribunal da Relação veio conferir razão às pretensões do Benfica ao declarar a nulidade do contrato com a Olivedesportos, esta, rapidamente gizou e colocou em prática um meticuloso plano para recuperar e conservar o monopólio dos direitos de transmissão televisiva do 1.º escalão do futebol profissional.
A Olivedesportos foi, nunca é demais recordar, comprovadamente, desde logo, no âmbito das escutas do processo "Apito Dourado”, a cabeça e principal braço de uma organização criminosa que dominou o futebol português durante décadas com recurso a esquemas de corrupção altamente elaborados e enraizados nas estruturas de poder do futebol português.
É então que a família Oliveira, com recurso ao auxílio de meia dúzia dos mais argutos agentes ao seu serviço, resolve lançar uma ofensiva muito bem planeada para recuperar a influência sobre o Benfica, Clube sem o qual perderia o monopólio dos direitos televisivos, bem como o exercício de domínio total do futebol nacional e das respectivas estruturas de decisão.
Os mais destacados agentes escolhidos pela família Oliveira para materializar o insidioso plano, meticulosamente desenhado, foram, por diversas e estruturais razões, três pessoas da máxima confiança de Joaquim Oliveira. Tendo sido eles, Luís Filipe Vieira, Luís Seara Cardoso e Tinoco de Faria.
O objectivo primordial passava, pois, por estes recuperarem os direitos de transmissão televisiva das partidas de futebol do Benfica para a Olivedesportos, com quem JVA havia rompido.
Recorde-se que Luís Filipe Vieira e Luís Seara Cardoso tinham histórico de grande proximidade ao poder corrupto do norte. Ainda recordar Tinoco de Faria, representante da RTP/Olivedesportos na disputa com o Benfica sobre direitos televisivos, cuja ética se comprovaria deficitária, mais tarde, no caso do conflito de interesses entre Benfica e TBZ, das quais era simultaneamente representante. Eram os homens indicados para interpretar e materializarem os interesses dos irmãos Oliveira no Benfica.
Acontece que cedo perceberam, juntamente com Vítor Santos e outros nomes que compunham o outro lobby interessado no Poder do Benfica, o lobby do betão, que Luís Filipe Vieira, por variadíssimas razões, não teria capacidade para destronar JVA em eleições, pelo que, em consonância com o lobby do betão, havia que encontrar uma solução de bypass. Isto é, encontrar alguém com mínimos de perfil que anuísse em vencer as eleições, frente a JVA, no ano 2000, para em seguida transmitir o poder ao seu principal homem de confiança, Luís Filipe Vieira.
A solução encontrada para dar início à operacionalização do plano passou, pois, por Manuel Vilarinho. Ele que já havia estado no Benfica como diretor financeiro da desastrosa direção presidida por Manuel Damásio e que se predispunha, de resto, como o próprio já assumiu publicamente, a assumir as expensas de derrotar JVA, para, uma vez conquistado o poder no Benfica, em seguida transmiti-lo a Luís Filipe Vieira.
E assim foi. Em, simultaneamente, boa hora por um lado, e má hora por outro lado, Manuel Vilarinho derrota JVA com recurso a um discurso profundamente populista, à geração de imensas e falsas expectativas junto dos associados, com recurso à promessa fácil de trazer Mário Jardel que ficou, no entanto, por cumprir integralmente.
Foi, ainda assim, e para o que para eles verdadeiramente importava, eficaz, e escancarou as portas a quem sempre obedeceu, tendo levado para dentro do Benfica, precisamente, quem estava previsto levar com ele. Recorde-se, Luís Seara Cardoso e Tinoco de Faria.
LFV, esse, entrou meses mais tarde, tendo aproveitado esse hiato para resolver algumas pendências e lançar as bases para outras dependências estruturais, após a sua entrada, como se verificou, nomeadamente, com o corredor de transferências entre o Alverca e o Benfica, e vice-versa. A fazer lembrar o protocolo de parceria que havia assinado com Damásio quando ainda era dirigente do Alverca, mas a um nível completamente diferente e lesivo para o Benfica.
Mas sobre LFV já muito foi dito e escrito, cabendo agora ao julgo popular e das autoridades avaliar tudo aquilo que foi feito. Ao dia de hoje, só se deixam enganar os atingidos por uma profunda cegueira, que confunde Vieirismo com Benfiquismo, pelo que, passemos, portanto, a elencar e desmistificar aquilo que aqui nos traz.
Em outubro de 2000, Manuel Vilarinho vence as eleições e herda um Benfica que tinha rasgado o contrato com a Olivedesportos e outro, financeiramente muito mais vantajoso, deixado acordado com a SIC, por JVA.
É então que Manuel Vilarinho, Luís Seara Cardoso, este umbilicalmente ligado ao poder corrupto, e Tinoco de Faria, resolvem, por assim dizer, devolver os direitos de transmissão televisiva dos jogos do Benfica à Olivedesportos, não obstante o acórdão do Tribunal da Relação, entretanto, ter vindo dar provimento às pretensões do Benfica na quebra unilateral de contrato com a Olivedesportos, levada a efeito por JVA.
O Benfica, recorde-se, vivia uma penúria financeira sem precedentes, JVA havia negociado um contrato financeiramente muito mais vantajoso com a SIC e, estes senhores, agentes ao serviço do poder-corrupto, resolvem devolver os direitos à Olivedesportos servindo-lhos numa autêntica salva de prata.
As questões que ficam por colocar, entre muitas outras, são:
  1. Uma vez que o Tribunal decidiu em favor das pretensões do Benfica, dando-nos razão no diferendo que nos opunha aos interesses dos Oliveira, por que razão a Direcção do Benfica não aproveitou o momento e o enquadramento legal favorável para negociar um novo contrato?
  2. Que razões presidiram à decisão de não promover novas negociações ou um concurso entre os demais agentes presentes no mercado televisivo e, considerando a dificílima conjuntura financeira do Benfica, à data, porque não consideraram entregar os direitos de transmissão televisiva à proposta financeiramente mais alta?
  3. Estando a Olivedesportos já amplamente identificada no seio do universo benfiquista como o “ grande inimigo”, que nos queria destruir, por que razão se privou o Benfica de outras valências financeiras para enfrentar o futuro, que tão doloroso foi, para se ir entregar assim, sem mais, os direitos de transmissão às mãos do inimigo, à Olivedesportos, sem apelo nem agravo?
  4. Quem foram as partes interessadas neste desfecho?
  5. Quem lucrou com tão danosa e dolosa decisão de gestão?
O Benfica, caras e caros benfiquistas, com terminante certeza, não foi!!
O Benfica foi perturbadora e vilmente prejudicado!!
Resultado?
O Benfica passou pelas maiores amarguras e dificuldades financeiras da sua história a expensas desta decisão, de entregar numa bandeja os direitos televisivos aos irmãos Oliveira. Assim, sem mais, depois do Tribunal ter decidido no sentido que permitia ao Benfica libertar-se do garrote financeiro com que se debatia aviltantemente. Resultado disto, o FC Porto, coincidentemente, conheceu a sua década de maiores conquistas desportivas, nomeadamente, no plano internacional, enquanto se passeava por entre óbvias e concedidas facilidades nas provas domésticas.
OS INTÉRPRETES
Mas… há mais. Muito mais.
Prova disso mesmo são os incontáveis registos fotográficos só possíveis de obter por via da enormíssima vaidade pessoal e tendência para a ostentação nas redes sociais de Luís Seara Cardoso.
Mas, é só isso? - Perguntar-se-ão.
Não, muito longe de ser apenas isso. Não obstante a comprovada intimidade com o poder corrupto em registo fotográfico, assim bem como artigos produzidos que consubstanciam tudo isto. Existem registos oficiais.
Por registos oficiais, entenda-se, registos, por ex., em Diário da República.
E o que nos provam esses registos? Comprovam que coincidentemente com, pelo menos, todo o 1.º mandato de Seara Cardoso como Vice-presidente do Benfica, este mesmo Luís Seara Cardoso partilhou responsabilidades societárias com Adelino Caldeira e Angelino Ferreira, já à data homens do topo da hierarquia do FC Porto, numa sociedade denominada “Clube Imobiliário o Beco, SA”.
https://benficalivre.blogspot.com/2020/08/A-Teia-do-Benfica-1.html
submitted by HanSolo100 to benfica [link] [comments]


2020.08.24 03:06 zephrot Diário de uma queda

Meu primeiro conto senão me engano, 8 anos atrás, resolvi revisar e mudar ele, masss antes disso quis postar a versão antiga antes da nova surgir, acho que é o certo a se fazer, espero que você ache minimamente interessante. :)

"Você é puro? Livre de pecados? Pronto para estar perto do nosso e único Deus? Se sim, zephyr É seu lugar"

Essa frase foi lançada desde o dia 1 de zephyr, uma bela mentira lançada para encobrir uma cidade podre por dentro, o que supostamente seria um templo no céu se tornou o túmulo de muitos, fora da casa em que me encontro ouço os sons de tiros e gritos, resultados da revolta contra o profeta, o cheiro de sangue invade pela janela, a cada poucos segundos ouço gotas de sangue e gemidos vindo de Arthas, o desgraçado demora pra morrer.
Não que isso seja ruim, demorei 10 anos para encontrar e matar o filho da puta, e ainda não me sinto satisfeito, não depois do que fizeram com minha família.
Dizem que acordar com uma visão do céu e sinal de boa sorte… creio que se isso fosse verdade eu teria sorte por toda minha vida.
Crescer nas nuvens teve suas alegrias, momentos perfeitos naquela cidade utópica criada pelos ideais de um fanático, uma cidade livre de pecadores, livre de raças inferiores, ali nos estávamos perto de Deus e ele perto de nos. Zephyr era seu nome, a joia do céu, a cidade livre de pecados, sua historia de origem? Bom, a real historia eu fui descobrir depois de muito tempo, mas a versão que nos era contada por nossos pais era a seguinte:
"Décadas atrás, quando o mundo estava perdido em guerra, uma criança nasceu em meio ao caos, uma criança que viria a ser nosso profeta, aquele que fundou nossa joia, nossa Zephyr. Sua infância perdida em meio a violência, se fez homem cedo e buscou em Deus refugio, e nosso amado Deus não deixaria tal criança sofrer em vão, a essa mesma criança foram dadas visões, visões na quais se via Zephyr. já como jovem iniciou a busca pela terra prometida ate se dar conta de que ele seria aquele que iria construi-la. E assim ele achou a entidade, o espírito do oeste, aquele que nos mantém no ar"
Se você achou vago, não se assuste, ele fez de tudo para deixar a narrativa aceitável, talvez tenha falhado em deixar convincente porem mesmo assim todos aqueles em Zephyr eram fiéis ao seu profeta... Pelo menos ele assim pensava. A historia não esta totalmente errada, na época como criança eu mesmo acreditava e orava pelo profeta, mas me perdoem, eu era tolo, e como tolo eu errei.
Com amor: Donnie
O cotidiano da minha infância seguia uma rotina bem simples, durante a semana aulas do começo da manha ate o fim da tarde, sábado passeios ocasionais com colegas de classe, aos domingos sempre tínhamos a santa missa, a qual todos os moradores de Zephyr eram obrigados a ir, isso resume minha vida desde os 8 aos 15 anos, mas uma hora ou outra a realidade bate em nossa porta.
Dia 30 de julho sempre foi uma data especial em minha casa já que marcava tanto o casamento de meus pais quanto o aniversario de minha irmã, Angie, ela era a nossa luz de cada dia, não importava o que acontecesse ela sempre sorria, sempre nos alegrava. Meu nome é Donnie, junto com Angie e meus pais Magnus e Cristine nos éramos a família Carter, uma família até que bem respeitada em nossa cidade, meu pai sendo um conhecido arquiteto e minha mãe uma dona de casa muito conhecida por seus doces, éramos em geral uma família feliz que ate esse ponto não tinha sido tocada por aquilo que Zephyr escondia.
Nossa cidade tinha uma ligação com o mundo terrestre graças aos dirigíveis, e logo abaixo de Zephyr havia uma pequena ilha onde ficava um terminal de abastecimento para nossos meios de locomoção além de uma pequena praia onde famílias podiam ir visitar e passar uma tarde agradável na areia ou no mar, contudo esse era o limite que o Profeta nos deu, qualquer contado maior com o povo da superfície podia nos influenciar no caminho do pecado, entretanto não era incomum nossa pequena ilha no meio do mar ser visitada por pessoas de grandes países, que são em sua maioria cheios de cidades, as que mais ouvíamos falar quando crianças eram Nova Iorque, Londres, Paris, e de um pequeno pais chamado Cuba, também não era incomum pessoas de cor aparecem por lá, mas logo eram detidas, pois de acordo com o Profeta, Deus marcou os pecadores com cores e características diferentes das nossas para que assim não nos envolvêssemos com o tipo errado de amizade.
Agora que expliquei o que e como funcionava a ilha, voltemos ao ponto em que parei, naquele dia para comemorar seu aniversario Angie quis descer ate a praia, ela amava a agua, desde pequena não gostava quando nossa mãe a tirava da banheira, ela era uma criança tão pura, fazendo seus 12 anos naquele mesmo dia. Como era seu aniversario meus pais não tinham como dizer não, escolhemos o primeiro dirigível das 9 da manha e descemos ate a praia, um detalhe muito importante era a maneira como minha relação com Angie funcionava, não era a típica relação de irmãos onde sempre há brigas, nos sempre apoiamos um ao outro, não importasse o que fosse, era tudo tão lindo ao lado de minha irmã, nosso percurso no ar levou cerca de 10 minutos, a excitação dela era palpável no momento em que ela viu o mar, meus pais como sempre abraçados e sorrindo ao ver o sorriso em seu rosto, pode parecer que meus pais não me davam bola, mas aquele dia era deles e dela, e eu me contentava por vê-los felizes, isso era mais que suficiente para mim, ao desembarcar no hangar de pouso a primeira coisa em nosso campo de visão foram as lojas da ilhas, um verdadeiro parque de diversão para Angie, só não era o mesmo para o bolso do meu pai.
Nossa primeira parada foi o carrinho de sorvete, uma tradição de nossa família toda vez que íamos ate lá. Angie avistou um vestido florido cheio de cores numa loja próxima, creio que ao ver isso a carteira de meu pai já começou a se preparar, devo mencionar que nos não éramos pobres, mas também não ricos como os Lannis ou os Bariens, mas vivíamos bem só que meu pai era mão de vaca mesmo. Creio que não seja necessária uma descrição detalhada de nosso dia na praia, comemos um belo café da manha, meus pai ficaram na areia abraçados enquanto eu e minha irmã estávamos no mar, pouco depois almoçamos ali mesmo na areia, a única parte realmente relevante dessa tarde foi que o capitão da guarda de Zephyr estava por perto e veio nos cumprimentar, seu nome? Arthas Lannis, um membro de uma das famílias mais ricas de zephyr, aquele filha da puta, pode ter demorado mas ele teve o que mereceu. Quando começou a escurecer meus pais decidiram que já era hora de irmos, e assim pegamos o próximo dirigível de volta para nossa cidade nos céus.
Lembram do amor de minha irmã por rosas? Eu não podia deixar isso passar em branco, assim que chegamos em nossa casa, pedi ao meus pais se poderíamos dar uma volta enquanto eles descansavam (eu sabia que eles queriam um tempo a sós) então foi fácil convencer eles, assim que eles liberaram saímos de casa, queria leva-la aos jardim da ilha do cardeal, esse era o bairro onde os membros do culto do Profeta moravam, então tínhamos que entrar as escondidas, mas valia a pena, eu sabia qual seria a reação dela ao ver o mar de rosas vermelhas daquele jardim, atravessamos a ilha onde nosso bairro se encontrava e fomos pela ilha comercial chamada de Lazaro, caso esteja confuso entender nossa cidade era dividida em ilhas flutuantes interligadas por bondinhos ou pontes, existiam dezenas de ilhas com vários tamanhos e utilidades diferentes, mas a mais imponente de todas era a ilha do Iluminado, chamada assim já que seu único habitante era ninguém mais ninguém menos do que o Profeta, entretanto não era permitido perambular perto daquela ilha, e isso nem mesmo eu ousava desobedecer, ao chegar na ponto que ligava Lazaro com Cardeal, tomamos cuidado para que ninguém nos visse e assim adentramos a ilha, ao passar pelo portao rodeado de madressilvas, logo ali na nossa frente, estava o que prometi a Angie, o mar de rosas mais lindo que jamais fora visto, lhe avisei que podia pegar apenas uma rosa para levar de lembrança, ela escolheu uma linda rosa vermelha bem gorda e sem nenhuma mancha. Ali estava ela, em pleno êxtase de animação ao segurar rosa em suas mãos, contudo, a realidade sempre bate em nossa porta não e mesmo? E foi assim que ela bateu na nossa. Um grito não muito longe de onde estávamos no alertou de que algo estava errado, puxei minha irmã pela manga e fui o mais rápido e silencioso possível em direção, esse foi meu primeiro erro, e paguei caro por ele, sem perceber acabei nos levando em direção do grito, ao chegar na intersecção das ilhas, bem em frente da ponte havias uma figura escura mesmo sendo iluminada por um poste, atrás dele um pouco retorcida havia uma criança chorando baixo, três homens carregando armas surgiram na frente do homem escuro, que mais tarde soube que na verdade ele era um afro descendente, o mais chamativo dos três homens que surgiram ira o conhecido Arthas Lannis.
Arrastei Angie comigo para trás de um banco perto da ponte, pensei que fosse ser possível esperar ali ate o que quer que fosse acontecer ali acabasse, esse foi meu segundo erro, mesmo de não muito perto pude ouvir a conversa entre eles:
– Por favor, minha filha e inocente, deixa-a ir – o tom de suplica em sua voz pegou de surpresa.
– A deixar ir? Ela carrega sua cor, a cor de um pecador, pelo bem de Zephyr não posso permitir esse tipo de gente em nossa cidade – quem falou isso? O capitão Arthas em pessoa, cuja frieza soava cortante.
– Meu Deus, protegei seu servo.. – antes dele prosseguir Arthas o acertou com uma coronhada.
– Quem você pensa que e para pronunciar o nome de Deus em vão? Raça imunda – uma segunda coronhada, dessa vez a menina começou a chorar de verdade. – Vão para o inferno, lugar onde o resto da sua raça te encontrara em breve. Guardas..
– Porque? – tanto eu e os guardas não sabiam em que reparar, na pergunta, ou na pessoa que a fez – Porque fazer isso com eles? Ele só esta protegendo ela – lá estava Angie, segurando sua rosa com ambas as mãos na espera de uma resposta;
Arthas foi quem se recuperou antes e disse:
– Vá para casa pequena, você não tem nada a ver isso – não havia cortesia em sua voz, aquilo tinha sido uma ameaça velada, infelizmente Angie não recuou, pelo contrario, enfrentou novamente o capitão se pondo na frente do homem escuro. – bom você não me deixa escolha criança – não havia hesitação em sua voz, ele nem sequer sentiu qualquer remorso – Guardas – lá estava eu paralisado, tanto por medo quanto pela própria cena em si – Apontar – minha voz não saia, nada que eu falasse ou tentasse pelo menos fazia, eu fiquei lá, parado, sem a mínima reação, esse foi meu terceiro erro, nesse meio termo, minha irmã com suas mãozinhas delicadas encaixou sua linda rosa no cano da arma do capitão, e mesmo assim, mesmo diante dessa cena não houve um brilho sequer de piedade em seus olhos, naquela horas eles estavam mais escuros do que nunca – Fogo.
Eu gritei, ao som do comando de Arthas eu gritei, mas voz nenhuma saiu, tudo o que consegui ver, foram pétalas queimadas daquela linda rosa boiando em um pequeno mar de sangue.
submitted by zephrot to u/zephrot [link] [comments]


2020.08.15 17:00 Surt3p Quanto deve ceder a um relacionamento?

Em 2016 eu conheci uma menina em um aplicativo de relacionamentos, (vamos chamar de Ruivinha) eu com 16 anos e ela me dizia que tinha 16 anos também e eu realmente gostei dela, ruiva, gente boa, dava atenção e engraçada. E depois de meses de conversas era fato que estávamos gostando um do outro, tanto pelas palavras quanto o tempo que dávamos um ao outro, e realmente gostei muito dela, e até que chegou um momento que os dois estavam meio 🔥 e a conversa foi realmente mudando de direção. Depois de muitas conversas e fotos +18 (ironia pq os dois eram menores mas ok kkk) estava um clima bom, e realmente queria a conhecer pessoalmente e tudo mais mas ela sempre dizia que a família era muito fechada e não a permitia sair, mas ela me atentava e mesmo assim tentávamos sair ou de um jeito se encontrar. E eu ocupado com curso Tecnico e colégio fui me afastando aos poucos para focar nos estudos, mas mesmo assim querendo realmente conhecer ela porque gostava. Até que um dia meio que tudo ficou confuso, quando ela mandou umas fotos repetidas +18 e com legenda diferente e tipo nem fazia sentido ela ter mandado aquilo para mim naquela hora. E então descobri que ela realmente tava meio brincando comigo e mais uns 5, e então descobri no mesmo dia que ela tinha 13 anos e iria fazer 14 e eu fiquei realmente confuso e preocupado (e não ela não tinha feição tão jovem e corpo de menina nova, e todas as redes sociais estavam mais velha e até por ligação a voz e vídeo o jeito dava a entender que era mais velha mesmo) e fiz umas das coisas que mais me arrependi na vida porque fiquei com ciúmes e com raiva, criei um Google drive do 0 upei as fotos dela e mandei com um link para a avó e a mãe dela falando o seguinte: “Eu gosto muito dela, nossas idades são diferentes e nada impede de no futuro realmente termos uma coisa séria com mais maturidade, mas eu realmente quero que vocês deem atenção porque ela está se expondo muito na internet e isso pode vazar e conhecendo bem sei que isso pode acabar mal.” A mãe dela me xingou e falou que eu era um cuzao a vó dela me pediu perdão não sei porque, e ficou preocupada e a menina me xingou muiiiito mas muito e no final tudo se acalmou. Passou se uns anos e ela me chamou de novo em meados do final de 2017 e eu tinha terminado o ensino médio e um relacionamento que tive também e eu e a Ruivinha viramos amigos realmente, ela tem muitos problemas psicológicos e eu sempre ajudei como amigo e tudo mais e realmente curtia a amizade nossa, até mesmo que nossas idades era meio diferentes mas ela me respeitava muito e o que tinha acontecido ficou para trás e virou uma amizade tranquila. Mas no final do ano de 2019 mudou muita coisa, ela tava com 16 anos e eu com 19 e ela deu muita moral, e eu me interessei por ela, tínhamos todos mudado muito e eu imaginei que estávamos mais maduros, e um belo dia ela me chamou para comprar material junto com ela, e eu fui na casa dela, conheci os avós que me amam até hoje e mandam figurinha todos os dias kkkkk, a mãe dela também que surpreendentemente gostou muito de mim, e foi um primeiro encontro totalmente diferente mas eu gostei da pessoa que eu encontrei, ela realmente tinha mudado muita coisa, e foi indo assim por vários finais de semana consecutivos, e estávamos em um relacionamento sem nada oficializado, eu conheci toda a família ajudava em o que era preciso, e gostava de estar inserido na família mas umas coisas do relacionamento me deixavam meio intrigado, tipo pela internet ela era muiito 🔥 e juntos ela era outra pessoa, ou o fato dela não gostar muito de beijos e também ter preguiça para qualquer coisa que envolva sair, não demonstrar afeto, ser meio seca as vezes e não termos muitos momentos casal, mas foi isso por 4 meses até o início da quarentena e nós brigarmos por um motivo fútil, estava a 2 anos desempregado apenas fazendo uns bicos, e eu fui contratado em um emprego booom, e eu fiquei feliz com isso que estava lutando a tempos e eu chamei ela para vir em casa comemorar cmg, comer uma pizza com minha família e tudo mais, e depois ver um filme a sós, um momento nosso, e ela me disse a seguinte frase “você só pensa em me comer” “só quer sexo” e eu sem entender nada, ouvi muiita merda (detalhe nunca tínhamos transado antes e eu sou super delicado com esse assunto até por nunca ter acontecido) até aquela história das fotos foi revivida e eu me explodi, cansei disso e terminei com raiva pq ela não sabia o que tava acontecendo comigo depois desse tempo todo saindo da depressão e ter conseguido arrumar um emprego e na hora de comemorar ela me dizer isso. Me magoou muito isso e até hoje não me desce, mas no outro dia parei para pensar e queria conversar disse que não queria terminar realmente mas queria que ela entendesse meu lado, e ela surtou que um dia eu termino no outro quero voltar, não voltamos mas ficou um clima de romance voltando, era apenas se encontrar que rolava algo, mas depois foi meses sem poder ver ela, sem ligação, momentos instável no relacionamento eu querendo ver ela mas nunca era possível e a desculpa de quarentena para mim e churrasco em família todos os finais de semana, mas eu tava conseguindo fazer ela vir em casa no meu aniversário pq realmente estava com sdds dela e é uma data bem especial, (minha família fez o teste para umas coisas e para que eu pudesse ir buscar ela no meu aniversário “dia que estou escrevendo que foi por água a abaixo qualquer animo para esse dia”) e uma semana antes do meu aniversário eu tentando reconquistar ela todos os dias, sendo quem sou e tentando ser bom para ela (muitas vezes fodendo com meu psicológico) e eu descubro que sou um brinquedo que ela usava para destrair e que não era nada mais e que mesmo ela dizendo uma coisa ela tava sentindo outra, e que eu tudo que eu tava fazendo por uma história de 4 anos foi em vão. Brigamos feio e depois que eu desisti de tudo e falei o que realmente tava sentindo e fiz ela se achar um monstro só mostrando coisas que ela fazia e nem se tocava disso, tem indiretas até hoje, eu surpreendentemente estou bem, tenho muitas saudades dos momentos bons mas prefiro meu bem estar mental.
submitted by Surt3p to desabafos [link] [comments]


2020.08.15 07:00 Surt3p Sou babaca por te ferrar e depois te amar?

Olá Luba, possível convidado, editores e turma minha história é meio longa: Em 2016 eu conheci uma menina em um aplicativo de relacionamentos, (vamos chamar de Ruivinha) eu com 16 anos e ela me dizia que tinha 16 anos também e eu realmente gostei dela, ruiva, gente boa, dava atenção e engraçada. E depois de meses de conversas era fato que estávamos gostando um do outro, tanto pelas palavras quanto o tempo que dávamos um ao outro, e realmente gostei muito dela, e até que chegou um momento que os dois estavam meio 🔥 e a conversa foi realmente mudando de direção. Depois de muitas conversas e fotos +18 (ironia pq os dois eram menores mas ok kkk) estava um clima bom, e realmente queria a conhecer pessoalmente e tudo mais mas ela sempre dizia que a família era muito fechada e não a permitia sair, mas ela me atentava e mesmo assim tentávamos sair ou de um jeito se encontrar. E eu ocupado com curso Tecnico e colégio fui me afastando aos poucos para focar nos estudos, mas mesmo assim querendo realmente conhecer ela porque gostava. Até que um dia meio que tudo ficou confuso, quando ela mandou umas fotos repetidas +18 e com legenda diferente e tipo nem fazia sentido ela ter mandado aquilo para mim naquela hora. E então descobri que ela realmente tava meio brincando comigo e mais uns 5, e então descobri no mesmo dia que ela tinha 13 anos e iria fazer 14 e eu fiquei realmente confuso e preocupado (e não ela não tinha feição tão jovem e corpo de menina nova, e todas as redes sociais estavam mais velha e até por ligação a voz e vídeo o jeito dava a entender que era mais velha mesmo) e fiz umas das coisas que mais me arrependi na vida porque fiquei com ciúmes e com raiva, criei um Google drive do 0 upei as fotos dela e mandei com um link para a avó e a mãe dela falando o seguinte: “Eu gosto muito dela, nossas idades são diferentes e nada impede de no futuro realmente termos uma coisa séria com mais maturidade, mas eu realmente quero que vocês deem atenção porque ela está se expondo muito na internet e isso pode vazar e conhecendo bem sei que isso pode acabar mal.” A mãe dela me xingou e falou que eu era um cuzao a vó dela me pediu perdão não sei porque, e ficou preocupada e a menina me xingou muiiiito mas muito e no final tudo se acalmou. Passou se uns anos e ela me chamou de novo em meados do final de 2017 e eu tinha terminado o ensino médio e um relacionamento que tive também e eu e a Ruivinha viramos amigos realmente, ela tem muitos problemas psicológicos e eu sempre ajudei como amigo e tudo mais e realmente curtia a amizade nossa, até mesmo que nossas idades era meio diferentes mas ela me respeitava muito e o que tinha acontecido ficou para trás e virou uma amizade tranquila. Mas no final do ano de 2019 mudou muita coisa, ela tava com 16 anos e eu com 19 e ela deu muita moral, e eu me interessei por ela, tínhamos todos mudado muito e eu imaginei que estávamos mais maduros, e um belo dia ela me chamou para comprar material junto com ela, e eu fui na casa dela, conheci os avós que me amam até hoje e mandam figurinha todos os dias kkkkk, a mãe dela também que surpreendentemente gostou muito de mim, e foi um primeiro encontro totalmente diferente mas eu gostei da pessoa que eu encontrei, ela realmente tinha mudado muita coisa, e foi indo assim por vários finais de semana consecutivos, e estávamos em um relacionamento sem nada oficializado, eu conheci toda a família ajudava em o que era preciso, e gostava de estar inserido na família mas umas coisas do relacionamento me deixavam meio intrigado, tipo pela internet ela era muiito 🔥 e juntos ela era outra pessoa, ou o fato dela não gostar muito de beijos e também ter preguiça para qualquer coisa que envolva sair, não demonstrar afeto, ser meio seca as vezes e não termos muitos momentos casal, mas foi isso por 4 meses até o início da quarentena e nós brigarmos por um motivo fútil, estava a 2 anos desempregado apenas fazendo uns bicos, e eu fui contratado em um emprego booom, e eu fiquei feliz com isso que estava lutando a tempos e eu chamei ela para vir em casa comemorar cmg, comer uma pizza com minha família e tudo mais, e depois ver um filme a sós, um momento nosso, e ela me disse a seguinte frase “você só pensa em me comer” “só quer sexo” e eu sem entender nada, ouvi muiita merda (detalhe nunca tínhamos transado antes e eu sou super delicado com esse assunto até por nunca ter acontecido) até aquela história das fotos foi revivida e eu me explodi, cansei disso e terminei com raiva pq ela não sabia o que tava acontecendo comigo depois desse tempo todo saindo da depressão e ter conseguido arrumar um emprego e na hora de comemorar ela me dizer isso. Me magoou muito isso e até hoje não me desce, mas no outro dia parei para pensar e queria conversar disse que não queria terminar realmente mas queria que ela entendesse meu lado, e ela surtou que um dia eu termino no outro quero voltar, não voltamos mas ficou um clima de romance voltando, era apenas se encontrar que rolava algo, mas depois foi meses sem poder ver ela, sem ligação, momentos instável no relacionamento eu querendo ver ela mas nunca era possível e a desculpa de quarentena para mim e churrasco em família todos os finais de semana, mas eu tava conseguindo fazer ela vir em casa no meu aniversário pq realmente estava com sdds dela e é uma data bem especial, (minha família fez o teste para umas coisas e para que eu pudesse ir buscar ela no meu aniversário “dia que estou escrevendo que foi por água a abaixo qualquer animo para esse dia”) e uma semana antes do meu aniversário eu tentando reconquistar ela todos os dias, sendo quem sou e tentando ser bom para ela (muitas vezes fodendo com meu psicológico) e eu descubro que sou um brinquedo que ela usava para destrair e que não era nada mais e que mesmo ela dizendo uma coisa ela tava sentindo outra, e que eu tudo que eu tava fazendo por uma história de 4 anos foi em vão. Brigamos feio e depois que eu desisti de tudo e falei o que realmente tava sentindo e fiz ela se achar um monstro só mostrando coisas que ela fazia e nem se tocava disso, tem indiretas até hoje, eu surpreendentemente estou bem, tenho muitas saudades dos momentos bons mas prefiro meu bem estar mental. Afinal apenas eu fui o Cuzao da história por tentar isso até o final e ter feito tanta merda?
submitted by Surt3p to TurmaFeira [link] [comments]


2020.08.11 05:24 vic_d_d Como essa pandemia destruiu tudo que eu mais amava

Iae pessoa desse sub, tudo em riba ?
Esse é meu primeiro post aqui, então... sla, parece tudo mais estranho pela primeira vez. Acho que como a maioria das pessoas, eu esperava muito desse ano. Formatura, novas amizades, novos lugares, e tudo parecia muito bem no começo do ano. Minha vida escolar estava indo bem, estava em contato com minha família e amigos, minha fé estava forte e tudo me parecia um mar de rosas... é, eu estava feliz. Aí... começou tudo a desmoronar pouco a pouco.
No começo da pandemia, uma familiar minha se envolveu com um cara, infelizmente ele tinha sérios problemas, chegou a nos roubar e ameaçar. Eles terminaram e tudo voltou a se acalmar. Então, minha irmã foi demitida do seu serviço no terceiro mês de experiência, e tenho certeza que aquele foi o trabalho que ela mais gostou. Logo veio a crise, passamos a depender do auxílio, não pagamos algumas contas, o aluguel mal conseguimos pagar metade. Como resultado, minha irmã formou um dívida grande, a dona da casa simplesmente nos mandou embora num prazo de duas semanas para encontrar outro lugar. Mudamos duas vezes, e quase mudamos uma terceira vez, que não deu certo. Agora estamos em uma casa pouco melhor, e parece estar tudo bem.
Retrocedendo um pouco... Bom, no começo do ano eu me aproximei muito de um amigo, ele literalmente era a pessoa que eu mais confiava e gostava de conversar em toda minha vida.
Eu comecei a gostar de uma pessoa, e ele acabou conversando com ela sobre mim. Para minha alegria momentânea, ela disse para ele que gostava de mim. Na mesma hora ele me contou, e eu, no outro dia falei com ela. Ela me disse que não, que não sentia nada por mim, e que tudo foi apenas um blefe. Me senti muito magoado, e isso só aumentou minha dor e baixa auto estima.
Meu amigo, mais a frente, se envolveu com uma garota, ela acabou se envolvendo comigo, e tudo desandou. Ele se afastou de todos nós, e mesmo na hora eu não entendendo, eu me sinto muito culpado por tudo que aconteceu. Nem sei se tenho coragem de lhe pedir desculpas.
Passou certo tempo. Eu e ela ficamos mais íntimos que nunca. Eu mudei minha personalidade, tentei mudar meu jeito de ser para ela, sacrifiquei tudo que eu podia, fiz o máximo para agradar e mostrar o quanto eu a amava. Por certo tempo, eu achei que era suficiente. Até um dia, ela me dizer que não sentia nada verdadeiro por mim, que eu não passava de seu "melhor amigo", e que só disse que me amava porque estava confusa, e pra não me magoar. Ali eu me destruí, eu me senti como um mero brinquedo, algo que vale menos que lixo. Agora, eu sinto que eu estou muito pior, me sinto o próprio lixo. Comecei a errar na minha fé, com meus amigos e familiares. Não gosto mais de sair na rua, não tenho mais forças para continuar na minha fé.
Mesmo tendo pessoas que sei que me amam, eu sinto que a qualquer momento eu vou afastar eles de mim. Me sinto fraco, incapaz e um completo idiota. Ja me machucaram tanto, e eu já fui tão forte para suportar isso. Mas agora, agora eu sinto que vou quebrar a qualquer momento. As aulas voltaram, eu apenas faço as com data de pendência. Mal consigo pensar em escola ou estudo, mesmo querendo aprender, já imagino que não vou passar de ano.
Eu não consigo terminar as coisas que começo, e isso me dói muito. Eu só queria dizer isso para alguém, e queria muito ter alguém do meu lado. As vezes só queria abraçar alguém e chorar, chorar até meu olhos doerem, chorar até toda essa dor passar. Desculpe o texto longo, imagino que poucas pessoas vão ler toda essa porcaria de desabafo idiota. Perdão qualquer coisa, boa noite.
submitted by vic_d_d to desabafos [link] [comments]


2020.08.07 17:55 inv3stbr [OPÇÕES] O guia definitivo (de como perder dinheiro)

[OPÇÕES] O guia definitivo (de como perder dinheiro)
Salve cambada. Diretasso vejo gente pedindo ajuda para entender opções aqui no sub, e na versão mais retardada e corna do sub (investimentos). Então decidi explicar tudo o que você precisa saber sobre opções. Esse post é pra você preguiçoso do kct. Então bora, segue o índice:

  1. O que são opções;
  2. Calls e Puts;
  3. Como são precificadas;
  4. As Gregas.
  5. Como perder dinheiro; [PRÓXIMO POST]
  6. Como perder dinheiro pra krl; [PRÓXIMO POST]
  7. Como ganhar (???) [PRÓXIMO POST]

O que são opções

Opções são contratos. O vendedor, também chamado de lançador, tem o dever de cumprir o contrato, desde que o comprador das opções opte por exercer seu direito até determinada data. E é dai que vem o nome dessas girombas arrombadoras de pf.
Ta mais e ai? Continuando: a B3 oferece dois tipos de opções, as americanas e as europeias. Se você pensou que a diferença fosse a quantidade de pelos e a qualidade da cerveja, errrrrrouuuuu. As opções americanas permitem que o comprador exerça seu direito em qualquer momento (a partir do próximo dia útil a compra das opções) até a data de vencimento. Já as europeias, apenas na data de vencimento.
Todos os meses, na terceira segunda-feira, existe o vencimento de opções - ou no próximo dia útill caso haja feriado. Detalhe: as opções não são negociadas na data de vencimento, mas como dito, os compradores podem exercê-las. Ainda não ficou claro? Segue o fio.

Calls e Puts

A B3 disponibiliza dois tipos de opções, de compra e de venda. As opções de compra (carinhosamente chamadas de calls) nada mais são do que um contrato que da direito ao comprador de comprar o ativo subjacente a determinado preço (strike) até determinada data (vencimento) do lançador das opções. Exemplo:
Comprei 100 opções de compra VVARH250 por 0.06 reais cada (n ta fácil pra ngm kkk). O strike dessa opção é de 25 reais e o vencimento em 17/08. Portanto, até o dia 17/08 eu tenho o direito de exercer a opção de compra de VVAR3 por 25 reais. Se VVAR3 ir pra 27 reais, eu ganho 27 - 25 - 0.06 = 1.94 por ação. O cara que me vendeu tomou no cu.
As opções de venda, conhecidas como puts, dão o direito ao comprador de vender o ativo subjacente a determinado preço até certa data. Exemplo:
https://preview.redd.it/305fuoz6rlf51.png?width=639&format=png&auto=webp&s=a99a1311da6f3da20c0149f47c198f9496976d69
Comprei VVART190 por 0.59 reais. O strike da opção é 19. Ao comprar a put eu tenho o direito de vender VVAR3 por 19 reais até a data de vencimento 17/08. Se VVAR3 vai pra 17 reais, eu tenho o direito de vender por 19, ganhando (19 - 17 - 0.59) por ação.
https://preview.redd.it/xzg6kez1rlf51.png?width=631&format=png&auto=webp&s=97934355c93464fa1aebe18177b830286aad6024

Como são precificadas

São vários os métodos de precificação. Além do tarô, dardos e chutômetro, uma forma conveniente de precificação é Black-Scholes. Que porra é essa? Se você pensou que fosse uma marca de vape: vntc. É um modelo de precificação de opções. Ele assume uma série de premissas (algumas não tão válidas) na precificação das opções, mas servem como base e é amplamente utilizado pelo mercado.
O valor de uma opção depende de basicamente 5 fatores: i) tempo restante até o vencimento; ii) o preço do ativo hoje; iii) o strike; iv) risk free; v) volatilidade.
E ai doente, como eu uso isso? Você pode colocar as fórmulas no excel ou usar alguma calculadora online para calcular pra você o preço justo de uma opção, por exemplo.
Nem sempre (ou quase nunca) o preço de uma opção vai ser igual ao valor que você vê no seu HB. Por quê? Porque seu preço depende de outros fatores. Você quase nunca quer compravender um ativo pelo seu valor justo. Se você está comprando, quer mais barato, vendendo, quer mais caro. Simples.
Quando a realidade não se encaixa no modelo você altera o que? A realidade, obviamente. O único parâmetro não consensual é a porra da volatilidade do ativo. Quanto maior a volatilidade, maior será o preço da opção. E é ai que entra a volatilidade implícita, conhecida como IV (não é um quatro, seu animal). Para um dado preço de opção, podemos encontrar qual a volatilidade que estão usando para precificar, por isso implícita.
Você "paga caro" uma opção, se a IV dela estiver muito acima da volatilidade que você espera. As duas opções usadas como exemplo estão com IV próximo de 70% anualizado. Zoadasso.

As Gregas

Infelizmente não estou falando das loirinhas. As Gregas, como são conhecidas, são medidas de sensibilidade do preço da opção em relação a alguns fatores. Assumindo que a opção é precificada utilizando BS, elas podem ser calculadas facilmente.
Delta: a amante, as vezes ajuda e as vezes te fode. Nada mais é do que a sensibilidade do preço da opção em relação ao preço do ativo subjacente. Exemplo. Se a ação subiu 10 centavos e a opção de compra subiu 5, seu delta é 0.5. Ao comprar um ativo ou uma opção de compra, você está delta positivo. Ao comprar uma put ou shortear um ativo, você está delta negativo.
Gamma: a Sogra. É a segunda derivada em relação ao preço do ativo subjacente. Como assim, nem sei o que é derivada porra? Basicamente diz o quão estável é o delta dessa opção.
Vega: a namorada. A segunda grega mais importante, na minha opinião. Ela mede o quanto varia o preço da opção com uma varição em sua IV. Ou seja, se todos os fatores permanecerem constantes, mas houver um aumento da IV, o preço da opção sobe.
Theta: a esposa. A greguinha mas comedora de cus. Ela mede o quanto varia o preço de uma opção com o passar do tempo. Inimiga dos comprados e é bem fdp... pergunta pra quem encheu o cu de call de cogna semana passada kkk #Caféco #M #Ferri #CVM
Rho: o Haddad, um poste indiferente. Uns dizem que tem efeitos, outros dizem que não. De qualquer forma, mede a sensibilidade em relação a taxas de juros.
submitted by inv3stbr to farialimabets [link] [comments]


2020.08.04 06:35 SopaDeMolhoShoyu Deu merda no meu mestrado.

Sabem, eu debati muito se deveria postar isso aqui, pois fiquei muito feliz há alguns meses, quando postei sobre ter passado na qualificação. Deu merda por vários motivos...pandemia, erros meus, preciosismo da minha orientadora...fiquei muito puto com toda a situação. Então, durante a quarentena, eu trabalhei duro para ter o meu jogo terminado e aplicado. Cheguei a fazer uma reunião com minha orientadora ainda no início de abril, e eu mencionei que tinha uma preocupação com a inserção da pesquisa no comitê de ética, dada a pandemia do coronavírus. Então, ela disse para me preocupar com o desenvolvimento do jogo, e que depois veríamos isso. Eu afirmei que terminaria o jogo em cerca de três semanas, conforme havia colocado no cronograma, e eu consegui fazer no tempo estipulado na reunião.
Após o término das três semanas, fiz outra reunião, onde expliquei o que havia feito. Porém, ela nem olhou o jogo e, só com a minha explicação, mandou eu mudar tudo. Ela queria que eu desenvolvesse 18 puzzles diferentes, pois, de acordo com ela, não estava divertido o suficiente com um só enigma. Falei para ela que isso era inviável, e consegui reduzir para seis puzzles. Naquele momento, ela entrou em férias de três semanas. Ela queria que eu pesquisasse os seis puzzles em um fim de semana, mas tive tanta dificuldade para encontrar algumas coisas que se encaixavam na pesquisa que demorei mais de duas semanas até fechar os puzzles. De qualquer forma, terminei o que ela pediu mais ou menos no dia em que ela voltou de férias, inclusive tendo alterado o texto da minha dissertação. Mas o cronograma foi para o espaço, obviamente, mesmo que tivesse tempo hábil para terminar tudo no prazo.
Então, eu marquei uma reunião com ela, porém ela disse que não teria tempo de ver o jogo, por conta do processo seletivo, o que eu respeitei. De qualquer forma, ainda acreditava que daria tempo de entregar sem extensão de prazo. Aí, quando faltava cerca de um mês para o deadline, participei de uma banca de defesa online de uma amiga. Nisso, a minha orientadora me viu entrando no chat do Skype, e comentou com uma das examinadoras da banca que eu estava na reta final, e inclusive mencionei o dia do prazo estipulado para a entrega, e ela concordou.
Consegui fazer uma reunião com ela alguns dias depois dessa banca, e faltando menos de um mês para a entrega final. Nisso, ela testou o jogo durante a reunião, de uma forma bem half-assed. Ela pediu um monte de coisas para serem feitas. Quando ela encontrou um bug no jogo, pediu um "botão secreto" para passar as fases. Entrei em contato com ela mais tarde naquela semana, pois estava com dificuldades para implementar a funcionalidade correspondente a esse botão, mas ela foi irredutível, pois necessitava desse botão para testar. Um preciosismo desnecessário, que só iria me consumir tempo, mas que ela insistiu em ter no jogo. De qualquer forma, demorei vários dias para fazer o botão, mas entreguei o que foi exigido. Esperava ser a entrega final, pois não dava mais tempo de mudar coisas. Após isso ser feito, comecei a correr com o processo no comitê de ética, pois estava preocupado.
Aí, alguns dias depois, ela testou, e encontrou um pequeno bug. Testei diversas vezes, em mais de um computador, mas não encontrei o bug, e pedi um vídeo para ela reproduzir esse erro, para que eu corrigisse rapidamente. Então, ela teve um problema de saúde (não era Covid, mas era algo que a impedia de trabalhar, por isso compreendi a situação), e não pôde testar o meu jogo. Estava parado, e o deadline obviamente foi para o caralho. Escrevi documentos para permitir o teste, além de ter terminado de editar o processo no comitê de ética (foi muito complicado, a burocracia dessas coisas é algo terrível, além de ser difícil de compreender algumas informações na plataforma deles). Aí, no final, faltando alguns dias para acabar o prazo, recebi em casa um boleto da faculdade, mencionando a matrícula, e paguei, achando que estaria tudo certo. Ainda naquela semana, eu fiz uma reunião com minha orientadora, e mencionei isso. Pela nossa conversa, entendi que estava tudo certo para a extensão do prazo, e conversamos sobre os documentos que precisava para aplicar o jogo em pessoas. Inclusive, ela disse que a extensão de prazo era um direito meu como aluno do curso.
Mais tarde naquele dia, ela me mandou uma mensagem no Whatsapp, dizendo que conversou com o coordenador do curso, e disse que eu comuniquei a ela que tinha pedido uma extensão de prazo para ele, mas ele informou para ela que eu não havia feito isso, e que a data limite para pedir extensão havia se expirado há algumas semanas. Eu expliquei para ela que não fiz isso, mas sim perguntei como fazer, e que entendi que não precisava fazer nada. Ela disse que teria que falar com o coordenador, e eu fiz isso.
No dia seguinte, ela me mandou uma mensagem dizendo que estava preocupada, dado que ela falou na qualificação que eu teria que pedir extensão de prazo (a qualificação ocorreu mais de quatro meses antes do deadline, e inclusive eu nunca vi isso de pedirem extensão de prazo já na qualificação. Aliás, só lembro do pessoal falar para eu correr atrás do comitê de ética, para cumprir o prazo estipulado). Eu honestamente não me lembrava disso, e inclusive trabalhei duro para o prazo ser cumprido. Mas, de qualquer forma, assumo a culpa, dado que estava uma pilha de nervos na qualificação e posso ter deixado essa informação importante passar. Aí, naquele mesmo dia, ela me pediu para mandar um e-mail para o coordenador pedindo extensão de prazo, para ele analisar, o que eu fiz, com ela copiada no e-mail. Alguns minutos depois, ela me diz no Whatsapp que meu e-mail estava mal escrito, e escreveu um rascunho para que eu mudasse algumas coisas, além de me pedir para escrever um documento detalhando o que foi feito nos meses anteriores. Logo depois, chega um e-mail para mim, com o coordenador do curso copiado. Nele, ela afirmou sobre ter combinado comigo na qualificação que eu iria pedir extensão de prazo, e que inclusive eu disse para ela que havia acordado isso com o coordenador. Ou seja, basicamente ela me queimou com o cara, mesmo eu tendo explicado o ocorrido para ela. De qualquer forma, fiz o documento e mandei para ela revisar, para que eu mandasse. Cerca de uma hora depois, ela disse que mandou tudo para o coordenador do curso (e nem me copiou no e-mail), e que não conseguiu me responder antes por causa de problemas na internet. Ela me disse que, antes de trabalhar em qualquer coisa, eu precisaria aguardar o parecer da diretoria sobre a extensão de prazo.
Então, expliquei em um e-mail para o coordenador do curso que tudo que havia ocorrido foi um mal entendido (não me defendi, afinal qualquer coisa que eu falasse, eles não iriam acreditar), e assumi a culpa por tudo. Ele me falou para fazer um requerimento no portal online da faculdade, e eu fiz isso. Até a presente data, não obtive resposta, e estou parado por não poder continuar minha pesquisa até que a faculdade me dê o aval. Nesse meio tempo, minha orientadora entrou de férias novamente, e voltou essa semana. Não sei mais o que fazer, mas estou muito chateado e deprimido com toda essa situação. Vivenciei algo que eu não desejo para ninguém.
EDIT: Desculpem o texto mal escrito, mas a última coisa que eu quero é pensar nisso, que está me tirando noites de sono e inclusive estou tomando remédio para ansiedade por causa dessa merda toda.
submitted by SopaDeMolhoShoyu to desabafos [link] [comments]


2020.07.25 20:26 MitProAlv A sessão de ontem foi estressante, e eu quero contar a história toda pra alguem.

Eu sou um jogador de rpg de mesa, e recentemente perdi o meu personagem. Foi uma morte triste, mas honrada, e teve um enterro até. Claro que, para próxima sessão, eu teria que fazer um personagem novo, do zero. Eu passei a semana inteira me dedicando à criação dessa nova personagem: O nome dela é Hildr, e ela teve a família massacrada por uma pessoa que almejava o poder de chacal (que você recebe quando mata o chacal atual, no caso, a mãe da Hildr), entao ela quer vingança. Tenha em mente que tanto a história quanto os motivos do personagem, os poderes, as magias, eu passei a semana trabalhando nisso, lendo materiais e pensando em uma historia interessante pra ela e que encaixasse na história atual do universo da mesa, além de ser cativante e dar vida ao personagem (oq eu escrevi foi um resumo básico). Na sessão, eu fui introduzida como uma elfa q caiu de um portal do nada, no meio da loja. Depois de algum tempo com o resto da turma, eu estava me enturmando, usando minhas habilidades para fazer amizade com os outros personagens, usando roupas parecidas, etc. Nisso, um dos personagens, a Hell, não gostou muito de mim, ela tem algo contra elfos. O personagem em questão é controlada por um amigo meu, com o qual eu converso literalmente todo dia. Quando nós encontramos o chacal (um inimigo em comum do grupo inteiro), uma luta épica começou, e antes da luta, a Hell disse: Clériga do grupo, pegue apenas magias de suporte (para ajudar e/ou atrapalhar), e deixe a cura comigo. A clériga concordou, e nao preparou nenhuma magia de cura. Na luta, a Hell estava fazendo algo estranho, ela rastejava pelo campo de batalha, e estava ficando cada vez mais longe para fazer qualquer coisa, enquanto o resto no grupo avançava, ja que o chacal atacava a distância, nós precisávamos chegar mais perto. Realmente, a Hell não agia como alguem que se importava com a vida dos companheiros, afinal, ser o suporte é se arriscar para salvar os aliados, mesmo que isso te coloque em risco. Ela andava metade do que podia, e usava a outra metade para ficar deitada no chão. Eventualmente, aconteceu oq você espera que aconteça: uma das nossas companheiras morreu, porque ficou sem cura, por que a Hell não fez nada. Isso me deixou frustrado, porque a personagem que morreu era amada por todo mundo, ela era gentil e verdadeira, uma personagem incrivelmente bem construida interpretada. Eu xinguei o meu amigo, é claro. Ele estava legitimamente sendo um imbecil gritando com todo mundo sem querer ajudar, e eu estava irritado. Quando o chacal estava prestes a morrer, o aplicativo que estavamos usando para jogar travou, e eu fiquei ainda mais irritado, pois como os personagens jogam em ordem de iniciativa, eu sabia que nao jogaria a tempo de matar o chacal e concluir minha vingança, pois eu ja estava caído no chão, quase morto (por que a Hell ainda estava muito longe pra curar). Enquanto eu estava caída no chão, a própria Hell (que chegou próxima de nós depois de varios turnos) lançou uma magia para me MATAR, invés de tentar me curar para eu me levantar do chão. Isso me deixou tão frustrado q minha cabeça começou a doer, eu sabia que era a enxaqueca chegando. A esse ponto o chacal ja estava morto, e a clériga conseguiu me ressuscitar, mas isso só acontece uma vez por personagem, então da próxima vez que eu morrer eu estou morto mesmo. Quando eu ressuscitei, eu sabia que meu personagem só pensava em sair de perto da Hell, e foi oq ela fez: ela usou teleporte e correu pra longe dela, pra perto de um robô amigável que tambem faz parte do grupo. Eu estava triste, eu só pensava na possibilidade de perder um personagem que eu passei horas e mais horas trabalhando, planejando, lendo e escrevendo, e conversando com o mestre sobre ela, principalmente considerando que eu acabei de perder um personagem que passou pelo mesmo processo uma semana atrás. Mas da última vez, foi azar dos dados, e dessa vez foi culpa da Hell. Eu nem quero mais falar com esse meu amigo, e nao sei qual vai ser o desenrolar da história, afinal, o chacal esta morto, mas quem matou ele é um inimigo muito mais forte (o cavalo da fome), que agora tambem se tornou o chacal. Isso nós leva ao final da história: hoje (na vida real) eu deveria encontrar uma amiga de longa data, que mora muito longe e vem aqui uma vez por ano, mas eu nao consegui ir porque estava com uma dor de cabeça insuportável de manhã (enxaqueca provavelmente resultado da sessão de ontem). Eu nao dormi direito e perdi o apetite, não sei como proceder.
Se você se deu ao trabalho de ler até aqui, muito obrigado. Qualquer comentário é bem vindo, se você tiver algo a dize questionar depois de ler tudo isso.
submitted by MitProAlv to desabafos [link] [comments]


2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
Conhecer as preferências sexuais do seu parceiro = melhores experiências sexuais
O envio de mensagens maliciosas acelera sua semana de trabalho;)
Verdadeira paixão e emoção de ambos os parceiros!
Limpo, Seguro e Legal.
Não constantemente tentando manipular você.
A verdade é que as mulheres ficam excitadas quando estão se escondendo e tendo encontros secretos. Esposas insatisfeitas querem ser suas garotas de programa pessoais, mas elas precisam de um pouco de incentivo e você precisa incentivá-las de uma maneira elegante e elegante.
Você não pode tratar mal as esposas infiéis da maneira que pode com uma garota de programa, mas elas também não o tratam mal como uma garota de programa. Eles não vão contar o relógio quando estão com você.
Se você acha que encontrar uma mulher casada sozinha é ainda mais difícil, pense novamente.
Você não pode ser um idiota e acha que atrairá uma mulher casada para ser sua garota de programa pessoal.
De fato, existem dicas e truques para encontrar um o mais facilmente possível aqui >>
Siga estas etapas simples e você encontrará uma esposa insatisfeita e fará dela sua garota de programa pessoal em menos de uma semana.
VOCÊ PRECISA SE INSCREVER NO ASHLEY MADISON SE QUER ENCONTRAR MULHERES INFELIDAS
E lembre-se de que você pode repetir essas etapas e encontrar uma nova esposa traidora sempre que quiser!
  1. Tire uma boa foto de si mesmo. Não precisa incluir seu rosto, pode ser discreto. Muitos perfis em ashley madison não têm fotos de rosto públicas (geralmente em sua galeria de fotos particular). Esta imagem pode ser do seu corpo ou você de fato bem ajustado (sem o rosto).
  2. Escolha um nome de usuário atraente! Esta é a primeira coisa que as mulheres veem depois da sua foto. Escolha algo descritivo ou divertido.
  3. Destaque sua necessidade de discrição. Isso aliviará as preocupações das mulheres sobre sua própria discrição.
  4. Crie uma mensagem de introdução bem pensada que você possa enviar para muitas mulheres.
  5. Torne sua galeria privada irresistível. É aqui que você inclui suas melhores fotos.
  6. Configure uma data discreta!
Traindo esposas vs garotas de programa Todos nós procuramos garotas de programa no google. Mas existe uma enorme lacuna entre ponderar e pesquisar na web a sua garota de programa mais próxima. Existem vários, mas eles são extremamente estigmatizados - por razões óbvias. Garotas de programa não são para todos, mas o sexo certamente é. Por isso, seria melhor encontrar uma alternativa para garotas de programa. Criamos um substituto para as garotas de programa, para aquelas que estão interessadas em saber como a alternativa funciona. Espero que minha experiência e discernimento possam lhe dar uma ou duas coisas para questionar, e talvez até abrir você para garotas dispostas a dormir com você gratuitamente! Por que você deve procurar alternativas para escoltar serviços? Se você ouvir alguém se gabar de uma escolta, precisará sentar esse homem e ter um momento de clareza. Mas deixe esse argumento de lado, posso escrever um romance inteiro para você. Deixe-me começar com algumas dicas. As acompanhantes são desassociadas Não é incomum pagar por sexo, mas é ilegal na maioria dos países e ajuda uma indústria bastante cruel a tirar vantagem de membros da sociedade desprovidos de frustração. Acompanhantes NÃO GOSTAM DE VOCÊ Este é o meu argumento número um por não dormir com acompanhantes. Eles não teriam dormido com você se você não pagasse. Eles não gostam necessariamente do sexo ou querem vê-lo ligado. Geralmente é por isso que gosto de sexo - porque me excita vê-la gostosa e gostosa quando ela olha para mim. Acompanhantes não são higiênicos Os acompanhantes dormiram com toneladas de homens. Pense em quantos homens a garota de programa que você está vendo dormiu naquele DIA! Se você vir uma garota de programa ou uma acompanhante às 20h, provavelmente já dormiu com pelo menos dois homens antes daquele dia. Imagens falsas As acompanhantes raramente aparecem em suas fotos. Você tem sorte se a mesma mulher aparecer. Você pode dizer que isso também pode acontecer em um site de namoro ou em uma sala de bate-papo para adultos, mas eu diria que a probabilidade de ser "pescada" por uma mulher em um site de namoro é menor do que por uma garota de programa. A maioria das acompanhantes encontra-se com suas imagens. Com segurança Eles afirmam ser seguros e testados todos os dias, mas você nunca pode ter certeza. Isso significa que qualquer homem que não seja estúpido usará camisinha 100% das vezes que dorme com uma garota de programa ... e todos sabemos que preservativos não são divertidos.
submitted by fobygrassman to garotas_de_programa [link] [comments]


2020.05.31 02:16 Average_simian Como vocês lidam com a perspectiva de nunca conseguir encontrar o amor?

Sou um homem de 24 anos e me considero uma pessoa emocionalmente madura. Material e profissionalmente sigo melhorando gradualmente, mas ainda tenho um longo caminho pela frente. Em 2018 conclui minha graduação em História, mas a escolha não se mostrou muito promissora. Atualmente estou me organizando para uma nova graduação em uma área que possa proporcionar maior estabilidade e onde eu trabalhe menos. Tenho meus hobbies, bons amigos e saúde. Em suma, levo uma vida relativamente boa, tirando um ou outro problema que aflige qualquer ser humano, mas sempre dou um jeito de contornar e seguir em frente. Só tem uma coisa que realmente me incomoda e têm ocupado boa parte das minha reflexões recentes: a vontade que tenho de ter um parceiro romântico.

Já tive alguns webnamoros quando era mais jovem, mas devido a distancia e falta de maturidade na época, eles não levaram a nada. Na época de escola fiquei com algumas poucas meninas e tive meus amores platônicos, mas também nunca deu em nada. Só em 2014 que fui ter meu primeiro relacionamento sério e que durou pouco mais de um ano. Foi um relacionamento difícil e que fez com que eu amadurecesse muito. Ela era uma pessoa que tinha muita dificuldade de demonstrar afeto, e eu ficava cobrando atenção. Esta dinâmica dela ficar fugindo e eu ficar cobrando acabou ficando insustentável e ela resolveu terminar. No primeiro ano do término eu sofri muito e culpei ela pelo fracasso de nossa relação, mas com o tempo fui assimilando que nossas diferenças eram inconciliáveis, e que seria impossível e errado querer mudar o jeito dela de ser. Ela era ausente não só comigo, mas com todo mundo. E eu precisei reconhecer que gosto de parceiros românticos que são mais carinhosos e sensíveis.

Depois deste namoro me relacionei com outras garotas, e cheguei bem próximo de namorar duas delas. A primeira era uma amiga de longa data que conheci pela internet, e morava não tão longe de mim. Durante alguns meses a gente conversou muito e passei alguns dias na casa dela e ela alguns dias na minha. A gente se deu muito bem, e o fator de nossa amizade de longa data acabou fortalecendo ainda mais nosso laço. No horizonte eu via a possibilidade dela vir fazer a faculdade dela na minha cidade. O único porém é que ela ainda tinha assuntos mal resolvidos com o ex dela. Não demorou muito para eu perceber que ela estava dividida entre nós dois, e nesta balança o coração dela pesava muito mais pro lado do outro rapaz. Me retirei pra evitar de me magoar, mas até hoje somos bons amigos.

A segunda garota com quem eu poderia ter tido uma relação foi apresentada por meio de amigos em comum, e ela demonstrou interesse por mim depois de algumas vezes que a gente se encontrou. Ficamos por algumas semanas e logo eu joguei um balde de água fria entre nós. Por mais que ela fosse legal e tivéssemos muitas coisas em comum, eu não conseguia sentir atração física por ela. Até tentei contornar a situação, mas ficou evidente que não ia dar certo. Ainda não sei dizer o quão problemático é deixar a aparência ofuscar uma personalidade que gostei tanto. Mas tendo a pensar que é normal, cada ser humano tem suas preferencias. Não acho certo me manter em uma relação onde não consigo sentir prazer físico com a pessoa.

Enfim, contei toda esta história para poder ilustrar como acho difícil encontrar um parceiro romântico com quem eu realmente combine e dê certo. Já tive relação com alguém que não tinha a personalidade compatível comigo, com gente que combinava, mas já havia encontrado o amor em outro, e com uma pessoa que se encaixava em quase todos os aspectos, só que fisicamente não houve "química". Por mais que minha vida esteja encaminhada em outros campos, sinto que romanticamente eu nunca consiga avançar. Talvez eu nunca vá encontrar alguém para construir uma vida ao meu lado. Sinto que muita gente entra em relacionamentos por carência, e a relação acaba trazendo só dor em ambos. Também vejo gente que encontra sua "alma gêmea", e mesmo aos trancos e barrancos consegue ser feliz. Acredito que encontrar alguém que realmente combine e dê certo contigo seja pura questão de sorte, e que nem todo mundo vai ser feliz no amor.

Evidente que vou manter o coração aberto para novas oportunidades, mas a ideia de que nunca vou encontrar alguém já não me assombra mais. Como diria o saudoso Zé Ramalho: "Quem tem amor na vida, tem sorte". O que pensam sobre o assunto? Como vocês encaram a possibilidade de nunca encontrar o amor?
submitted by Average_simian to desabafos [link] [comments]


2020.03.22 22:24 Bu3n00 CORONAVÍRUS: SEM LICITAÇÃO, MANDETTA PAGA 67% MAIS CARO PARA COMPRAR MÁSCARAS DE EMPRESA DE BOLSONARISTA

Hyury Potter 22 de Março de 2020, 14h27 Máscaras vendidas pela Farma Supply custam R$ 1,60 a unidade, mas outro fornecedor cobrou R$ 0,96% do Ministério da Saúde. Contratos valem R$ 18,2 milhões. Foto: Paco Freire/SOPA Images/LightRocket via Getty Images SEM QUALQUER EXPERIÊNCIA em fornecimento de material hospitalar, uma empresa chamada Farma Supply ganhou do Ministério da Saúde dois contratos para a compra de máscaras cirúrgicas que juntos somam R$ 18,2 milhões.
Graças ao estado de emergência decorrente da pandemia do coronavírus, a empresa foi escolhida sem que houvesse concorrência pública. As máscaras que ela fornece, porém, são 67% mais caras que a de uma concorrente que também fornece ao governo federal.
A Farma Suply tem como sócio e administrador Marcelo Sarto Bastos, um militar aposentado da Marinha e bolsonarista fervoroso. Em sua página no Facebook, ele tem um histórico de postagens a favor do presidente Jair Bolsonaro e aliados. É também apoiador da criação do Aliança, o partido que o presidente quer criar.
Fortaleça o jornalismo em que você acredita FAÇA PARTE Fortaleça o jornalismo em que você acredita O ministério comandado por Luiz Henrique Mandetta autorizou em 5 de março a dispensa de licitação para o contrato nº 54/2020. Ele prevê o gasto de R$ 2,4 milhões na compra de 1,5 milhão de máscaras a um preço unitário de R$1,60.
Para isso, usou lei federal 13.979, de 6 de fevereiro, que prevê a realização de compras emergenciais sem licitação para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Para participar, basta que a empresa não tenha nenhum impedimento legal de realizar contratos com o setor público.
Só que, no mesmo dia, o Ministério da Saúde fechou outro contrato para a compra do mesmo produto. A vendedora, dessa vez, foi a BRT Medical de Materiais Hospitalares, de João Pessoa. Idênticas às da Farma Supply, cada máscara da BRT irá custar 40% menos: R$ 0,96 a unidade.
O Intercept verificou outros editais de compras de máscaras cirúrgicas e encontrou diferenças ainda maiores de preços. A Prefeitura de Belo Horizonte, por exemplo, comprou máscaras com descrições similares em janeiro deste ano e pagou R$0,14 por unidade. Ou seja, 12 vezes menos do que o valor pago para a Farma Supply.
Relacionado Tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus e a covid-19 Uma semana e meia depois das primeiras compras, em 17 de março, Mandetta assinou um terceiro contrato para a aquisição de mais máscaras. Em vez de optar pela mais barata, porém, fez o inverso e entregou mais R$ 15,8 milhões à Farma Supply. Detalhes deste contrato, como o número de máscaras e o valor unitário, ainda não foram publicados no site do ministério.
A paraibana BRT já participou de ao menos 12 licitações para fornecimento de material médico para hospitais federais do Nordeste. A Farma Supply, porém, é novata em vendas ao governo federal: até ganhar os dois contratos sem licitação deste mês, tinha vencido apenas uma licitação federal – e não na área médica. Em 2014, recebeu R$ 449,10 por garrafões de 20 litros de água mineral comprados pelo Ministério da Cidadania para o Museu da República, no Rio.
Assine nossa newsletter Conteúdo exclusivo. Direto na sua caixa de entrada.
Eu topo Criada em 2011, a Farma Supply informa em seu site que “assessora pacientes na aquisição de medicamentos importados de última geração em caráter de urgência”. Ou seja, ajuda quem deseja comprar remédios que não são produzidos no Brasil, mas podem ser comprados por brasileiros por atenderem a padrões internacionais. À Receita Federal, diz que também faz “comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios”.
A Farma Suply tem como sócio e administrador Marcelo Sarto Bastos, um militar aposentado da Marinha e bolsonarista fervoroso.A Farma Suply tem como sócio e administrador Marcelo Sarto Bastos, um militar aposentado da Marinha e bolsonarista fervoroso. Reprodução: Facebook A soma dos dois contratos da Farma Supply com o Ministério da Saúde é mais de 180 vezes maior que o capital social que a empresa informa à Receita Federal: R$ 100 mil. O endereço que consta no site oficial é um pequeno prédio comercial na zona oeste do Rio de Janeiro. Não há qualquer informação sobre que estrutura ou quantos funcionários a Farma Supply possui para dar conta de produzir ou importar R$ 18,2 milhões em máscaras cirúrgicas no prazo de 30 dias previsto no contrato.
Em fevereiro, o governo federal chegou a abrir um edital para a compra de 24 milhões de máscaras, mas enfrentou dificuldades para encontrar uma empresa que atendesse à demanda. A solução encontrada foi dividir as compras em lotes de 500 mil unidades e realizar as compras sem licitação.
Se lhe falta de experiência em vendas ao governo, a Farma Supply coleciona negócios que terminaram na justiça. Em março de 2018, a empresa foi condenada à revelia no Tribunal de Justiça de Santa Catarina e teve R$248 mil em bens bloqueados por não ter quitado uma dívida de compra de equipamentos realizada em 2016. O processo foi movido por uma empresa de máquinas têxteis de Blumenau.
Um ano antes, A Farma Supply foi processada por uma empresa de São Paulo que importa insumos à base de canabidiol, substância presente na maconha, para a produção de óleos medicinais. A empresa cobra R$ 218.484,89 por um suposto calote na venda de medicamentos. O caso está na segunda instância no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
A crise do coronavírus Leia Nossa Cobertura Completa A crise do coronavírus O Intercept entrou em contato com o Ministério da Saúde e com a Farma Supply na noite de sexta-feira, 20, mas não obteve respostas até a publicação desta reportagem. O ministério foi questionado sobre critérios de escolha para seleção dos fornecedores, o motivo da diferença de preços em relação à compra realizada com a BRT Medical na mesma data e se o histórico judicial da Farma Supply foi levado em consideração.
O uso desse tipo de máscara cirúrgica é recomendado para quem está com sintomas da covid-19, para quem está cuidando de pessoas infectadas ou para profissionais de saúde. Como aconteceu com álcool gel, a alta procura nas farmácias fez o produto sumir das prateleiras e Organização Mundial de Saúde já alerta para a possibilidade de falta de material.
submitted by Bu3n00 to brasilivre [link] [comments]


2020.03.16 02:05 Leotmat Compilado organizado (na medida do possível) das perguntas já feitas

Concientização:
P: Como convencer e conscientizar as pessoas da minha família a evitar aglomerações e encontros de várias pessoas, ainda mais com gente gripada no meio ?
R:Acho que o mais eficaz seria lembrar a eles que esses são apenas os casos confirmados, o número real de infectados pode ser muito maior porque muita gente pode estar assintomática ou não vai se testar porque os sintomas são similares aos da gripe. (+vídeos do atila,claro)
P: Existe algum vídeo ou site confiável (fora o do MS) sobre as medidas contra o COVID-19 para eu mandar para a minha família? Eles estão caindo em vídeo de "químico autodidata" que fala até pra não usar álcool em gel e isso tá me deixando extremamente preocupada...
R: Já experimentou algum do Átila?
hub de vídeos do Átila no telegram
P: Muita gente dizendo que de 10 a 20% dos casos precisam de alguma atenção médica, mas eu não achei fontes para esses dados, alguém pode me ajudar com isso?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Pelo que sei, as crianças não apresentam sintoma da doença. Mas o que mais já sabe sobre as crianças?
R: Não achei uma resposta adequada

Transmissão:
P:O que está acontecendo com o número de casos em SP?
R:O Ministério da Saúde começou a contabilizar apenas casos de internação na contagem. Se a pessoa fez teste, deu positivo, mas está em casa, eles não estão considerando como um caso de COVID-19. Isso foi a partir de sexta-feira, ACHO.
P: Médicos estão recomendando que quem está com sintomas leves fique em casa e não procure atendimento. A gente sabe que o empregador não aceitaria falta sem atestado médico. O que fazer nesse caso?
R:"Falando seriamente, vc deve falar pro seu chefe que está com febre e tosse seca. A maioria das pessoas vai entender e que é muito pior te manter lá. Inclusive é recomendação do CDC isso. "
P: Com a fase de mitigação da doença, escolas e faculdades fecharão. Se tivermos o mesmo contexto da Itália aqui no Brasil, talvez até comércio e transporte. Talvez quarentena de cidades. Minha dúvida é: por quanto tempo isso durará? Algumas semanas, meses?
Sabemos que o Brasil não é nenhuma Europa, e milhares de pessoas não terão condições de ficar muito tempo sem trabalhar e sem transporte público para tanto. E o Estado não terá condições de auxiliar essas pessoas...
R: Ninguém tem a minima ideia, quem estiver falando diferente ta mentindo ou delirando.
A gente pode até tentar dar alguns chutes educados. Por exemplo, espera-se que o pico seja daqui a um mês ou dois. Sera que a nossa quarentena vai ser efetiva e a gente vai conseguir atrasar o pico e liberar as pessoas antes? Ninguém sabe. Sera que o governo vai querer parar a quarentena antes, ou depois? Acho que nem os governantes sabem.
P: Devo fazer home office já? Devo esperar ter transmissão comunitária/sustentada? Qual o gatilho? Estou em Florianópolis. Temos 2 casos confirmados na cidade de pessoas que vieram de fora. Prefeito proibiu eventos fechados de mais de 100 pessoas.
R: Não achei uma resposta adequada
P: Qual é o tempo entre a pessoa ser infectada e passar a ter a capacidade de transmitir o vírus ?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Não tava levando a sério a pandemia porque só vi a taxa de letalidade, não a de internações :/
Algum conselho que vocês podem me dar pra ajudar a proteger meus conhecidos além de evitar aglomerações?
E pro pessoal que depende de transporte público lotado (eu inclusive)?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Uma coisa que eu ando me perguntando é: será que aqui no Brasil o contágio não pode ser acelerado pela nossa cultura de buffets? Há mais facilidade de contágio num buffet do que num restaurante a la carte ou fast food?
R: Não achei uma resposta adequada
P: "queria saber se ainda é tranquilo ir para parques por serem locais abertos ou é melhor evitar e treinar em casa "
R: segundo a OMS, o vírus é transmitido por meio de gotículas que saem quando a pessoa espirra, tosse ou expira. essas gotículas com vírus podem se depositar em superfícies e infectar uma pessoa que tocou nelas.
ou seja, não se sabe quem tocou nos equipamentos de calistenia e nem quais cuidados de prevenção as pessoas tomaram (provavelmente nenhum), então por precaução é melhor ficar em casa pq vc ao menos tem mais certeza de que tá limpo
P: Quem pega e se cura pode pegar de novo?
R: (A única resposta dizia que sim, mas eu vi um vídeo recente dizendo que não, que no máximo eram resquicios da doença, vou deixar o atila responder)
P: Qual o tempo ideal de suspensão de atividades escolares de acordo com as estimativas atuais?
R: O ideal é ir reavaliando aos poucos, não dá pra saber o que vai acontecer ou qual vai ser o impacto real das medidas que estao sendo tomadas
P: Estatisticamente faz diferença limitar eventos e salas de cinema à metade da capacidade ou o real efetivo é fechar esses lugares por completo?
R: estatiscamente faz diferenca. Faz diferença suficiente? Não. Ia continuar sendo rapido demais. Pra nao falar da impossibilidade logistica de fiscalizar esse tipo de coisa
P: Minha faculdade anunciou neste domingo que as aulas serão suspensas por 15 dias inicialmente. Esse número de dias faz algum sentido? Não seria melhor fechar indefinidamente?
R: eles provavelmente simplesmente vão reavaliar em 15 dias. Se precisar eles fazem mais. Se eles falarem indefinidamente fica todo mundo sem ter nem ideia de quando volta, pode ser amanha ou daqui a dois dias. Com esse prazo, eles garantem a todo mundo que não vão reiniciar em menos tempo.
P: Existe algum produto pra passar no pelo de cachorros ou gatos, sei que aparentementemente eles não são hospedeiros, mas acredito que talvez o pelo possa ser exposto igual um pano seria, nesse caso existe algo a ser feito? algum produto que não agrida eles?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Faço identidades a manhã toda, para a população no geral (desde moradores de rua até gente com PhD). Sento em uma mesa aberta, sem nenhuma proteção entre eu e a pessoa, tendo necessariamente que ter contato físico com a mão das pessoas para coletar a digital. Eu passo álcool em gel na mão após todo o atendimento, mas ainda estou em sério risco. Existe alguma outra medida que eu possa tomar para evitar me contaminar no trabalho?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Quando se diz que o corona vírus se transmite pelo ar, da pra ter uma noção da distância que o vírus se distância do infectado?
R: Não achei uma resposta adequada

Covid no Brasil:
P: Existe alguma estimativa de previsão de pico em número de casos no Brasil? Ouvi dizer algo entre abril e maio, se for isso msm o cenário ideal seria suspensão de aulas de escolas e universidades por 2 meses e meio??

Covid no mundo:
P: Estou vendo que na Itália os casos estão aumentando todos os dias mesmo com quarentena. foi assim na China também? Demora pra surtir efeito ou é possível que a Itália tenha tomado essa medida tarde demais pra funcionar como na China?
R: Tem um período de incubação, em que a pessoa já está infectada, mas ainda não desenvolveu sintonas. Inclusive, uma das maiores dificuldades no controle é fazer esses infectados assintomaticos evitarem contatos. No COVID-19 pode ser de até 14 dias (http://www.saude.sp.gov.bses/perfil/cidadao/homepage/destaques/perguntas-e-respostas-tire-suas-duvidas-sobre-o-novo-coronavirus)
Assim, quem está sendo diagnosticado agora entrou em contato com o vírus dias atrás, e portanto não se beneficiou da quarentena.
P: Como a China conseguiu diminuir a curva de crescimento do vírus?
R: Isolando os casos e impedindo que infectassem outras pessoas
P: Por que a letalidade do vírus é muito maior na Itália e no Irã que em outros países? Percebi, olhando os números, que as mortes nesses dois países não seguem a proporção vista no resto do mundo. São 21 mil infectados na Itália e quase 2 mil mortos (1800, pra ser mais específico). A Coréia do Sul, por outro lado, tem quase 10 mil infectados e apenas 75 mortes até agora. Seria só questão de política públicas relacionadas à saúde ou há, também, questões geográficas, climáticas e culturais? Não encontrei nada a respeito.
R: Não achei uma resposta adequada (tinha, mas eu considerei incompleta)
Governo Brasileiro:
P: Gostaria de saber se o Brasil tem sido eficiente nas medidas que tem tomado e se há alguma previsão de quando a pandemia vai dar uma "acalmada".
Comparado, aos países como Itália ou Coreia do Sul, estamos indo bem, está sendo supervisionado e tals. Agora a pandemia, eu acredito que daqui alguns meses o pico já tenha acalmado.
R: Não achei uma resposta adequada
P: Segundo boatos aqui em BH os hospitais todos já estão com casos confirmados de Corona, porém não querem anunciar por medo da repercussão. Por enquanto está tudo funcionando normalmente, estão todos trabalhando e estudando. O que fazer? Continuo vivendo normalmente até anunciarem que ninguém pode sair de casa? Preciso estudar, não posso perder nenhuma aula.
R: Não achei uma resposta adequada
P: Atila, o que você acha da decisão de não acompanhar mais casos fora os de internação em hospitais no BR? Sei que é recomendação da OMS, mas me parece irresponsável de se tomar aqui... Ainda mais com o período de incubação assintomático e muita gente no Brasil ainda não levando a situação do Corona Vírus a sério.
R: Não achei uma resposta adequada
P: Há alguma fonte oficial sobre restrições de entrada e quarentena para brasileiros vindo do exterior?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Moro no interior de PE (sertão) e por enquanto casos só em Recife. Acredita que os cuidados devem ser tomados também por aqui? Me refiro a paralisação das instituições
R: Não achei uma resposta adequada
P: Pq vão ser realizados apenas testes nos casos mais graves da doença? Como são fabricados os testes?
R: Não achei uma resposta adequada

Saúde pessoal:
P: Tenho hipertensão "leve" e tomo remédio, mas tenho 25 anos, tenho a pressão controlada e pratico atividade física regularmente. Eu estou no grupo de risco? Até pra, se eu tiver algum sintoma, saber se preciso procurar a unidade de saúde imediatamente.
Resposta parcial:
Meu caso é bem parecido, tenho pressão alta e tb tomo remédio (Losartana), li que esse remedio altera algumas células o que pode agravar caso seja infectado pelo covid-19.
P: Alguém sabe que se alguém que toma tamoxifeno(novaldex) pode apresentar sintomas piores?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Ja tive pneumonia na adolescência. Faço parte do grupo de risco?
R: Assumindo que você
• não tem 18 anos e dois dias, e sua pneumonia foi nos longinguos tempos que voce tinha 17 anos, 11 meses e 3 semanas;
• e que vc não ficou com nenhuma sequela;
Não, pode ficar tranquilo
P: No caso eu tenho ansiedade e depressão e muitos médicos já me disseram que minha imunidade é baixa por conta da doença e do antidepressivo, isso é real? E eu teria mais risco com a doença em si? Mesmo tendo 22 anos
R: É baixa a ponto de ter problemas respiratórios graves ou diabetes ou pressão alta? Se não, é mais um de nós que sentirá como uma gripe normal. De qualquer forma, converse com seu médico.
P: O que se sabe sobre interações de medicamentos? Recebi uma corrente falando que ibuprofeno e corticoides podem agravar casos de Corona. É verdade? Pode acontecer também com paracetamol e dipirona?
R: Respondi isso aqui
Em um reply embaixo também linkei a sociedade europeia de cardiologia orientando a não deixar de tomar os remédios e nem mudar conduta nenhuma.
P: Caso eu apresente sintomas de gripe, devo procurar hospitais particulares/públicos imediatamente ou notificar as autoridades(se sim, quais)?
R: Telefona no 156 (disque saúde), que eles vão explicar tudo. Em alguns lugares estão indo até a cada das pessoas pra recolher material pro teste. Não vai pra hospital nem pra posso de saúde antes de ligar pra eles e se informar.
OU
Quem faz notificação é o hospital.
Se tiver sintomas, procure atendimento.
Se tiver ido pro exteriotiver contato com alguem doente -> Procurar medico logo no primeiro sintoma
Se nao, depois de 4 ou 5 dias sem resolucao espontanea. -> Importante nao ficar lotando o sistema de saude com a primeira tosse.
P: Sou asmática e possuo fibrose pulmonar devido a uma pneumonia severa ano passado
Preciso usar Aerolin em caso de falta de ar, gostaria de saber se é seguro já que vi que a versão com corticoide piora os sintomas do virus, obrigada!
R: Não achei uma resposta adequada
P: Gostaria de saber se pessoas com anemia falciforme estão no grupo de risco? Já pesquisei muito, mas nenhum lugar de aprofunda nas questões de doenças sanguíneas crônicas.
R: Não achei uma resposta adequada
P: Como deve ser o tratamento para quem tem sintomas, mas não tem necessidade de ir até um hospital? Até o momento, só li para evitar o ibuprofeno. O que deve ser usado para dor de cabeça, febre, tosse?
R: Não tem recomendação nenhuma de evitar ibuprofeno. Trate como vc trataria qualquer outra gripe/virose. Parecetamol, dipirona... o que vc preferir
P: Quais remédios estão sendo usados para tratar a dor no corpo, febre e falta de ar quando estão com corona vírus?
R: O remédio usual da sua preferência. Paracetamol, dipirona, o que vc estiver acostumado.
E não existe nenhuma contra indicacão pra ibuprofeno
P: E pra falta de ar?
R: A falta de ar é a mesma dificuldade de respiracansaço que vc sente quando está gripado.
Se estiver grave, procure atendimento
P: Tenho 24 anos e fumo há 7 anos (1 maço por dia). Entro em grupo de risco ou não
R: Não achei uma resposta adequada (mas diria que sim)

Higienização:
P: Iodo funciona como desinfetante pra matar o corona? Em qual concentração? Se funcionar, iodofor é uma opção super barata, dá pra encontrar em qualquer loja agropecuária, e 1 litro dele concentrado rende praticamente pra sempre.
R: Não achei uma resposta adequada
R: Na minha cidade acabou o alcool gel e nas cidades vizinhas também.
Compartilharam num grupo do WhatsApp uma receita de álcool Gel .. segue a receita:
2 folhas de gelatina sem sabor 1 copo de agua quente para dissolver essaa duas folhas de gelatina
Esperar a água quente com as folhas de gelatina esfriar e adicionar 12 copos de álcool a 96° graus... e pronto!
Diz virar álcool gel de 72° a 75° graus...
Essa receita funciona para a higienização das mãos mesmo?
R: O álcool 96% evapora muito rápido em contato com o ambiente externo; essa receita aí não funciona não, sem contar que gelatina tem origem animal e por isso vai mofar facinho.
Na falta de produtos específicos, use água e sabonete para lavar as mãos várias vezes ao dia.
P: posso usar álcool em gel 80% de acender carvão, como álcool em gel para limpeza das mãos?
R: Nas vezes que eu vi meus professores ou algum especialista falando sobre isso, eles sempre dizem que o álcool gel 70 é melhor pra isso. Os mais fortes evaporam muito rápido e os micróbios conseguem sobreviver na sua mão, os mais fracos não tem tanta força pra matar os micróbios. O 70 seria como um equilíbrio entre a força do álcool e o ficar tempo suficiente pra fazer efeito. Outras quantidades devem funcionar, só que não são melhores que o 70.
P: Muita gente anda pagando caro por álcool "chique". Ou álcool de menor quantidade mas que fica na vitrine da farmácia e é mais caro. Esse álcool aqui, funciona normal também?
R: Esse teu álcool é de volumagem 70... Pode usar sem medo!
A única diferença dele para os "chiques" é que esse aí talvez resseque um pouco a pele por não conter hidratantes como os perfumados de farmácia
P: Pra quem não ta conseguindo achar álcool em gel, álcool 52° GL ou água oxigenada serve também?
R: Alcool 52° não serve.
P: Em face da falta de álcool 70, eu posso usar um spray de álcool hidratado com detergente de cozinha pra higienizar mãos e superfícies?
Meu ponto é que o melhor que a água, o álcool hidratado evapora, mas é molhado o suficiente para fazer até espuma com o detergente de cozinha. Não precisa dar o sermão de que isso não é o ideal, pq esse já está ok.
R: Não achei uma resposta adequada

Vírus em si:
P: Ja existe informação quanto a resistência do corona quando exposto ao sol?
Moro no nordeste e aqui o clima sempre em volta dos 32 graus. Me é inviável lavar as duas calças jeans que uso pra trabalhar todo dia, to expondo as calças jeans ao sol das 08h da manhã as 14h e torcendo pra servir de alguma forma.
R: Parece que o vírus não é tão resistente ao calor, o Átila chegou a falar um pouquinho sobre isso nesse vídeo com o Iberê do Manual do Mundo
P: Eu estou com dúvida referente a origem do vírus. No meu meio uns falam que foi do morcego, outros de um animal daquela região que parece um tatu e outro de frutos do mar. Qual é a origem desse vírus?
R: Esse vírus PROVAVELMENTE veio de um pangolim mas é originalmente de um morcego, ou seja, ele é uma zoonose que passou por mutação para infectar um hospedeiro intermediário e posteriormente o ser humano. A hipótese do pangolim faz mais sentido por se ter muito mais acesso a ele, ser uma iguaria, um dos animais mais contrabandeados do mundo.
"The WHO considers bats the most likely natural reservoir of SARS-CoV-2,[33] but differences between the bat coronavirus and SARS-CoV-2 suggest that humans were infected via an intermediate host.[34]"
"An intermediate reservoir such as a pangolin is also thought to be involved in its introduction to humans.[13][14]"
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Severe_acute_respiratory_syndrome_coronavirus_2
P: Vi o artigo do The Lancet sobre câncer e coronavírus e quero saber se os números de quem pegou coronavírus e tem/teve câncer podem estar relacionados com outras características que não o câncer já que a idade média das pessoas é maior além de que quem está em tratamento frequenta o hospital e está mais propenso a contrair a doença por ter mais chances de ser exposto. Tive câncer com 12 anos, nunca bebi e nem fumei. Só por ter tido isso já elevaria minhas chances de ter o coronavírus e complicações ou ainda é cedo para afirmar qualquer coisa?
Artigo do The Lancet: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045%2820%2930096-6/fulltext
R: O paper fala de pessoas em tratamento no momento.
Pessoas que tiveram cancer no passado não são consideradas grupos de risco
P: E esse paper? Acharam um anticorpo específico para tratamento?
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32134278/
R: Não. Ele tá reunindo o que se conhece de virus similares para levantar hipoteses e orientar a busca.
Não deu tempo de encontrar naada especifico, ensaios clinicos com testes em humanos levam anos
P: Recebi a notícia abaixo em um grupo de whatsapp e gostaria de saber se é verdadeira.
Informação preliminar, estão a estudar a razão do percurso da doença em Itália ser mais grave. Um dos factores foi a maioria dos doentes ter tomado ibuprofeno em casa. Juntaram o vírus e ibuprofeno no laboratório e chegaram à conclusão que a administração de ibuprofeno acelera a multiplicação do vírus e que está relacionado com percurso mais grave da doença. Recomendam evitar ibuprofeno e administrar paracetamol, aspirina, diclofenac. E há este artigo que fala um pouco sobre isso.
https://www.thelancet.com/journals/lanres/article/PIIS2213-2600(20)30116-8/fulltext30116-8/fulltext) "Human pathogenic coronaviruses (severe acute respiratory syndrome coronavirus [SARS-CoV] and SARS-CoV-2) bind to their target cells through angiotensin-converting enzyme 2 (ACE2), which is expressed by epithelial cells of the lung, intestine, kidney, and blood vessels.4 The expression of ACE2 is substantially increased in patients with type 1 or type 2 diabetes, who are treated with ACE inhibitors and angiotensin II type-I receptor blockers (ARBs).4 Hypertension is also treated with ACE inhibitors and ARBs, which results in an upregulation of ACE2.5 ACE2 can also be increased by thiazolidinediones and ibuprofen. These data suggest that ACE2 expression is increased in diabetes and treatment with ACE inhibitors and ARBs increases ACE2 expression. Consequently, the increased expression of ACE2 would facilitate infection with COVID-19. We therefore hypothesise that diabetes and hypertension treatment with ACE2-stimulating drugs increases the risk of developing severe and fatal COVID-19."
R: Não. Falei sobre isso aqui
Por favor, desminta isso
P: Recebi essa notícia de uma colega, vocês tem alguma informação a respeito?
https://www.news.com.au/lifestyle/health/health-problems/chinese-doctors-say-coronavirus-like-a-combination-of-sars-and-aids-can-cause-irreversible-lung-damage/news-story/f58f19c5eeae99b845c54e2d2b9305ca
R: Não achei uma resposta adequada
P: O estudo de que o pulmão fica danificado de 20 a 30% mesmo depois de se recuperar do vírus é real? E se sim, seria pra todos os casos?
R: O "estudo" é só relato de alguns casos em Hong Kong.
Não foram todos os pacientes e, mais importante, não temos nenhum motivo pra dizer que existe lesão permanente.
Simplesmente as pessoas apresentaram melhora clinica e receberam alta, mas ainda estavam ficando cansadas e tinham vestigios no pulmao.
O proprio medico apontou que isso pode melhorar com exercicios.
P: O sintoma da falta de ar do Covid-19 é uma falta de ar contínua, ou seja, que não para, ou a pessoa sente uma falta de ar, passa e depois volta?
R: É basicamente a mesma dificuldade de respirar de quem está gripado
Aliás, para efeitos práticos, os sintomas iniciais são indiferenciaveis de uma gripe. E a maioria dos casos melhora em até 1 semana, como uma gripe.
Se demorar mais que isso, ou estiver grave, procure atendimento.
P: Estava com uma dúvida com relação aos sintomas. Geralmente eles acontecem em associação ou um sintoma dos descritos pro covid-19 já basta pra acusar a contaminação?
Além disso, os sintomas vão aparecendo ao longo do tempo ou eles costumam ser mais notáveis de uma hora pra outra?
R: Não achei uma resposta adequada

Prevenção pré-crise:
P: É necessário fazer um mini estoque de alimentos e remédios ou isso não afeta a indústria farmacêutica?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Minha avó de 84 anos está na UTI e ela tem problemas respiratórios que a fazem dependente de oxigênio. Por conta do corona, restringiram as visitas.
Estou receoso de transmitir a ela alguma coisa. Fora os cuidados básicos de higiene, existe alguma precaução que possa ser tomada para isso? Devo usar máscara durante as visitas?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Acham que se eu tentar pegar covid19 agora e me isolar no mês de Março não vai ser melhor do que ainda correr risco de passar covid pra elas no mês que vem? Pra pegar o covid basta ir para um pronto socorro?
R: Previna-se! E se possível, insista para que sua mãe e avó não façam a viagem. O momento é de prevenção e não de "será que se eu pegar já é melhor" Não existe esse "melhor" já que ainda não temos cura ou tratamento efetivo.
P: Como é a evolução dos sintomas em quem foi infectado pelo vírus? Em media quais sintomas aparecem primeiro, em quantos dias eles vão piorando e quanto tempo leva para melhorar?
R: Não achei uma resposta adequada
P: o esquema é conter os picos apenas, até o vírus se instalar gradavivamente correto?
R: Não achei uma resposta adequada

Outros:
P: O Brasil (especialmente o Sudeste) está no meio de um surto de dengue e sarampo. É de se esperar que com o pico de casos do Coronavírus (e consequente superlotação dos hospitais) tenhamos aumento na mortalidade dessas doenças (seja pela dificuldade de tratamento, seja pela diminuição de diagnósticos)? Será que esse estresse que o Covid-19 vai causar no nosso sistema de saúde não vai gerar um "efeito cascata" e agravar as doenças 'domésticas' que nós já temos?
R: Não achei uma resposta adequada
P: Alguém tem uma comparação do surto de corona com o de sarampo, no ano passado?
Que eu saiba o sarampo é muito mais letal e dura muito mais tempo no ambiente... Mas não deu esse alarde todo.
Queria saber se tem algum motivo além do corona estar espalhado pelo mundo.
R: Sarampo tem vacina
submitted by Leotmat to coronabr [link] [comments]


2020.02.09 16:02 ankallima_ellen As Aventuras de Gabi nas Terras do Estrogênio – Sexagésima Primeira Semana

Início, meio, fim. Recomeço? Com a chegada de um novo ano, muitas de nós somos levadas a celebrar o fim de um ciclo junto com o começo de mais um. Reflexões diversas. Onde erramos? O que aprendemos? Em que melhorar? Podemos nos renovar? Meu 2019 foi um ano de inúmeras reinvenções. Reflexo de algumas decisões tomadas ainda em 2018. Processos adiabáticos requerem paciência e perseverança. Tomam mais tempo do que gostaríamos. Depois de anos vivendo em uma prisão sem paredes, imposta por um corpo e um papel que não nos vestem, temos pressa. Queremos colocar tudo em movimento. Queremos os frutos para ontem.
Em 2019 colhi muitos desses frutos e plantei outros. Vi o desabrochar do meu corpo. Uma lenta convergência entre a imagem que vejo no espelho e aquela que imagino. Sofri com uma disforia genital violenta, cuja causa ainda me elude por mais latente que agora esteja. Há questões ainda a destrinchar. Pouco mais de ano e meio nessa jornada certamente é insuficiente para tão ousada empreitada. Pude começar a enterrar o nome morto. Legalmente mulher. Legalmente Gabrielle. Tive medo, porém dei a cara à tapa. Um misto de coragem e desespero. Uma necessidade. Sair do armário foi ao mesmo tempo deveras assustador e recompensador. Não apenas por finalmente poder ser eu mesma, mas sobretudo por perceber que não estou sozinha. Quem tem amigos tem tudo. Claro, perdi pessoas queridas. Mas não se pode ganhar tudo. Fico feliz em ser amada como sou pela mulher que mais amo e admiro neste universo. Um luxo que infelizmente quase sempre é negado a corpos trans.
Quais serão os desafios para 2020? Claro, sobreviver no país que mais mata mulheres trans e travestis no mundo já é um baita feito. Ainda mais quando se insiste em tentar fazer a diferença ocupando espaços que até há pouco nos eram proibidos. Contudo, o que mais quero é estar bem comigo e ser feliz com a esposa. Quiça, finalmente nos casaremos no papel. Sonho de menina que não se aceitava menina e por isso não sonhava em casar. De fato, tinha ojeriza a qualquer coisa relacionada a casamento. A repressão funciona de formas tão torpes e tortas.
Em suma, não sei se quero me reinventar neste ano. Contento-me com me aprimorar. Ainda há muito a lapidar. Acho que estou me apaixonando mais e mais por quem me torno dia após dia e quero ver aonde essa trilha vai me levar. Nem tudo na vida é cíclico. Algumas coisas como a transição são bem lineares: começo, meio e fim. Um transiente entre dois estados: sofrimento e serenidade. O início certamente é fácil de identificar, muito embora não haja consenso em que evento comemorar. A descoberta de ser trans? A aceitação? O início da terapia hormonal? A saída do armário? A queda do nome morto? As cirurgias? Na dúvida comemoro todos cujas datas me lembro. Já o fim, parece-me muito mais elusivo. Muito mais difícil de precisar. Certo apenas que me encontro ainda no meio do caminho. Há muitas dúvidas e muita esperança do que apenas os hormônios podem tornar real. O que eu não ganhar na loteria da genética, talvez corrija na faca. Talvez precise arriscar um pouco mais para encontrar a minha plenitude. Sou uma obra inacabada.

Uma ótima semana a todes!
Beijos,
Gabi
submitted by ankallima_ellen to u/ankallima_ellen [link] [comments]


2019.10.22 19:13 Brunoekyte Como fazer a Gestão de marketing digital

Como fazer a Gestão de marketing digital
Este artigo atende departamentos de marketing digital ou agências digitais.
O marketing digital é uma ciência nova, com pouco mais de 10 anos. Por isso faltam processos consolidados e profissionais experientes, o que, na prática leva ao ciclo de tentativa e erro até chegar ao melhor caminho. Isto consome recursos e tempo. Então vence quem consegue se manter vivo neste período e aprender mais rápido com seus erros.
Quem dita o rumo do mercado são as mídias de alcance, como o Google, Facebook, soluções de e-mail e automação. São estas potências que promovem a base de conhecimento. Então é normal que a educação seja tendenciosa, com cada uma superestimando sua solução.
Não se discute mais se o marketing online é eficaz ou não. Ser competitivo e crescer requer competência no marketing digital e esta tendência ainda está em expansão.
Agora não basta mais “fazer marketing digital”, é preciso fazer melhor que a concorrência. E para alcançar isso é preciso descobrir a resposta para as seguintes perguntas:
  • Estratégia: Como superar a concorrência no marketing digital?
  • Produção: Como ser produtivo e reduzir custos?
  • Performance: Como gerar mais retorno por investimento em mídia?
  • Enfim, como ser melhor e ampliar o ROI (retorno do investimento)?
A grande resposta é simples de encontrar, porém complexa para aplicar: excelência na Gestão de Marketing Digital.

A relevância do marketing digital nas empresas

O marketing na era digital assumiu novas responsabilidades, chegando até mesmo a invadir parte do processo de vendas, que antes era de responsabilidade apenas do departamento comercial. As novas atribuições do marketing digital são:
  • Apresentar produtos em um nível avançado de detalhes.
  • Educar o cliente para que reconheça a necessidade das soluções.
  • Realizar uma parte do atendimento em mídias sociais.
  • Conduzir o consumidor até o momento de compra.
  • Reduzir as barreiras na etapa final de decisão de compras.
O departamento comercial passou a ser reativo, recebendo leads mais qualificados. A prospecção ativa é cada vez mais cara e menos eficaz. O consumidor mudou seu comportamento na era digital e aumentou a rejeição para este tipo de abordagem.
O gestor de marketing passou a ser ainda mais decisivo no resultado geral da empresa. O orçamento do marketing está crescendo a cada ano, e a expectativa é que continue evoluindo, segundo Gartner (uma das maiores empresas de pesquisa e consultoria do mundo). Vale destacar o orçamento para soluções de tecnologia para marketing digital, que cresceu de 22% em 2017 para 29% em 2018 (Fonte: ITForum365).

O que é Gestão de Marketing Digital

A Gestão de Marketing Digital, assim como a gestão da própria empresa, visa organizar e controlar recursos para se obter os resultados esperados. Ou seja, “fazer mais com menos, e cada vez melhor”.
Os principais objetivos são:

www.ekyte.com
– CUSTO: elevar a produtividade na produção do marketing. + RECEITA: aumentar os resultados das campanhas. = + ROI: aumentar o retorno sobre o investimento.

Os desafios na Gestão de Marketing Digital

O marketing digital é novo e complexo. Criar uma publicação ou enviar um e-mail são tarefas aparentemente simples. O desafio é definir as prioridades, coordenar as ações, cumprir prazos e superar os concorrentes.
São muitos cenários possíveis e não existem padrões consolidados para determinar o caminho correto, pois o segmento ainda é novo, e por isso apresenta um cenário imaturo:
  • Faltam protocolos.
  • Faltam profissionais.
  • A educação é tendenciosa.
  • Faltam ferramentas para gestão.
É responsabilidade da Gestão de Marketing Digital superar este cenário. A chave é investir em capacitação, tecnologia e processos. E para atingir altos níveis de eficiência é preciso ser persistente.

www.ekyte.com

As prioridades na Gestão de Marketing Digital

Há dois fatores que influenciam na prioridade do marketing digital:
  • Experiência da equipe.
  • Maturidade digital da empresa.
Se uma empresa investiu pouco em marketing digital e contrata a melhor equipe, precisará passar por etapas iniciais, como: criar um site, estabelecer seu tom de voz, criar relevância no Google, conquistar uma base de seguidores, e-mail e tráfego para remarketing. Isto consome tempo, e durante este período várias ações serão inviáveis, caras ou menos eficazes.
Qual a prioridade atual da sua empresa na Gestão de Marketing Digital? O infográfico abaixo mostra um quadrante entre experiência da equipe e maturidade digital da empresa. Veja como a prioridade da gestão evolui.

www.ekyte.com
Exemplo:
  • Equipe com baixa experiência + empresa com baixa maturidade digital: Ou seja, uma empresa que está iniciando no marketing digital com sua própria equipe, que fazia apenas o marketing tradicional. Prioridade: conhecimento.
  • Equipe com alta experiência + empresa com baixa maturidade digital: Ou seja, uma empresa que está iniciando e contratou uma agência ou criou um departamento de marketing digital com profissionais do mercado. Prioridade: planejamento.
  • Equipe com alta experiência + empresa com alta maturidade digital: Estamos falando de um pioneiro ou líder, que tem uma equipe experiente e completa. Prioridade: compliance. Ou seja, padronização para que todas as ações sigam os conceitos da marca, nenhuma campanha se sobreponha à outra e para que os recursos trabalhem em sincronia.
Então analise onde sua empresa está agora e priorize o que é mais importante.

Lidere: Como fazer a Gestão de Marketing Digital

Evoluir no marketing digital é um processo dinâmico que precisa de sincronia e persistência. Definir objetivos e medi-los é essencial para aprender e evoluir. A cada novo ciclo de campanhas a experiência da equipe e a maturidade digital da empresa devem evoluir e consequentemente, os resultados irão melhorar.

O ciclo contínuo do marketing digital

As ações têm tempo de duração, geram resultados e aprendizados. A responsabilidade da gestão abrange todo o ciclo, que pode ser resumido assim:

www.ekyte.com

As fases da Gestão de Marketing Digital

A gestão se divide em 4 fases que exigem diferentes habilidades, mas se complementam. O sucesso de uma depende da outra. São elas:

www.ekyte.com
Vamos entender como cada uma funciona.

www.ekyte.com
Estratégia
É o momento de definir onde ir e como chegar. Os resultados são os planos, que guiam para as próximas fases (produção e performance). A estratégia é como um GPS: não adianta executar algo perfeito que leva para o caminho errado.
Na fase de estratégia há ações pontuais e recorrentes:
  • Pontuais: feitas uma única vez ou em intervalos maiores de tempo. Exemplo: criar ou revisar o manual da marca.
  • Recorrentes: frequentes e contínuas. Exemplo: criar um plano de campanhas.
Aprenda a planejar campanhas em Como fazer um plano de campanhas de marketing digital.
A estratégia pode ser dividida em 4 etapas:
Briefing -> análise -> aprovação -> enviar para produção

Produção

A fase de produção é responsável por colocar a estratégia em prática, seguindo os planos com recursos humanos, tecnologia e processos. Além disso, atende as demandas diárias geradas pelos clientes internos e externos. Por exemplo: manutenção de sites, criações pontuais, dúvidas e relatórios.
A produção é guiada por tarefas, que passam pelas etapas:
Briefing -> análise -> conceito -> redação -> design -> homologação interna -> homologação externa -> construção -> homologação interna -> homologação externa -> publicação
Este fluxo é dinâmico, sendo que cada etapa pode levar apenas minutos ou horas. O mesmo profissional pode assumir algumas etapas, mas é comum que várias pessoas sejam envolvidas em cada tarefa. Apesar da sequência linear das etapas, é muito comum uma demanda retornar a passos anteriores ou pular etapas.
As ferramentas para controle de tarefas e projetos utilizadas no marketing digital não estão preparadas para esta dinâmica. Não atendem a esta lógica ou são muito complexas para configurar e ajustar de acordo com a realidade de cada negócio.
Conheça o eKyte, software de Gestão de Marketing Digital que oferece um Controle de Tarefas projetado exclusivamente para equipes de marketing, além de diversas outras ferramentas.

Performance

Após concluir a etapa de publicação inicia-se a fase de performance para ampliar o alcance e conquistar os objetivos.
As etapas são:
Divulgação -> monitoramento -> otimização
A divulgação consiste em patrocinar as campanhas nos canais próprios ou de terceiros, como no caso de influenciadores digitais.
O monitoramento acompanha e mede o desempenho com dados e estatísticas.
A otimização age sobre estas métricas para tomar ações rápidas e melhorar resultados, com:
  • Ajuste de orçamento.
  • Interrupção de campanhas ou publicações.
  • Solicitação de ajustes ou novas criações.
  • Aprimoramento de segmentação de públicos.

Conhecimento

A fase de conhecimento acontece em paralelo com as demais, embora tenha uma demanda maior durante e após a performance. Afinal, são os dados reais que dão a resposta final sobre o desempenho das campanhas e geram as lições aprendidas.
As etapas do conhecimento são:
Aprendizado humano -> aprendizado de máquina (*) -> aprimorar a base estatística (**) -> prover inteligência para a estratégia.
O aprendizado humano fortalece as competências no:
  • Uso das tecnologias, por exemplo: treinamento do Google Ads, usabilidade de sites, edição de vídeos).
  • Comportamento humano, por exemplo: entender as preferências dos públicos e como aprimorar a comunicação).
  • Mapeamento de processos, por exemplo: passos para construir uma landing page, como criar um plano de campanhas, como extrair e analisar relatórios).
(*) Aprendizado de máquina ou machine learning é um ramo da inteligência artificial, que no marketing digital consiste em utilizar uma grande massa de dados e algoritmos matemáticos para encontrar padrões de comportamento. Estas análises são inviáveis sem tecnologia, pois ao cruzar os dados, milhões de combinações interferem no desempenho.
Exemplo: descobrir que a geração Y costuma clicar 3 vezes mais em anúncios de determinado produto entre 21:00 e 22:00 nas segundas-feiras. Assim pode-se reforçar as campanhas para este público neste horário e com isso aumentar significativamente os resultados.
(**) Aprimorar a base de estatística é crucial para a maturidade digital. Os dados são gerados e armazenados em ferramentas como Google Analytics, mídias de alcance como Google Ads, Facebook Ads e relatórios próprios.
Por fim, após a execução da campanha, há a medição dos resultados e consequente aprendizado, para reiniciar a estratégia e fazer ainda melhor. Manter e fortalecer o que funcionou, ajustar ou abandonar o que trouxe menos resultado.

Os profissionais e as equipes de marketing digital

A nomenclatura para cada cargo ainda é bem variada. Muitos gostam de usar nomenclaturas em inglês e há vários títulos para representar a mesma coisa. Vamos citar uma nomenclatura mais simples, mas não há certo ou errado, apenas padrões diferentes.

Equipe padrão

Uma equipe de marketing digital padrão possui os seguintes profissionais:
  • Gestor: CMO, diretor ou gerente.
  • Coordenador.
  • Analista de marketing digital.
  • Assistente de marketing digital.
  • Redator.
  • Designer.
  • Desenvolvedor web.

Equipe enxuta

Em uma equipe menor, um profissional desempenha mais de um papel:
  • Analista (e coordenador).
  • Assistente (e redator).
  • Designer (e desenvolvedor web).

Equipe ampla

Já em equipes com orçamento amplo, as atividades podem ser quebradas em ainda mais especialistas, além dos profissionais padrões citados anteriormente:
  • Analista de mídia social.
  • Analista de SEO.
  • Analista de CRO.
  • Analista de UX (usabilidade).
  • Cientista de dados.
  • Analista de testes.
  • Analista de atendimento.
  • Analista de marcas.
  • Programador front-end.
  • Programador back-end.
  • Arquiteto de software.
É papel da Gestão de Marketing Digital contratar, capacitar e dividir as responsabilidades de cada profissional da equipe.
Saiba mais em Quais são os profissionais e cargos de equipes de Marketing Digital

A eficiência na Gestão de Marketing Digital

A equação que se espera da gestão é fazer mais com menos. O que isso significa:
  • Fazer mais = mais resultado O “fazer mais” se refere ao retorno final em vendas ou meta projetada. Não significa realizar maior volume de criações. Uma equipe de marketing digital não pode ser considerada melhor que outra porque produziu 10 peças ao invés de 5.
  • Com menos = menor custo “Com menos” abrange dois aspectos que podem ser conquistados com profissionais mais capacitados, e também com melhores processos e ferramentas:
    • Planejar e produzir com menor custo de mão de obra.
    • Obter maior retorno possível sobre o investimento em mídia (ROAS), fruto de estratégias corretas e otimização das campanhas.

Principais erros na Gestão de Marketing Digital

Em cada fase podem ocorrer erros que comprometem a própria fase e as seguintes. Veja alguns exemplos de erros comuns que os gestores precisam superar:
  • Erro de estratégia O analista de marketing digital define que uma campanha terá 1 publicação por dia, mas seu orçamento é inviável para esta quantidade. O indicado seria 1 por semana. Para complicar, a publicação orgânica não gera resultados nem para pagar o custo de criação.
  • Erro de produção O designer não usa templates para agilizar o processo, nem reaproveita seus próprios modelos de sucesso de campanhas anteriores. Além de sempre fazer novas apostas que podem dar errado na performance, ele aumenta muito seu tempo de criação e também de homologação, já que se tratam de novos conceitos.
  • Erro de performance Foram criadas muitas publicações para um orçamento reduzido. Além disso o analista criou diversos públicos. O resultado deste cruzamento será um desastre: vários anúncios vão rodar para uma pequena parcela do público. O alcance será baixo e com tantas informações, será difícil chegar a alguma conclusão.
  • Erro de conhecimento A campanha acaba e os resultados são abaixo do esperado. Mas não há experiência ou cultura para interpretar os dados. Então surge a conclusão equivocada, baseada no “achismo”: “precisamos melhorar os criativos, fazer mais publicações e ampliar nossos públicos. ” Então a próxima campanha começa com ainda mais publicações e mais exigência de criatividade na produção.
Mas podemos resumir os principais erros em:
  • Falta de estratégia e planejamento
  • Priorizar o volume ao invés de qualidade
  • Dificuldade para analisar e interpretar métricas
  • Falta de persistência, pensar a curto prazo.

Ferramentas para Gestão de Marketing Digital

O número de ferramentas disparou nos últimos anos. Apesar disso, poucas são voltadas para a gestão de marketing digital. A maioria se concentra na execução das campanhas e anúncios pagos.
Comparando com um processo de manufatura, é como se a empresa trabalhasse apenas com softwares para controlar as máquinas, sem soluções para gestão empresarial. O que o mercado precisa? O que a próxima etapa do processo aguarda? Como estão os estoques? Por isto a gestão de manufatura está integrada na gestão de toda a organização.
O amadurecimento do marketing digital está indo para mesmo caminho. A gestão não pode ser feita pelas ferramentas de alcance ou por controles isolados.
A ferramenta de gestão de marketing digital precisa ser:
  • O coração da estratégia, o ponto de partida.
  • O guia dos padrões e processos.
  • O controle diário da operação.
  • A fonte de visibilidade e de medição.
  • A curadoria e a inteligência para uma evolução rápida.

Quais ferramentas sua empresa utiliza na Gestão de Marketing Digital?

Faça este exercício e crie um mapa das tecnologias empregadas em cada fase. Talvez o cenário seja algo parecido com isto:
www.ekyte.com
As soluções não integram entre si. São genéricas e adaptadas para processos imaturos de marketing digital.
Por exemplo, o RD Station ou HubSpot são excelentes plataformas de automação e disparo de e-mail marketing. Apoiam de forma parcial outros processos, como SEO e gestão de mídias sociais. Enfim, são ferramentas para a execução e não para a Gestão de Marketing Digital.

O mapa de ferramentas para Gestão de Marketing Digital

As tecnologias devem auxiliar o processo antes e depois das ferramentas utilizadas para execução das campanhas.
Seja um departamento interno ou uma agência digital, as soluções devem estar integradas e ter os seguintes recursos:

www.ekyte.com
  • Branding e planos de campanha: organizar e zelar pela estratégia da marca e diretrizes institucionais. Gerar e disseminar o Brandbook , processos, ideias e planos de marketing.
  • Planejamento de campanhas: criar o plano de campanhas recorrentes de marketing digital. Definir os objetivos, mídias, orçamento, publicações e ações.
  • Tarefas e projetos: controlar as tarefas com fluxo dinâmico e projetado para a realidade do marketing digital. Inteligência para definir o fluxo por tipo de tarefa, alocar profissionais e priorizar as demandas.
  • Colaboração e aprovação: incentivar e facilitar a comunicação entre equipe e clientes internos e externos. Briefing, atendimento às demandas e aprovação de planos e criações.
  • Atendimento: receber as demandas de clientes externos e internos, organizar e promover fluxo ágil de atendimento. Integrar com controle de tarefas para entregas mais complexas.
  • Apontamento e produtividade: registrar as horas trabalhadas e utilizar relatórios de produtividade para otimizar processos e reduzir desperdício.
  • Biblioteca digital: organizar e controlar os ativos. Evitar desperdícios e promover a visibilidade para toda a equipe, em qualquer lugar e a qualquer momento.
  • Publicação de anúncios: agilizar a postagem de mídias digitais com integração automática de anúncios, e também facilitar a publicação manual em canais sem integração.
  • Data-driven marketing 360: otimizar a produtividade e performance. Prover indicadores precisos na hora certa e transformar números em dicas inteligentes de oportunidades. Visão unificada dos resultados de todas as mídias. Simplificar a análise humana com algoritmos avançados e relatórios fáceis de compreender.
  • Inteligência artificial: utilizar machine learning (aprendizado de máquina) para encontrar padrões em grandes volumes de dados, o que é impossível para análise humana. Por fim, interpretar as métricas e indicar oportunidades.
  • Integração com mídias digitais: conectar as mídias de alcance. Agilizar a operação e promover uma visão unificada de métricas e resultados. Sem isto não há como enxergar o marketing digital de forma única, que é a forma que os consumidores enxergam.
  • Conhecimento: o marketing digital evolui muito rápido e aprender sempre é fundamental. Analisar o próprio resultado para buscar mais informação.

O novo cenário em tecnologia para Gestão de Marketing Digital

É este cenário imaturo do marketing digital que estamos trabalhando para transformar. Em 2016, sofríamos na prática com estas lacunas no processo. Então procuramos soluções de gestão, mas não encontramos. Neste momento decidimos que nossa missão seria cobrir esta lacuna e ajudar na evolução.
Então juntamos nossa experiência de 25 anos de software e 10 anos de marketing digital, para idealizar uma solução e iniciamos um projeto desafiador: o eKyte, Software de Gestão de Marketing Digital.
Assim que começamos a utilizar os primeiros recursos do eKyte os resultados apareceram e superaram nossas expectativas. A cada nova ferramenta liberada, dávamos mais um salto na produtividade e nos resultados.
A plataforma atende as 4 fases da Gestão de Marketing Digital. Atua antes e depois das soluções atuais de alcance, como Google Ads, Facebook Ads, marketing cloud, mídia programática, e-mail e automação.
Conheça o eKyte e deixe as suas sugestões ou dúvidas nos comentários deste conteúdo.

Conclusão

A internet é a principal mídia digital da atualidade. O marketing digital assumiu papel decisivo no resultado financeiro das empresas. Mas o cenário é cada vez mais competitivo. A Gestão de Marketing Digital vai definir os vencedores do mercado. Há muito o que evoluir, e a atenção deve estar em pessoas, tecnologia e processos. Seja inteligente e persistente!
Links relacionados:
submitted by Brunoekyte to MarketingDigitalBR [link] [comments]


2019.10.21 15:57 Brunoekyte Como fazer um Plano de Campanhas de marketing digital

Como fazer um Plano de Campanhas de marketing digital
O planejamento eleva a produtividade no processo de criação e aumenta o resultado das campanhas. É um esforço para escolher a melhor estratégia, que vai guiar os profissionais de criação e performance para o sucesso das campanhas.
Se sua empresa não planeja campanhas digitais de forma profissional, saiba que não está sozinha. O marketing digital está cada vez mais competitivo e decisivo no sucesso das empresas. Para vencer é preciso inteligência e organização.
Neste conteúdo você aprenderá a fazer um plano profissional de marketing digital.
O plano esclarece várias questões, como:
Estas e outras dúvidas serão esclarecidas neste conteúdo, para que você possa criar um plano do zero ou aprimorar sua forma atual de planejar Campanhas de Marketing Digital.

O processo de planejamento de Campanhas de Marketing Digital

Dividimos o marketing digital em 4 fases: estratégia, produção, performance e conhecimento.
www.ekyte.com/guide
O planejamento de campanhas faz parte da fase de estratégia, e gera os insumos para a fase de produção e performance.
Fazer uma campanha isolada no marketing digital é simples, mas os resultados esperados são limitados. Afinal, se sua empresa consegue executar com pouco esforço, é provável que a maioria de seus concorrentes também consiga. Lembrando que neste caso todas as empresas que disputam os mesmos públicos e canais de marketing estão concorrendo.
Alcançar o ROI (retorno do investimento) para gerar um resultado impactante e crescente só é possível com inteligência, que inicia com um bom plano de marketing.
Então o que diferencia as empresas vencedoras? A estratégia e a persistência. Claro, o valor agregado do produto final é pré-requisito para o sucesso.

O que é um Plano de Campanhas

O Plano de Campanhas Digitais é o resultado final do processo de planejamento e guiará as próximas fases: produção e performance.
Ele é um agrupamento de várias campanhas que compartilham um mesmo orçamento e trabalham de forma coordenada para atingir objetivos. Pode-se utilizar um único plano para toda a empresa ou criar planos separados por unidades de negócio, categorias de produto, regiões, etc.
A soma do orçamento das campanhas representa o total do plano.
Exemplo simples de um plano com três campanhas:
Plano de Campanhas – R$ 1.000
  • Campanha 1 – R$ 600
  • Campanha 2 – R$ 250
  • Campanha 3 – R$ 150

Etapas do planejamento

Para elaborar um Plano de Campanhas é necessário executar as seguintes etapas:
Briefing -> Análise -> Aprovação -> Gerar tarefas

Briefing

O primeiro passo é entender a visão do cliente sobre o desempenho das últimas campanhas, ou apresentar os resultados caso ele não acompanhe no dia a dia. Isto permite alinhar expectativas para as próximas campanhas.
É importante ser realista nas conversas, principalmente na questão de retorno versus investimento. É comum o cliente desejar mais resultado do que o orçamento disponível para patrocinar as campanhas. Então este é o momento de alinhar as métricas, ou seja, quanto o orçamento atual pode promover em resultados.
Dúvidas? Veja o conceito de maturidade no marketing digital.
Após alinhar resultados anteriores e expectativas, o briefing é o momento de conversar com o cliente sobre as próximas campanhas, seja ele da própria empresa (no caso de equipes internas de marketing) ou um cliente externo (no caso das agências). O objetivo é definir a estratégia, como produtos em destaque, sazonalidades, diferenciais competitivos e promoções.
Não é necessário detalhar as criações, isto será feito peça a peça no momento da produção. O que importa nesta fase é o “que”, não o “como”.
A reunião pode ser presencial, online ou até mesmo uma troca de mensagens por e-mail. No caso de reunião deve-se registrar em ata o que foi acordado.

Análise

É o momento que o analista de marketing digital cria o Plano da Campanha, com base no briefing, últimas campanhas e experiência.
Para as campanhas recorrentes (mensais ou periódicas), deve-se utilizar como base a última campanha, fazendo evoluções pontuais. Mudanças radicais dificultam a análise do que funciona melhor, pois com muitos parâmetros é inviável compreender o motivo das variações de resultados.

Aprovação

Envie o Plano de Campanhas para o cliente em um formato que seja legível para ele. Receba as críticas e ajuste, até que esteja 100% aprovado. Se necessário faça uma apresentação presencial. Mas em muitos casos não há tempo viável, então a aprovação por meio de uma conversa online é suficiente.
Com o passar do tempo a comunicação ficará mais fácil, pois o cliente se torna mais experiente e as campanhas mais estáveis.

Gerar tarefas

Este é o momento de comunicar à equipe de produção o que precisa ser feito. Deve-se criar uma tarefa para cada publicação e ação planejada.
Executar a criação será um trabalho da próxima fase: produção. Este será o momento onde o assistente ou analista de marketing solicitará o briefing das publicações (anúncios e conteúdos).
Dependendo do plano esta etapa pode ser trabalhosa e complexa, com dezenas ou centenas de tarefas. Procure um software para ajudar nesta etapa. Isso vai aumentar a produtividade e reduzir a chance de erros.
O eKyte é um software de gestão de marketing digital que permite planejar e gerar tarefas com um clique. As tarefas são controladas em um fluxo de trabalho projetado exclusivamente para o marketing digital. Conheça.

Modelo de Plano de Campanhas de Marketing Digital

Vamos apresentar um modelo que pode ser utilizado em qualquer tipo de campanha de marketing digital, independentemente das táticas utilizadas.
Para organizar, as informações são agrupadas em:
Identificação do Plano -> Briefing e Estratégia -> Campanhas -> Distribuição do Orçamento -> Outras Ações -> Calendário -> Apresentação do Plano

Identificação do Plano

Nome do plano

Pode ser o período (“SETEMBRO 2018”), um nome específico (“Black Friday”) ou outro padrão de livre escolha.

Analista responsável

É quem criou o plano e deverá ser consultado mais adiante pela equipe que vai trabalhar na produção e performance. Em muitos casos o analista também é responsável pela performance, e um dos aprovadores das publicações (anúncios e conteúdos) que serão criadas.

Período de veiculação

Define quando as campanhas devem iniciar e finalizar. O período é livre. Mas comumente se trabalha com planos mensais para acompanhar o ciclo financeiro do consumidor, da empresa e também as metas comerciais. Uma das boas práticas é trabalhar com planos recorrentes: a cada mês ou período escolhido, o último plano é duplicado e melhorias são realizadas. Em alguns momentos podem haver campanhas sazonais, como a Black Friday, que pode entrar nos planos recorrentes ou ser um plano separado.

Orçamento aprovado

É o valor máximo que pode ser utilizado.

Briefing e Estratégia

Com base no briefing e na experiência de outras campanhas, o analista faz anotações para guiar seu processo de planejamento, e também as próximas fases: produção e performance.
Este passo pode ser rápido como uma simples organização de ideias com base em experiência, ou pode ser um momento de pesquisa e estudo para encontrar outros caminhos.

Orientação do cliente

Transcrição da ata de reunião ou das mensagens trocadas com o cliente. Esta informação será apresentada no Plano de Campanhas, para que fique claro o que foi solicitado.
As próximas informações definem a estratégia geral do plano. São indicadas pelo analista de marketing digital com base no briefing e na sua experiência.

Complemento do analista

Interpretar e resumir o briefing, organizar as ideias e pontuar as diretrizes do Plano de Campanhas.

Objetivos

Descrever o que se espera das campanhas e suas prioridades. Por exemplo: aumentar as vendas na faixa etária jovem, lançar uma nova linha de produtos, iniciar a operação na região sul, aumentar a base de leads para as campanhas de natal.
Dúvidas? Veja o conceito de objetivo no marketing digital.

Público-alvo

Descrever os públicos principais que serão utilizados, ou mudanças que devem ser feitas em relação aos últimos planos. É apenas uma visão geral. Haverá um passo futuro para detalhar as campanhas, onde os públicos serão informados em detalhes.

Estratégia de comunicação

Quais táticas serão utilizadas para conquistar a atenção e convencer os clientes. Anúncios, conteúdos? Este campo é livre para falar sobre ideias visuais, verbais, comportamentais, etc. Caso a campanha siga padrões anteriores não é necessário descrever, apenas cite o que deve ser repetido.
Dúvidas? Veja o conceito de estratégia de comunicação no marketing digital.

Inspirações

Citar outras marcas que possam inspirar o plano, seja pelo visual, forma de comunicação ou estratégias utilizadas. Podem ser concorrentes ou outras empresas. As referências facilitam o processo de criação e aprovação.

Campanhas

Neste passo deve-se detalhar as campanhas.
A estrutura das campanhas deve seguir o que já é utilizado pelos principais canais, como Google Ads e Facebook Ads, afinal, são nestes canais que as publicações serão executadas.
https://preview.redd.it/6dopxc5zgwt31.png?width=758&format=png&auto=webp&s=62f8b8c02863283fcc866e9208845f36133dc63f
Dúvidas? Veja o conceito de campanhas e suas divisões.

Plano de Campanhas

É um agrupamento de campanhas que compartilham um orçamento. As campanhas de um plano podem ser complementares para atingir um objetivo comum, ou podem ser isoladas e estarem em um mesmo plano apenas para compartilhar a verba de mídia.

Campanha

Seu principal objetivo no plano é organizar. É formada por um ou mais grupos de anúncio.
O formato de como dividir as campanhas é livre. Pode ser agrupando por categorias de produto, promoções, estratégias de comunicação, unidades de negócio, canais de marketing, táticas de marketing, personas, produtos, etc.
Exemplo:
  • Plano 1 – Por categoria de produto
    • Campanha A: vestidos de festa
    • Campanha B: vestidos de noiva
    • Campanha C: sapatos casuais
  • Plano 2 – Por promoção
    • Campanha A: novidades
    • Campanha B: mais vendidos
    • Campanha C: frete grátis
  • Plano 3 – Por estratégia de comunicação
    • Campanha A: anúncio de produto
    • Campanha B: anúncio institucional – marca
    • Campanha C: conteúdo
  • Plano 4 – Por unidade de negócio
    • Campanha A: automotivo
    • Campanha B: eletrodomésticos
  • Plano 5 – Por canais de marketing
    • Campanha A: Google
    • Campanha B: Facebook
    • Campanha C: e-mail marketing
  • Plano 6 – Por táticas
  • Plano 7 – Por persona ou público
    • Campanha A: pessoa física
    • Campanha B: pessoa jurídica PME
    • Campanha B: pessoa jurídica grandes empresas
Dúvidas? Veja o conceito de canal de alcance, atração, encantamento e conversão.

Grupo de anúncios ou grupo de publicações

Quem alcançar, como alcançar e como converter. Descreve a segmentação de público e o canal de marketing que será utilizado.
As informações para descrever um grupo de anúncios são:

Publicação

É qualquer artefato que será “publicado” nos canais de marketing. Pode ser um anúncio no Facebook, uma campanha de pesquisa no Google, um conteúdo no blog, uma landing page ou um e-mail marketing. Enfim, qualquer peça digital.
Esta etapa ainda não é o momento para definir os detalhes criativos da publicação. O objetivo aqui é definir quais publicações serão produzidas ou reaproveitadas. Na fase seguinte, de produção, é onde serão levantadas as informações necessárias para a execução criativa das publicações.
As informações para descrever uma publicação são:
  • Canal da publicação
  • Canal da conversão
  • Criar nova ou utilizar uma já existente
    • Caso já exista: quais são?
    • Caso seja nova, descrever:
      • Formato (imagem, vídeo, texto, carrossel, etc…)
      • Layout (especificações de tamanho, duração do vídeo, etc …)
      • Descrição (direcionamento básico para criação)
      • Qual equipe vai criar, publicar e divulgar: própria, terceiros, etc.
      • Link ou página de conversão
Dúvidas? Veja o conceito de publicação.

Exemplo de campanha: Novembro (Plano de Campanhas)

  • Produto – Vendas (campanha)
    • Google Ads Pesquisa (grupo)
      • Anúncios diversos (Publicação)
      • Anúncios dinâmicos (Publicação)
    • Bing Ads (grupo)
      • Anúncios diversos (Publicação)
    • Google Shopping (grupo)
      • Anúncios dinâmicos (Publicação)
    • Google Display (grupo)
      • Banner 1 (Publicação)
      • Banner 2 (Publicação)
      • Banner 3 (Publicação)
      • Anúncio dinâmico (Publicação)
    • Facebook e Instagram – Catálogo (grupo)
      • Anúncio dinâmico (Publicação)
    • Facebook e Instagram – Anúncios (grupo)
      • Banner 1 (Publicação)
      • Banner 2 (Publicação)
    • Instagram Stories – Anúncios (grupo)
      • Banner 1 (Publicação)
      • Banner 2 (Publicação)
  • Conteúdo (campanha)
    • Topo de funil – Facebook e Blog (grupo)
      • Texto 1 (Publicação)
      • Texto 2 (Publicação)
      • Vídeo 1(Publicação)
    • Comercial – Facebook e Blog (grupo)
      • Texto 3 (Publicação)
      • Vídeo 5 (Publicação)
    • Newsletter – E-mail e Blog (grupo)
      • Resumo quinzenal 1 (Publicação)
      • Resumo quinzenal 2 (Publicação)
  • Oferta – Black Friday (campanha)
    • Google Display (grupo)
      • Banner 1 (Publicação)
    • Facebook e Instagram – Anúncios (grupo)
      • Banner 1 (Publicação)
    • Instagram Stories – Anúncios (grupo)
      • Banner 1 (Publicação)
    • E-mail marketing (grupo)
      • E-mail 1 (Publicação)
      • E-mail 2 (Publicação)
    • Banners e Landing Page (grupo)
      • Banner Site (Publicação)
      • Capa Facebook (Publicação)
      • Landing Page Black Friday (Publicação)
Dúvidas? Veja o conceito de mídia social, rede social, plataforma e canal de marketing.

Distribuição do orçamento

Após definir todas as campanhas, grupos de anúncio e publicações é hora de dividir o orçamento. A divisão deve ser realizada para cada público dos grupos de anúncio.
Por que dividir por público? Porque as mídias de alcance como Facebook e Google permitem a segmentação por público. Além disso, eles têm tamanho e prioridades (conforme a qualidade) diferentes.
Por exemplo, um público de 5 mil pessoas logicamente requer orçamento menor que um público de 200 mil pessoas. Já públicos de remarketing e seguidores costumam ter conversão superior aos públicos segmentados, portanto tem maior prioridade e devem receber orçamento proporcional.
A soma dos públicos é igual ao seu grupo de anúncio. E a soma dos grupos de anúncio é igual ao total da campanha. Por fim, a soma das campanhas deve ser coerente com o orçamento total liberado. Conforme o exemplo abaixo:
Orçamento total: R$ 10.000
  • Campanha 1 – R$7.000
    • Grupo de anúncio A – R$ 5.000
      • Público I – R$3.000
      • Público II – R$2.000
    • Grupo de anúncio B – 2.000
      • Público I – R$1.000
      • Público II – R$500
      • Público III – R$500
  • Campanha 2 – R$3.000
    • Grupo de anúncio A – R$ 1.300
      • Público I – R$1.300
      • Grupo de anúncio B – 1.700

Outras ações

Além das publicações que são planejadas nas campanhas, podem ser necessárias outras tarefas para executar as campanhas.
Exemplos:
  • Realizar configurações no site para rastrear conversões.
  • Contratar uma ferramenta de pop up.
  • Executar uma evolução no site.
  • Remover sequência de e-mail de automação.
  • Alterar banners do blog para a nova campanha.
O que precisa ser indicado:
  • Título.
  • Tipo de tarefa.
  • Data de entrega.
  • Descrição para ajudar na execução.
  • Executor: opcional. Informar apenas se não for o responsável padrão da equipe, pois não é responsabilidade do planejamento definir quem fará cada atividade.

Calendário

Agrupe tudo pela data de publicação. Visualize em formato de calendário para garantir que as datas estão coerentes com os dias de semana e período do Plano de Campanhas. Confira se não há momentos sem publicações ou em excesso.

Apresentação do Plano

Ok, todas as informações foram definidas. Agora é necessário apresentar para os gestores do marketing e depois para clientes internos ou externos. É fundamental caprichar no design para que seja de fácil compreensão. A apresentação não é o plano completo, e sim um resumo dos pontos importantes para quem vai aprovar. É importante que contenha informações como:
  • O que será feito
  • Quando
  • Quanto vai custar
  • Metas
Como será feito não é importante neste momento, então não precisa detalhar, por exemplo, o briefing detalhado das publicações. Lembre-se que os direcionamentos criativos serão trabalhados na fase de produção, e somente depois disso o analista de marketing ou demais responsáveis devem colaborar para a aprovação da publicação.
As informações relevantes para apresentar o plano são:
  • Identificação do plano
  • Complemento do analista
  • Resumo das campanhas
    • Campanhas, grupos, publicações
      • Canais
      • Objetivos
      • Metas previstas
      • Públicos
      • Orçamento
    • Calendário

O que acontece depois do planejamento

A partir do Plano de Campanhas aprovado, termina da fase de Estratégia e inicia-se a fase de Produção.Entenda o fluxo de trabalho de uma tarefa no marketing digital.
Cada publicação e ação do plano precisa ter uma tarefa, que seguirá algumas etapas na produção, podendo variar de acordo com o que está sendo criado. Por exemplo:
Conceito -> redação -> design -> construção -> aprovação -> publicação
E depois das publicações realizadas, inicia-se a fase de Performance, com as etapas:
Divulgação -> monitoramento -> otimização
Em paralelo e a qualquer momento, deve ocorrer fase de Conhecimento, com as etapas:
Aprendizado humano -> aprendizado de máquina com inteligência artificial -> iniciar novo ciclo de estratégia

Conclusão

Planejar é fundamental em qualquer atividade, inclusive no marketing digital. O plano vai guiar o processo para:
  • Evitar desperdício na produção.
  • Otimizar o orçamento.
  • Cumprir prazos.
  • Aprender e evoluir.
  • Enfim, aumentar os resultados e atender os objetivos.
Para ser mais eficaz e produtivo no planejamento, produção e performance, utilize um software específico para esta finalidade. Conheça o eKyte
Seja persistente. A cada novo plano que criar, será mais fácil executar e conquistar melhores resultados.
Links relacionados:
submitted by Brunoekyte to MarketingDigitalBR [link] [comments]


2019.10.10 19:41 simonekama Ideias para bares terem mais clientes e marketing digital para restaurante.

Ideias para bares terem mais clientes e marketing digital para restaurante.
Marketing digital para restaurante através da Rush Eventos e diversas ideias para bares trazer mais clientes para o estabelecimento.
Primeiro temos que arrumar a casa, tanto do bar quanto do restaurante e aí vão algumas dicas importantes:

Ambiente agradável é uma das ótimas idéias para bares que ajudam a cativar o cliente.

Um dos pontos mais importantes em um estabelecimento voltado para o entretenimento é o ambiente. O local precisa ser convidativo, bem decorado e estimular o consumidor a ficar mais tempo (e desejar voltar). Por isso, é preciso prestar atenção em todos os detalhes.
Confira a seguir algumas dicas imperdíveis para garantir que o ambiente seja impecável.

Entretenimento.

Sair para jantar e escutar uma boa música ao vivo é bastante prazeroso, mas sair para jantar e não conseguir nem se comunicar com o garçom é bem frustrante. Se você for oferecer forma de entretenimento tal como música ao vivo, garanta que está fazendo um bom trabalho e não atrapalhando seus clientes, com um volume adequado e com mesas longe o suficiente para aqueles que não estão ali pela música.
Indo mais a fundo na questão de entretenimento, tem muitas opções que você pode utilizar para chamar atenção do público atual e ainda atrair um novo público ao seu estabelecimento.

Crie um diferencial para o seu restaurante.

O mercado está cheio das mesmas coisas. Para sobreviver à concorrência, não basta ser apenas bom, é preciso ser diferente e único naquilo que faz.
O seu restaurante possui algum diferencial? Abrange alguma característica que o torna melhor que os outros?
Saiba que um diferencial inovador é o que vai torná-lo uma referência junto aos seus clientes e colocá-lo a frente dos seus concorrentes.
Esse diferencial pode vir a partir das várias estratégias de marketing aliadas ao uso das novas tecnologias disponíveis no mercado, como:
  • um aplicativo próprio para reservas, pedidos ou pagamentos on-line via mobile;
  • ou um cardápio eletrônico com design que destaque a sua comida e faça os seus clientes salivarem só de olharem para ele.

Use a geolocalização para segmentar clientes

Lembra-se da frase “quem não é visto não é lembrado”? Então, se o seu restaurante não estiver cadastrado em algum aplicativo que possa facilitar a sua localização, dificilmente conseguirá ser encontrado por um usuário.
A geolocalização pode potencializar o seu marketing de indicação, pois você pode incentivar os seus usuários a falarem bem do seu restaurante e da sua comida, conquistando, assim, novos clientes.
Hoje, as pessoas utilizam a internet para quase tudo, inclusive para localizar os melhores restaurantes especializados em gastronomia diferenciada.
Mas o que você talvez não saiba é que é possível aproveitar o IP ou GPS dos usuários para entender melhor os seus perfis de consumo — e, assim, acompanhá-los e segmentá-los mais facilmente.

Como ampliar a propaganda de bar com a Rush Eventos.

Idéias para atrair clientes para o bar através da Rush Eventos. Uma empresa que tem conhecimento e experiência para trazer mais clientes para o seu negócio. Oferecemos serviços para seu estabelecimento ampliar a captação de aniversários, público em geral, criação de artes e desenvolvimento de sites profissionais para bares.

Atraia clientes para o bar através de aniversários.

Você deve saber que uma das coisas que mais traz clientes para sua casa, é ter muitos aniversários marcados e é aí que a Rush Eventos entra, nós temos um sistema que traz muito mais aniversariantes do mês pro seu estabelecimento.

E como funcionam essas ideias de bares através desse sistema de aniversários?

Vou citar como exemplo, a região da Grande São Paulo. Possuímos o pacote Starter que atinge média de 25 mil aniversariantes do mês, a ação é feita na sua própria página do facebook e você administra os resultados.
E se você quer ter mais de aniversários, temos o sistema Plus que atinge média de 50 mil aniversariantes do mês ou o sistema Ultra para média de 60 mil aniversariantes e de quebra, você ganha COMO BRINDE, dicas com as duas condições que mais atraem aniversários para bares.
Nós fazemos tudo por você. Seleção de público, criação de artes, filtro somente para aniversariantes do mês e sistema interno Mastercomm para otimizar em até 75% os resultados.
Onde encontrarei os resultados dos sistemas de Aniversários?
Os sistemas de Aniversários da Rush Eventos são feitos na página do Facebook do seu próprio estabelecimento e você terá acesso direto aos resultados.
É necessário eu realizar o atendimento em nossa Fan Page ou Perfil no Instagram?
Sim, a Rush Eventos possui produtos para melhorar seu relacionamento com o cliente, porém, você precisa atender a página. E nada melhor do que quem está por dentro do dia a dia do estabelecimento para poder atender corretamente. Em nosso pacote de promoter de festa digital com o gerenciamento de ações de marketing você irá receber dicas de como atender com mais eficiência.

Qual a diferença de ideias para bares e Baladas para Restaurantes?

No caso de Bares e Baladas o nosso foco é sempre um público com interesse na vida noturna e festas. Já para Restaurantes, buscamos público interessado em gastronomia e até famílias e casais.

Invista em um site funcional.

Responda estas 3 perguntas básicas:
  • os seus clientes ou outros usuários conseguem encontrar o seu restaurante online?
  • o seu site está bem otimizado para facilitar a navegabilidade dos usuários?
  • você tem um blog com conteúdos relevantes que possam atrair mais clientes?
Se não puder responder “sim” para as perguntas acima, está na hora de repensar a forma de fazer marketing para o seu restaurante.
Atualmente, sem investir em estratégias de marketing online, o seu restaurante não passará de um simples negócio sem futuro e sem expectativa de crescimento.
Procure construir um site funcional, convidativo e que atenda às necessidades dos seus usuários.

Desenvolvimento de sites profissionais para servirem de aliados no marketing digital para restaurante.

Nós somos especialistas em desenvolvimento de Sites para Bares, Restaurantes, Baladas e Lounges!
Permita que seus clientes façam reservas online, insiram lista de convidados para aniversários e deixem seu nome na lista de forma totalmente automatizada, como se fosse uma hostess que ainda coloca sua lista em ordem alfabética.
Com poucos cliques você divulga em seu site sua programação da semana e promoções especiais deixando o público a vontade para participar.
Todos nossos Sites são desenvolvidos para Smartphones, Desktops e Tablets.

Outras ótimas ideias para bares são as promoções.

Além do happy hour, as promoções num geral são ótimas para aumentar o seu faturamento médio, e ainda mais: elas se mostram bastante eficazes em atrair (e manter!) clientes por perto. Promoções diárias, em datas comemorativas ou em dias de eventos especiais (se o seu estabelecimento faz transmissão de evento esportivos, por exemplo) são sempre bem vindas.
Promoção para cliente-fidelidade também é uma boa opção a considerar para o seu estabelecimento. Todo mundo costuma ter um bar ou restaurante preferido e, se você investir em alguma promoção para clientes fiéis, eles irão frequentar o local ainda mais vezes!

Atendimento Excepcional

Todo empreendedor sabe: o seu foco deve ser na experiência do cliente, sempre. Por isso, providenciar um ótimo serviço é uma das melhores dicas sobre como atrair clientes para um bar.
Para isso, é preciso garantir que sua equipe seja bem treinada e esteja motivada. Lembre-se: trabalhadores que se sentem reconhecidos e importantes sempre atendem com um sorriso no rosto.

Aí vai uma dica muito importante para restaurantes:

Utensílios de qualidade

Para que a experiência do cliente seja sempre agradável, é importante apostar na qualidade e beleza dos utensílios oferecidos. Os copos, pratos e talheres, por exemplo, devem estar sempre limpos e em ótimas condições.
Outro detalhe importantíssimo são os guardanapos de papel. O ideal é oferecer itens que possuam uma ótima capacidade de absorção, como os produtos da Relevo.
Considere que, lidando frequentemente com bebidas, é inevitável que líquidos sejam derramados de tempos em tempos. Se os guardanapos oferecidos pela casa são do tipo que não absorvem ou que se desmancham facilmente, os clientes usarão muito mais peças para lidar com o problema. Além disso, a ineficiência dessas peças causa incômodos para o consumidor.

Veracidade

Dando continuidade ao que mostramos no tópico anterior, vem a vericidade das publicações. Isso significa que quanto mais fiel à realidade forem suas publicações, maior a chance de seu negócio ter sucesso. Como o ramo de restaurantes é bem específico, evite ao máximo:
  • Usar fotos de banco de imagens
  • Enfeitar o prato de forma diferente do que é feito na realidade
  • Esconder o ambiente ou alterá-lo na edição da imagem

Cardápio

Quando divulgar o cardápio, mostre apenas uma lista sucinta e prática do melhor que você tem a oferecer. A principal função da internet está em sua agilidade e praticidade, e é exatamente isso o que o cliente espera encontrar.
Mantenha esses meios de comunicação atualizados. Publique constantemente as novidades de seu estabelecimento, as mudanças, as inovações, os diferenciais de seu restaurante em relação aos demais. Frequência é essencial.

Preparo artesanal nos cardápios

Os brasileiros estão buscando cada vez mais comidas e bebidas produzidas artesanalmente, sem o uso de ingredientes industrializados. Elas além de mais saudáveis, possuem um sabor caseiro e mais agradável.
A previsão para esse segmento é que continue crescendo o volume de vendas como já percebido no ano passado nos nichos de bebidas, como cervejas, cafés e sucos. Esse ano é esperado uma expansão para os nichos de sorveteria e de produção de chocolates artesanais, que possuem um grande potencial de competitividade no mercado.

Chegada do cardápio eletrônico!

Tendo como principais vantagens a maior agilidade do atendimento, a diminuição dos erros e a redução nos custos com mudanças no menu, o cardápio eletrônico proporciona uma experiência única ao cliente.
Ele passa a assumir o lugar do menu impresso, permitindo que os clientes façam os pedidos de uma maneira mais prática, rápida e visual, utilizando um tablet ou smartphone. Desta forma, o trabalho do seu garçom é reduzido e o seu atendimento fica muito mais rápido.

Ideias para bares com um bom Happy Hour

Use o happy hour do final do expediente, tarde da noite, para atrair mais clientes. Você baixa seus preços de bebidas com os preços de happy hour nas horas de pico de negócios, atraindo clientes ao seu bar e traz mais negócios. Você também vai ganhar uma reputação de preços baixos para manter seus clientes. Use esta técnica nas noites de negócios lentos, como uma segunda-feira ou terça-feira à noite para manter um fluxo constante de clientes.

Marketing digital para restaurante através de ações de marketing:

Propaganda de restaurante com o gerenciamento de ações de marketing Rush Eventos.
Você terá a disposição todo o know how da Rush Eventos em parceria com a Mastercomm e Baladas SP.
Nós executamos as melhores técnicas de marketing para restaurantes a fim de aumentar seus resultados e sabemos quais as ações mais atraentes para o público nas redes sociais e aumentar a visibilidade do seu estabelecimento.
Efetuamos ações de Facebook e Instagram ADS e a criação de artes também é feita pela Rush Eventos pra você não ter que se preocupar com a parte burocrática e de quebra, nosso sistema interno Mastercomm otimiza os resultados em até 75%.

Mais de 16 anos de experiência em marketing digital para restaurante.

A Rush Eventos em parceria com o Baladas SP já organizaram eventos e divulgaram mais de 123 festas, casas noturnas, restaurantes e bares como por exemplo: As festas e casas noturnas Baile do Poderoso GR6, Armazém da Vila, Brooks SP, Club 33, FlashNight, Kiss and Fly SP, Heliponto Bar, Boteco Floresta, Carnafacul e além de já ter sido proprietária da casa Delluri Club no ano de 2013. Os bares Papagaio Vintém, Floresta Bar, Adega Original Bar, Morro Paulicéia. Os restaurantes Ripa na Chuleta, Emirates Comida Árabe, Macaxeira Restaurante, Que Pankeka!, e diversos outros empreendimentos.

Outras das ideias para bares mais importantes, é ter um conteúdo de qualidade e apresentável.

Criação de artes padronizadas para melhorar a identidade visual do bar.
A Rush Eventos executa criação de artes em altíssima qualidade para melhorar a comunicação do seu negócio com seu público.
Desenvolvemos Logotipos, Web Flyers, Artes padronizadas para linha do tempo e stories no Instagram, Facebook e WhatsApp, Video Flyers e Video Stories para as redes sociais, além de Video Cardápios.

Interação

O cliente tem sempre razão. Essa frase é muito popular no ramo dos comércios e serviços. O cliente é a pessoa que você precisa agradar, pois de certa maneira, o cliente é o seu chefe, a felicidade dele define seu sucesso. Claro, é impossível agradar todos, mas satisfazer o maior número de clientes possível é o que definirá o sucesso de seu restaurante.
O cliente gosta de ser ouvido, gosta de sentir que sua opinião faz alguma diferença para com o serviço que está sendo oferecido. As redes sociais foram projetadas justamente para interação e comunicação entre pessoas de diferentes regiões. Elas são as ferramentas perfeitas para uma comunicação com o cliente.

Confira essas ideias para bares relacionadas a marketing digital para restaurante:

Como trabalhar bem as redes sociais.

  • Quebre objeções: você sabe que todos nós temos objeções sobre algo e por isso o seu cliente não consome tanto seu produto, pois existem objeções da mente dele e seu trabalho com as Redes Sociais deve ser quebrar essas objeções. Como? Primeiro descubra quais são essas objeções (exemplo: preço, qualidade, etc.) a melhor forma de descobrir é perguntar ao próprio cliente, qual é a ‘dor’ dele, quais são as dúvidas? Quando você souber as dores então basta começar a quebrar elas com soluções (exemplo: Dor: Preço Solução: Nossos produtos são os melhores, os sabores mais diversificados, temos ingredientes importados, etc.). Esses dias eu vi um Bar postando as vodcas chegando no estabelecimento, achei interessante pois os clientes veem que os produtos são de qualidade e desperta o interesse.
  • Constância: Vejo muitos empresários que possuem Redes Sociais negligenciarem a questão de serem constantes nas publicações. Eu costumo dizer que nossas redes sociais são como canais de televisão, se você não consegue manter a programação seu cliente com certeza ficará decepcionado, além é claro de não lembrar de você.
  • Vídeos: Colocar vídeos nas Redes Sociais é essencial, vídeos além de ser mais entregue ao seu cliente pelas redes sociais eles ainda também passam a humanizar sua marca, sua empresa pois traz seus clientes para dentro do seu contexto. Use e abuse de vídeos.
  • Boas Fotos com Pessoas: Não poste qualquer foto sem observar a qualidade da foto e dê preferência para postar fotos com pessoas, porque? Porque fotos com pessoas também humanizam seu produto, principalmente o seu produto, então é essencial que você utilize esse recurso dessa forma.
  • Legendas: Vejo fotos sem legendas quase todos os dias e esse é um detalhe importante que não pode ser ignorado, se você tem a chance de convencer, quebrar objeções, fazer um bom marketing é usando as legendas pois é lá que sua opinião é colocada, então não deixe de colocar legendas.

Precisa de mais ideias para bares?

CLIQUE AQUI e tenha acesso ao melhor marketing digital para restaurante.
Confira nosso artigo completo sobre marketing digital para restaurante.

https://preview.redd.it/e4570l4y2rr31.jpg?width=400&format=pjpg&auto=webp&s=50f06f8af3fc4b5b4a50ff045db2ce699bb57cff
submitted by simonekama to u/simonekama [link] [comments]


2019.07.23 03:50 triunfei_ Como poupar na Disney

As férias no Walt Disney World são uma das melhores experiências mágicas de fuga que você pode planejar. Também é muito caro se você não planeja com cuidado. Planejamento insuficiente e excessivo também é um perigo para a sua capacidade de aproveitar o tempo que você trabalhou tanto. A pressão para tirar o máximo proveito de sua viagem é quase inevitável, mas com algumas estratégias simples e dicas para economizar dinheiro, você pode ter um tempo livre de estresse.
Economize dinheiro, respire com facilidade.
Viagem e Acomodação:
Nunca é cedo demais para começar a planejar as férias que você já sabe que vai levar. Verifique a passagem aérea no horário em que deseja viajar e veja se consegue encontrar datas com tarifas especialmente baixas, por exemplo. Metade da semana, ao contrário de um sábado ou domingo. Pesquisando em um site de reserva de desconto, como Travelocity ou Bookit.com é excelente, mas não se limite a apenas um. Tome seu tempo não se apresse, nós nos apaixonamos por três hotéis antes de encontrar um grande desconto em um deles. Não deixe de ler as opiniões dos clientes sempre que puder.
Além disso, saiba quanto você quer que suas férias custem. Gastar dinheiro com um orçamento é muito mais despreocupante do que administrar despesas rapidamente. Espere pagar muito pelo alojamento, alimentação, transporte, etc. Não se esqueça dos táxis, eles são caros e é melhor planejar usá-los uma ou duas vezes.
Reservar um hotel com um voo é geralmente uma poupança de dinheiro. Enquanto nós recomendamos ficar em um dos muitos hotéis temáticos da Disney, existem alguns bons hotéis que não são da Disney, apenas fora Lake Buena Vista, que irá poupar dinheiro. Os hotéis da Disney World contam com ônibus para transportar os hóspedes pela vasta extensão de terra. hotéis externos oferecem serviço de transporte gratuito é muito confiável e alguns são apenas uma curta caminhada do Downtown Disney, um lugar livre com atmosfera Disney e uma ampla gama de opções de refeições. Se você está olhando para um dos hotéis de baixo custo da Disney, uma oferta especial em um estabelecimento diferente da Disney pode ser uma melhoria.
Comida:
Outra vantagem de ficar fora dos limites da propriedade da Disney é a opção de não estar na Disney World. Você vai precisar de tempo livre para relaxar, passear pelo resort e talvez até se recuperar em seu quarto por um dia. Parece um desperdício, mas você será muito grato depois de chegar a dois ou três parques em uma fileira. Nos dias de folga, você pode visitar os restaurantes que não são Disney, orçamento amigável e estoque sobre lanches em Walgreen que pode levar para os parques mais tarde. Uma noite, temos Olive Garden e comemos no nosso quarto. Às vezes, temos Q doba, que é muito semelhante ao Chipotle. Como parte do seu planejamento, é bom começar a solicitar cartões-presente que você possa usar na viagem. Qualquer ocasião para doar pode ajudá-lo com seu orçamento e aliviar a pressão de planejar onde comer. TGI Fridays é outro lugar que freqüentamos, porque tínhamos cartões de presente, eles eram um salva-vidas. O jantar é um prato que é melhor servido perto do seu quarto.
Ao planejar suas refeições em ambientes fechados (parques), certifique-se de considerar seus hábitos alimentares para um orçamento realista. Comece alto e veja o que pode ser eliminado à medida que você se aproxima da faixa de preço desejada. É surpreendentemente fácil gastar menos quando você traz sanduíches preparados e garrafas de água em uma mochila. O serviço contador economiza tempo e dinheiro, eliminando uma equipe de serviço e dá-lhe mais controle sobre o quanto você pede e o que você faz com ele. É fácil compartilhar e misturar itens à la carte para satisfação e a comida muitas vezes tem um preço mais baixo em um balcão do que o seu jantar nas contrapartes. Se você beber, orçamento para isso. Tome um limite e não vá mais longe. Disney World tem muitas ótimas cervejas e coquetéis. A cerveja tem um preço muito razoável na maioria dos lugares, mas o álcool em geral é ruim para os orçamentos. Fóruns da Web como o Disables são um excelente recurso para ver o que é oferecido em termos de preços e opções de alimentos. Você também pode determinar quando e onde você quer colocar o pequeno extra para uma boa refeição. Existem alguns restaurantes muito bons ao redor do resort para uma noite muito especial. Eles podem exigir uma reserva com seis meses de antecedência.
Há também o Plano de Refeições da Disney, no qual você paga antecipadamente em troca dos créditos que serão usados ​​em lanches, pratos principais e outros; isso é perfeito para as famílias.
Parques
Ao planejar quando e onde comer, este também é o momento perfeito para pensar onde você passará seus dias. Os parques oferecem passeios especiais e experiências que custam extra, mas que podem realmente fazer a sua viagem. Pessoalmente, nós amamos o tour Epcot água que permitiu mergulhar no enorme tanque de Seas bandeira com tubarões, tartarugas e outros peixes grandes. Epcot é o nosso parque favorito e o tempo é facilmente dividido.
Recomendamos um mínimo de dois dias para o Epcot: One for Future World e pelo menos um para o World Showcase. Vá aqui para solicitar mapas personalizados gratuitos que ajudarão você a planejar como experimentar cada parque. O Magic Kingdom, apesar de seu tamanho, é muito manejável com a abordagem correta graças a um fluxo de tráfego e estradas convenientes. Um dia cheio de pessoas não é um dia de campo, mas você ainda pode fazer muito e ver todo o parque em um dia. Disney Studios é compacto e fácil, e você pode ter um bom dia lá, mas você pode querer voltar para mais. As principais atrações são restaurantes e shows temáticos, mas os poucos passeios que eles têm são alguns dos mais emocionantes de todo o resort. Ao escolher os dias para onde ir, considere os horários dos parques, incluindo os horários de entrada antecipada. Isso indicará a assistência projetada para o parque. Entrada antecipada e horas mágicas significam grandes números. Os parques têm diferentes projeções de atendimento, então procure por aqueles que não têm horário estendido.
Ter um conhecimento básico do terreno e do fator multidão são os primeiros passos para passar um tempo incrível em qualquer parque. Saiba quando e onde você planeja comer, mas (essa é a parte boa) permita-se mudar de ideia se houver outra opção que pareça melhor. Esta é a hora de aproveitar, então, se você fez sua lição de casa neste parque, você tem uma ideia de como navegar da maneira mais eficaz possível. Você já comprou tempo para parar e cheirar algumas das plantas exóticas e o ar perfumado de todo o complexo. O Fast Pass é outra fila fantástica (desculpe pelo jogo de palavras) Nem todos os jogos são oferecidos, mas encontre um que o faça e vá para lá imediatamente. Esse é um ótimo ponto de partida. O passe informa quando retornar. Você pode pensar que pode ir para a estrada enquanto não há linha, mas é melhor fazer outras coisas e esperar menos quando houver uma linha real.
Outro truque para ter calma é mostrar o conhecimento da programação. Se você quiser ver um show, você precisa planejar seu dia em torno, se isso acontecer, será bom saber quando e onde esperar o congestionamento ao longo das rotas desfile ou sai do teatro. Certifique-se de levar um show e um mapa do parque na entrada e, se você perdê-lo, não hesite em perguntar a outro membro do elenco. Como ex-membros do elenco da Disney, podemos afirmar com segurança que essa é provavelmente uma das grandes coisas que fizemos na maior parte do tempo.
Também vimos muitas pessoas se afastarem de uma atração com uma linha. A maioria das atrações publica tempos de espera definidos por um mostrador e tem uma janela de tempo mínima (por exemplo, 10 minutos), não importa o quão curta seja a espera. Se você estiver interessado em uma viagem, nunca recuse uma espera de dez minutos. Disney equipe é geralmente muito bom para mover as coisas em comparação com outros parques, assim que as linhas tendem a se mover mais rápido do que o esperado e as filas são normalmente concebidos para entreter e encantar. Eles não vão te matar como vagar em busca de algo para fazer.
Como eu disse antes, é importante relaxar quando você está lá. Confie na sua agenda e no seu orçamento, e certifique-se de oferecer um dia extra em um parque que realmente goste. cartões de presente são uma grande maneira de ajudar a taxas de admissão e refeições no parque, quando planear a sua viagem, considere quantos dias têm e onde você quer distribuir. Pelo menos dez dias é ideal se você quiser visitar os quatro parques. Lembre-se, você vai querer tempo livre durante a viagem e há muito para ver e fazer que não lhe custará nada. Explorar as razões de um belo hotel, fazer um passeio de barco ou um monotrilho em torno da Lagoa dos Sete Mares, passear Downtown Disney é gratuito e não as taxas de baixa renda para caiaques, pesca e passeios de carruagem nome cênica alguns. Planejar essas coisas é divertido e trabalhar em um orçamento prático é extremamente gratificante.
Primeiro cartão de crédito: Tentar obter seu primeiro cartão de crédito pode ser tão frustrante quanto tentar conseguir seu primeiro emprego. Os empregadores querem experiência, mas você não pode obter experiência a menos que alguém contrate você. Da mesma forma, um cartão de crédito é a maneira mais rápida de construir um bom histórico de crédito, mas sem um bom histórico de crédito é difícil obter um cartão de crédito. Confira nossa seleção dos melhores cartões de crédito com todas as informações neste este link cartões de crédito.
submitted by triunfei_ to u/triunfei_ [link] [comments]


2019.07.22 03:17 TYagami Domadores de Almas - Destino, Espiritualidade e Apocalipse

Não acho que o nome tenha te trazido até aqui, mas se você não segue nenhuma religião, mas tem uma crença, e ainda por cima tem contato com espíritos, acho que já podemos começar nossa conversa.
Primeiramente, muito prazer.Eu nem sei o que eu estou fazendo aqui pra começo de conversa porque jamais me imaginei fazendo isso...
Caí aqui no Reddit meio que de paraquedas. No meio de uma conversa com um amigo meu, ele me disse para vir aqui e criar um post contanto minha história porque querendo ou não, tem mais pessoas envolvidas e muitas delas já sabem também que foram escolhidas para um "algo maior". Mas... Ao invés de enrolar mais, vou explicar do começo.

Meu primeiro contato com algum espirito foi aos 3 anos de idade. Eu me lembro de ter visto uma mulher de pele clara, cabelo comprido preto e usava uma roupa branca, parecia uma camisola. Uma criança normal se assustaria, já eu... Por algum motivo eu decidi falar com ela.
- Quem é você? - Perguntei.
- Um alguém. Só um alguém. - Respondeu. - Quer ser meu amigo? Sorriu a moça.
- Tá. - Respondi.
No momento em que eu respondi, ela sumiu e eu apaguei.
Alguns anos se passaram e nunca mais tinha visto aquela moça. Pra mim, aquilo tinha sido apenas um sonho. Engano meu.
Não entrarei em detalhes sobre a moça no momento para não deixar a história muito extensa e principalmente pra mim não perder o foco do post. E antes que perguntem, sim, ela ainda está comigo.
Eu sempre fui uma criança bem extrovertida, de uma imaginação muito fértil e sempre amei desenhar. Então, por conta da criatividade, as coisas que eu via/ouvia/sentia que eu não podia contar pra ninguém, eu decidi começar a escrever uma história: Domadores de Almas. Não, não são pessoas que controlam almas... Na verdade, são espíritos que são mandados para a Terra (o carnal) para encontrar pessoas capazes de receberem certos poderes/habilidades e também para que até esses espíritos ficassem mais fortes, conseguindo liberar até mesmo 100% de seu poder total. O porque desses espíritos terem vindo até nós? Um mal ia nascer a partir dos 7 pecados e esse mal irá destruir os dois lados, por isso eles receberam essa missão.
História legal, né? kk
Só que parecia que algo ou alguém não queria que eu escrevesse essa história porque sempre que eu ia escrever o capitulo 4, algo acontecia. Se fosse no caderno: A folha rasgava por conta da borracha, a ponta do lápis quebrava, a caneta estourava... Se fosse no computador: O word travava, o pc travava e até a força chegava a cair!
Ainda não "acreditou", né? Tá bom.
Com 19 anos me batizei na igreja evangélica. Pois é. Sou evangélico. Mesmo com tudo o que sempre aconteceu na minha vida, decidi seguir a Cristo rs e não me arrependo. A história? Bom, estava parada. Nunca dava pra continuar, então deixei ela de canto. Mentira. Eu pensava que era algum bloqueio meu e tentava de novo, mas ai era desde o começo e com isso as mudanças e alterações vieram, coisas que deixaram a história mais real e um pouco mais pesada também.
Toda pessoa quando cria ou faz algo tem a vontade de mostrar para a família, né? Desde os 12 anos quando eu comecei a escrever essa história eu sempre quis mostrar ela pra minha mãe e pra minha irmã mais velha. Meu pai nunca ligou muito. Sabem o que elas falavam? "Que era do demônio". Gente, como é do demônio se eu nunca li, vi, estudei ou até mesmo procurei sobre algo do tipo? Mesmo vendo e ouvindo coisas, eu tinha medo! Não gostava! Mas não quer dizer que eu procurava. ME DESCULPA SE QUANDO PASSAVA DRAGON BALL Z EU GRITAVA "SATAN, SATAN" NA SALA COM A MÃO PRA CIMA, MAS ACREDITA EM MIM, EU NUNCA PESQUISEI! E MR. SATAN É O NOME DO TIOZINHO ALI!!
Lembram? Me converti, entrei pra igreja e fui conversar com meus pastores sobre o assunto. Resumindo? Apaguei a história e queimei todos os meus desenhos referentes a minha história. Todos que de acordo com o espirito santo tinham que ser queimados/destruídos.
Eu, minha mãe, minha irmã mais velha e meus pastores descemos para uma rua aqui perto de casa que é calma e levamos os desenhos (todos que achamos), uns tapetes e uma mesa de plastico branca que íamos jogar fora. Aproveitamos pra queimar tudo junto. Peguei uma folha, molhei com álcool Zulu na ponta, peguei o esqueiro e acendi. Tava lá, a chama azul, toda bonitinha e o papel ainda branco. Branco. Não queimava. O papel não queimava. Ok, álcool de cozinha é fraco. Vamos na ponta seca. ... ... ... ... É... Acho que o problema não era o Zulu. O papel não quer pegar fogo mesmo. Parti pro tapete. Fui e pensei: "Pelo menos os fiapinhos vão pegar fogo...". Nem os fiapos do tapete pegavam fogo. A chama azul lá parada e nada acontecia. Ninguém tava acreditando. Meus pastores pegaram o carro deles e levaram tudo para o monte onde lá pegou fogo sem exitar.
Quase entrei em depressão depois disso. Eu não desenhava mais. Não escrevia mais. Nunca fui fã de copiar desenhos, sem gostei de criar os meus. Aí, num certo dia eu tive um sonho. Era muito real pra ter sido só um sonho. Eu estava num campo. Um lugar lindo. Um céu limpo com poucas nuvens, uma brisa gostosa. Do meu lado direito tinha uma montanha que por ela descia uma cachoeira e do lado esquerdo era só campo. Na minha frente tinha alguém, mas eu não conseguia ver seu rosto. Era como se o Sol estivesse atrás dele impedindo com que eu visse sua face. Ele usava uma roupa branca com uns detalhes amarelos ou eram dourados. Ele me olhou, esticou a mão em minha direção e disse:
- Vem. Vamos conversar.
Sua voz era calma. Forte, mas passava tranquilidade. Por algum motivo eu não conseguia falar e então ele continuou.
- Sabe... Tem muita coisa que gostaria de falar, mas a principal é... Sabe o porque de não conseguir escrever a história do capitulo 4 em diante? O porque de tudo isso acontecer? - Perguntou e esperou. - Porque do capitulo 4 em diante você envolveria pessoas reais. Seus amigos, os que você colocou como personagem, todos eles passariam pelo mesmo que você passa e poderia ainda acontecer coisa pior por conta da história deles. Compreende agora? - Apenas assenti que sim. - Agora sobre seus desenhos, você pode dar continuar com eles, mas com um porem. Vamos usar o ser humano como exemplo. Um homem comete vários crimes em sua vida, mas num certo ponto ele decide mudar. Ele decide ser diferente. Se arrependeu de tudo o que fez e agora segue uma vida ajudando as pessoas, fazendo a diferença. Entendeu onde eu quis chegar? Mesma pessoa, mas com atitudes diferentes. Seus personagens, ainda pode fazê-los, mas eles não podem voltar a ser quem eram. Tudo bem?
Antes que eu pudesse pensar em responder, fui acordado.
Depois disso voltei a desenhar e comecei uma história nova, mas uma coisa começou a acontecer e eu estava com medo de contar pra alguém e ser taxado de louco. mais ainda
No dia 3 de Fevereiro de 2018, no primeiro final de semana de Carnaval, foi onde "tudo começou".
3 amigos meus estavam comigo aqui em casa. Íamos pro bloquinho tanto no Sabado quanto no Domingo, mas alguma coisa tinha acontecido que não fomos no Sabado e íamos no domingo. Eu então recebi uma mensagem de um amigo meu me chamando para ir na casa dele comer pizza e beber alguma coisa, disse que estava com uns amigos, ele disse que não se importava e fomos todos. Nos dividimos em "2 grupos". Eu, Ele e um amigo meu fomos comprar bebida. A mulher dele, e os meus dois outros amigos ficaram lá com ela. Do nada, no meio da caminhada, entramos no assunto espiritualidade. Assim que chegamos na casa dele, ele me olhou e pediu pra perguntar sobre o que eles estavam conversando e em que parte eles estavam. Quando perguntei, sim, eles estavam na mesma parte que a gente, e foi ai que o assunto "bombou" e ficamos conversando sobre isso o resto da noite. No meio da conversa, ele me olha e diz:
- Tá, vamos lá. A sua moça tá aqui na minha direita dando em cima da minha entidade, né? - Perguntou ele.
- Como você? Como é que você sabe? - Perguntei.
- Ele... Isso não tem graça! - Respondeu minha moça toda sem jeito.
- Agora... - Ele então continuou. - Aquele ali é seu outro, não é? - Perguntou apontando para frente.
- Espera. Ela eu entendo você saber porque as vezes eu não resisto as piadas dela e olho pra ela sem graça, mas ele? Eu nem olhei pra ele e você sabia que ele tava ali? - Perguntei. Eu não estava acreditando.
- Do que ele tá falando? - Perguntou um amigo meu.
- E que moça? - Perguntou uma amiga minha.
Foi nessa noite que meus amigos souberam dos meus amigos. E foi nessa noite que eu descobri também que não eram amigos imaginários e que tudo o que eu tinha vivido, era 100% real.
Contei pra ele dos meus desenhos, da história e de como tudo acabou e ele ficou nervoso. Muito nervoso.
- Porque você fez isso? Apagar sua história e queimar seus desenhos? Pra que? Se tinha algo te atrapalhando era só falar comigo que eu eliminava esse ser.
- Então... Eu não fiz porque 1°: Pensei que fosse Disney minha e 2°: Não sabia de você e muito menos de mim.
- Tá, mas de verdade? Eu tenho certeza que você foi destinado a escrever essa história e sabe o que eu acho? Que depois que você apagou a história, você tá vendo todas as cenas acontecendo de verdade na sua frente. Do mesmo jeito que você tá me vendo agora, você vê as cenas. Tô mentindo? - Sorriu ele.
Ali meu mundo caiu. Lembram ali em cima quando disse que algo começou a acontecer depois que eu parei com a história? Então. Foi isso. E eu não tinha contado isso pra ninguém. E eu não conversava com esse meu amigo mais.
Depois dessa noite muita coisa na minha vida mudou. Eu precisei incorporar meus dois amigos porque esse meu outro amigo queria conhecê-los porque precisava saber se iam me fazer mal ou não. Ele queria falar com eles e esse teria sido o único meio ali já que eu já tinha dado abertura para os dois. Depois disso, além de ganhar alguns "dons" acabei ficando sem asma e meu problema de coluna.
2 meses depois enquanto voltava para o escritório depois do almoço, tem um galho abaixado, muito caído no meu caminho e uma das suas folhas ia me acertar se eu empurrasse ela ou me abaixasse. Eu bati na folha e com isso o galho levantou, mas voltou depois pro lugar que tava. De repente...
-Ai... - Ouvi uma voz infantil vindo de trás de mim.
- Acho que batemos em alguém. - Respondeu um dos meus amigos.
Quando eu olho para trás, atrás daquela folha tinha alguma coisa. Eu parei, olhei, vi duas mãozinhas segurando a folha, ele estava escondido.
- Cês tão vendo isso também? - Perguntei e eles disseram que sim.
Fui devagar até a folha e quando estava chegando, vi uma cabecinha me olhando e assim que percebe que eu a percebi ela volta pra trás da folha.
- Tem alguém ai...? - Perguntei.
- Por favor não me bate de novo, eu não fiz nada, eu só tava aqui na minha folhinha.
- Calma, eu não vou te bater e me desculpa, foi sem querer. Eu não sabia que você estava aqui.
- Ah, tudo bem então. Sua energia é boa. - Sorriu ele saindo de trás da folha. - Só a do seu amigo aí que me assusta. A energia dele é pesada. Me dá medo.
- QUE COISINHA FOFA! - Ouvi minha amiga gritando saindo de dentro de mim e indo pra cima dele apertando suas bochechas.
Vou cortar o dialogo...
Depois de conversarmos um pouco, acabei chegando na história. A reação dele não foi uma das melhores...
- O QUÊ? VOCÊ É UM DOS ESCOLHIDOS? - Gritou o pequeno. tem 19 centímetros ele.
- Escolhidos? Do que?
- Do Apocalipse. Um dos que vão ficar aqui pra batalha.
- Isso é real? Porque assim... Quando eu era pequeno que eu tinha lido apocalipse e pedia nas minhas orações pra estar na Terra ao lado de Deus e tudo mais, eu não esperava que fosse real ou que fosse dar certo.
- Não importa como foi! Eu quero ficar com você. Vou te proteger. Você me aceitando como parceiro ou não, vou te proteger. Passei muito tempo nessa arvore esperando um motivo pra sair dela e finalmente achei. Vou com vocês.
Só que... Parece que alguém mais ouviu nossa conversa...
No dia seguinte eu acordei com um grito de uma criança de madrugada.
- O que aconteceu? - Perguntei. Eu sabia que não era um sonho, porque quando sou acordado por eles é diferente.
- Nossa conversa ontem... Ouviram.
- Como assim "ouviram", pirralho. Desembucha. - Disse meu amigo rosnando.
- Calma. Me explica isso melhor.
- Eu não sei o que aconteceu, mas deveria ter alguém seguindo vocês já e agora o mundo inteiro já tá sabendo de você e que "você tá montando um exercito pro apocalipse".
- Exercito? Eu só queria escrever uma história...
- Desculpa, a culpa foi minha da gente ter conversado na rua e eu nem lembrei de fazer uma barreira também.
- Agora já foi. - Rosnou meu amigo.
No dia seguinte, no meu grupo do WhatsApp grupo do tinder rs. Entrou um rapaz do DDD 81 que depois que viu minha apresentação no grupo me chamou no privado e depois simplesmente saiu do grupo. Conversei com ele e tudo mais e depois perguntei o motivo dele ter saído.
- Já te encontrei. Não preciso de mais nada no grupo. - Respondeu o rapaz.
- Eu tô falando pra você que esse viado é do babado, mas você não me escuta... - Disse minha amiga.
- Own, que fofo. - Respondi.
- Fica tranquilo que daqui, que mesmo longe eu vou estar te protegendo. - Continuou.
- Aaaah, se eu ganhasse 1 macho a cada palpite certo meu... - Debochou minha amiga.
- Posso fazer uma pergunta? Qual sua religião? - Perguntei.
- Não tenho uma religião. Acredito em Deus, mas também acredito em outras coisas.
Quando ele disse isso... Alem de confirmar que minha amiga estava certa, também comprovou que era alguém "como eu", que tem amizades assim com espíritos e tudo mais. A gente continuou conversando, ele acabou conversando com ela, mas por um mal entendido, ele sumiu. Ela disse pra ele que "Tinha que passar por ela e pelo meu outro amiguinho pra me ter"... Foi triste. Mas seguimos. Mas não acabou por aqui. Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Portugal... Gente de vários lugares por algum motivo conseguiam meu numero, não sei como, a gente conversava e dava no mesmo. Não a parte da minha amiga falando aquilo, mas era todo mundo do "meio".
No meio do ano, em Junho de 2018 se não me engano recebi uma ameaça aqui em casa. Cercaram a minha casa e me mandaram um "aviso"
- Pode avisar para todos esses seus amigos "Domadores" que o "exercito" de vocês não chega aos pés do nosso.
Ele tinha entrado aqui em casa com outras entidades, ameaçaram de destruir meus amigos e me mandou mandar esse recado para os meus amigos que estavam nesse grupo do WhatsApp sobre o assunto.
Depois disso fomos atrás de ajuda. Eu nem sabia que dava pra atacar alguém espiritualmente, ou melhor, eu nem acreditava que pelo espiritual poderiam ser feitas tantas coisas... Eu era recém-nascido no assunto praticamente. Não tive treinamento nenhum.
Uma amiga então me disse que tinha um grupo perto da casa dela que eram do meio. Pedi para ela falar com eles dizendo que precisávamos de ajuda e fui ao encontro deles. A diferença entre nós dois? Meu grupo e o deles? O que nós conhecemos por "Apocalipse" eles conhecem por "Ragnarok". Eles estavam dispostos a nos ajudar e chegaram até a nos propor uma "aliança" entre nosso grupo e a alcateia deles, mas... Sabem minha "amiga"? Não sei se é ela que tem as visões ou se graças a ela eu consigo ter elas, mas vimos que parte deles estariam no outro time e... Eu me apego fácil as pessoas.
- Sabe que se a visão for real, alguns deles morreram pelas nossas mãos, não é? Melhor nos afastarmos sem nenhuma inimizade pra caso venhamos a nos encontrar na rua do que algo pior venha a acontecer. Sei que vai doer mais em você do que em mim. Ou melhor, em nós. - Disse meu amigo. o que rosna
Eu concordei. Ele estava certo.
Depois disso, um amigo meu que é do "meu grupo" me disse:
- Cara, porque não vai no Reddit, cria um post contando tudo e vê se consegue encontrar mais pessoas? Tá, é uma faca de dois gumes porque pode ser que apareçam pessoas querendo nos ajudar, mas também podem aparecer pessoas que vão querer nos matar a qualquer custo! O que nós, não só nós sabemos, mas todos sabem... O tempo está próximo mesmo. Não acho que essas coisas aconteceriam a toa. Acho que custa tentar. - Disse esse meu amigo.
- O que vocês acham? - Perguntei para os meus amigos.
- Não podemos sujar nossas mãos de sangue agora, mas se tentarem machucar você, não exitarei em incorporar para te proteger. - Rosnou meu amigo.
- E se forem para nos ajudar, os ajudaremos também! Com tudo o que pudermos. Se for um boy gato eu ajudo mais ainda hihi - Brincou minha amiga.
- Antes disso eu tenho que voltar a escrever a história. Só ai vou confirmar mesmo que eu aceito meu destino. - Disse.
- Infelizmente nós dois já aceitamos o nosso. - Sorriu minha amiga dando um tapa no braço do meu outro amigo.
- Domadores até o fim?
- Uma vez domadores, sempre domadores. Não importa o que aconteça. - Sorriram.
Depois que decidi que ia fazer a história e seguir com isso, tive outro sonho, naquele mesmo lugar, com aquele mesmo homem. Dessa vez eu estava em pé.
- Tem certeza de que vai seguir em frente com isso? - Perguntou ele.
- Sim. Tenho. Se eu fui destinado a escrever essa história, a estar mesmo nessa luta, mesmo que eu vá ficar com muito medo quando chegar a hora, eu vou em frente. Sem falar que... E se essa história tiver informações que possam ajudar algumas pessoas ou avisá-las sobre o que está por vir. Se acontecer algo com elas e eu não tiver avisado, vai doer bem mais em mim do que nelas, porque eu tinha a informação, mas quis guardar elas pra poupar umas 10, então... Não compensa.
- Então está certo. Que assim seja.
E ai acordei.


E é por isso eu tô aqui. Não sei se vai aparecer o horário no post com a data tudo certinho, mas agora são 22:20 de um Domingo, dia 21/07/2019 e tá dando pra sentir uma pressão muito forte vindo do lado de fora da minha casa. Eu não ia escrever esse post hoje, nem sei até quando eu ia continuar enrolando pra escrever isso, mas... Por algum motivo... Peguei meu celular pra jogar Grand Chase e o Reddit abriu. Se eu entendi? Não entendi. E como eu sei que a vida dá dessas, então eu pensei: Porque não? Deve ser a hora.
Ps: Não adianta me chamar de louco, sei que sou. kk
Ps 2: Não vou revesar o post como eu sempre faço com qualquer texto meu que eu reviso sempre umas 3 vezes. Então, escrevi, postei. kk
submitted by TYagami to u/TYagami [link] [comments]


2019.07.10 21:45 agscontabilidade ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO

A maioria das pessoas reclama da falta de tempo que dispõe para suas atividades diárias devido à enorme carga de tarefas que tem para executar.
O que ocorre é que as pessoas quando aprendem em um curso acadêmico, ou mesmo ingressam de alguma forma em uma função, profissão, são sempre instruídas sobre “O que” fazer sendo ignorado o modo como se fazer o trabalho, principalmente aos detalhes que fazem o diferencial para se obter uma maior eficiência e eficácia.
Não basta ser especialista no que se faz, é que preciso ter noções da melhor maneira de realizar o trabalho.

COMO ADMINISTRAR MELHOR O SEU TEMPO?

Tempo é das coisas mais indefiníveis e paradoxais: o passado já se foi, o futuro ainda não chegou, e o presente se torna o passado, mesmo enquanto procuramos defini-lo, e como se fosse um relâmpago, num instante existe e se extingue.
Na maioria dos casos, a análise revela que, com alguns ajustes, o indivíduo poderá produzir muito mais, com menos dispêndio de esforços. Chama-se “trabalho inteligente”.
ORGANIZE UMA AGENDA DO TEMPO
Para identificar com precisão como você ocupa o seu tempo, faça uma agenda, dimensione exatamente o percentual de tempo utilizado em cada tipo de atividade.
Pois não podemos controlar nosso tempo se não sabemos exatamente como o estamos utilizando.
Geralmente somos levados a achar que sabemos como utilizamos nosso tempo, mas nem sempre isso é verdade.
O princípio básico para utilizar bem o tempo é priorizar as tarefas realmente importantes e que nos trazem maiores resultados, aquelas que sempre deixamos para executar depois das mais fáceis!
Avaliar a forma como utilizamos nosso tempo é o primeiro passo que devemos dar, e após isso questionar: Os resultados seriam melhores se eu passasse o meu tempo trabalhando em outra atividade?
Como eu poderia executar as tarefas mais importantes com mais freqüência e eficiência?
Um outro aviso importante: Geralmente seus colegas de trabalho tem o costume de lhe passar material, assuntos e tarefas que não dizem respeito à sua atividade principal (ao seu foco).
Este tipo de material deve imediatamente ser retornado à pessoa que realmente deve dar continuidade. Responda na própria correspondência e retorne imediatamente.
Não deixe nada entulhando sua mesa ou caixa postal de e-mail. Sempre que possível evite dar respostas como: Vou ver e lhe retorno depois!. Assim que tiver um retorno lhe informo!
Dê as informações necessárias já no momento para que a pessoa mesmo pesquise sozinha! Não atue como intermediário de nada.

VOCÊ REALMENTE SABE COMO USAR SEU TEMPO?

A primeira medida para melhorar a utilização do tempo é verificar como ele vem sendo empregado.
Muitas pessoas imaginam que sabem como usam seu tempo, mas quando eles são registrados, numa “tabela de tempo”, o resultado é surpreendente para estes indivíduos.
Algumas situações comuns observadas numa tabela de tempo:
Para efetivamente avaliar a utilização do tempo, é necessário questionar o efetivo uso do mesmo.

QUANTO TEMPO UTILIZAR EM CADA TAREFA?

A lei de Parkinson diz que o trabalho tende a preencher (ou adaptar-se) ao tempo disponível ou alocado para ele.
Se você alocar uma hora para uma determinada tarefa, terá mais chances de terminar o trabalho dentro desse prazo, caso estabeleça duas horas para o mesmo trabalho provavelmente utilizará as duas horas para o trabalho.
Estabeleça sempre a quantidade de horas e datas para conclusão de projetos, provavelmente descobrirá um meio de fazê-lo dentro do prazo estabelecido por você, e sua produtividade aumentará bastante.
DIVIDINDO SEU TRABALHO DE ROTINA EM LOTES
A divisão em categorias e o agrupamento de seu trabalho podem ser chamados de “agrupamento”. Processe as informações e as tarefas semelhantes em lotes, reduzindo dessa forma, o desperdício e o deslocamento.
Você executará cada tarefa de forma mais eficiente. Muitos elementos de seu trabalho podem ser reduzidos a simples rotinas que lhe permitirão concluir tarefas semelhantes no mínimo tempo possível.
Esses tipos de tarefas realmente se prestam ao agrupamento. As vantagens de abordar o seu trabalho dessa maneira são várias.
Você verá que o trabalho em lotes permite que você se prepare e se organize para ele de uma só vez, ao invés de ter de fazê-lo várias vezes se o trabalho for feito aleatoriamente.
SUPERANDO O ADIAMENTO
O adiamento provavelmente consumirá mais tempo no seu local de trabalho do que em qualquer outro lugar.
Se você for uma pessoa que costuma adiar, a mudança de atitude para o Faça Agora será um elemento chave para ajudá-lo a identificar onde existe adiamento nos seus hábitos profissionais e a superá-lo.
A maioria das pessoas é muito inteligente, até mesmo engenhosa, no que diz respeito a adiar as coisas. “Eu não tenho muito tempo” é uma desculpa comum.
“Eu acho que eles disseram que não estariam aqui hoje, então eu não liguei.” “Não é tão importante.” A lista de motivos pelos quais uma tarefa não pode ser concluída é interminável.
Seja tão esperto para concluir as coisas quanto o é para adiá-las. Insista até encontrar a solução para cada problema sem adiá-lo.
É aí que você deve concentrar o poder de sua mente, e não em desculpas inteligentes.

AS 8 MANEIRAS DE SUPERAR O ADIAMENTO

1) Faça agora e fará uma vez somente: Não fique lendo e relendo para fazer uma ação. Leia e aja.
2) Clareie a sua mente: Não postergue nada. Programe o que você vai fazer e realmente faça ou esqueça o que você não vai fazer.
3) Resolva os problemas enquanto eles são pequenos: Caso contrário seus problemas crescerão e consumirão mais tempo.
4) Diminua as interrupções desnecessárias: Isso o ajudará a ser mais produtivo.
5) Coloque os atrasos em dia: Os trabalhos atrasados criam o seu próprio trabalho extra.
6) Comece a operar visando o futuro e não o passado: Trabalhe sempre de forma preventiva, antecipando-se.
7) Pare de se preocupar: O grande dano do adiamento é o cansaço mental e psíquico que isso causa.
8) Agora sinta-se melhor em relação a si mesmo: A conclusão de tarefas evita o estresse e a ansiedade e traz mais autoconfiança e auto-respeito.

ESQUEÇA LEMBRANDO

A maioria das pessoas tem certo orgulho da sua capacidade de se lembrar de “tudo” o que deve ser feito.
É um jogo mental que fazem. Embora possam ter sido bem-sucedidas em uma certa época, o ritmo atual do trabalho e da vida particular e o volume de atividades com as quais devemos estar em dia aumentaram tanto que é impraticável estar por dentro de mil coisas a fazer.
Essa preocupação constante de tudo o que precisam fazer, lembrar-se de tudo, simplesmente lhe sobrecarregam, principalmente porque acabam se lembrando de “tudo” nos momentos menos interessantes.
Os executivos e gerentes deveriam se interessar mais em esquecer todas as coisas que têm a fazer. Sim eu disse esquecer.
O que as pessoas precisam é de ter um sistema adequado em prática para se lembrar dessa infinidade de detalhes quando, e só quando, for preciso. Parece loucura? Na verdade não é.

3 PRINCÍPIOS GERENCIAIS CLÁSSICOS DE ADMINISTRAÇÃO DE TEMPO

Três princípios gerenciais clássicos de administração de tempo estão sendo seriamente questionados pelos estudiosos. Estes conceitos são:
  1. Faça uma lista das tarefas que você precisa executar diariamente e concentre-se nelas até que todas estejam executadas.
  2. Cuide primeiro dos assuntos urgentes.
  3. Distribua uniformemente sua carga de trabalho.
O fato é que todo mundo já utilizou estas técnicas frequentemente com algum grau de sucesso.
No entanto, renomados experts como Peter Drucker, Merrill Douglass e o filósofo do século XX, Vilfredo Pareto, afirmam que elas precisam ser descartadas a fim de abrir caminho para métodos mais eficazes.
Aparentemente, as regras são boas. Cada uma delas, entretanto, contém aspectos negativos.
Analisemos em separado estas diretrizes para descobrirmos por que elas precisam ser riscadas do livro de regras gerenciais.
1. Faça uma lista das tarefas que você precisa executar diariamente e concentre-se nelas até que todas estejam executadas.
O que há de errado nisto? Uma porção de coisas. Conforme Drucker aponta, é preciso equilibrar o trabalho com o tempo.
Lembre-se que o tempo é imutável, ao passo que o trabalho é flexível como massa para modelar. Ele pode ser pressionado, moldado, reformulado e dividido.
Portanto, o trabalho deve sempre subordinar-se ao tempo disponível. Atacar com entusiasmo sua lista diária de itens a fazer não é suficiente.
O tempo deve ser realisticamente programado para que as tarefas certas realmente sejam feitas.
2. Cuide primeiro dos assuntos urgentes.
Se é urgente, deve ser importante, certo? Errado! Quem é que diz que o assunto é urgente?
É você, seu chefe, sua secretária, um cliente, um empregado, um vizinho? Urgente implica em necessidade de atenção imediata.
Mas quem está exigindo atenção imediata? Como a tarefa em questão se relaciona com os objetivos a serem atingidos?
Na realidade, existe um relacionamento matricial entre assuntos urgentes e importantes. Esta correlação pode ser simplesmente citada como:
“Assuntos urgentes podem ser importantes, mas não necessariamente.” São quatro os possíveis relacionamentos. O assunto pode ser: Tanto importante quanto urgente Ex.: você está quase perdendo seu principal cliente. Importante mas não urgente Ex.: planejamento estratégico para os próximos três anos. Urgente mas não importante Ex.: a maioria do telefonemas. Nem urgente nem importante Ex.: conversa fiada ou comentários excessivos sobre o jogo de futebol da semana passada.
Conclui-se, portanto, que assuntos importantes (os que têm vínculo com os objetivos) deverão sempre ter prioridade sobre assuntos meramente urgentes (os que pressionam pelo tempo), uma vez que atenção deixará pouco tempo para fazer o que realmente é importante.
3. Distribua uniformemente sua carga de trabalho.
Há quase 100 anos, Pareto questionou este conceito. O Princípio de Pareto postula que para qualquer número de itens, um pequeno número destes itens é muito mais importante do que o restante.
Por exemplo, 20% dos clientes de uma companhia provavelmente são responsáveis por 80% das vendas, ao passo que 20% dos itens em estoque podem representar 80% do inventário.
O Princípio de Pareto é uma prescrição de discriminação. Ele propõe dedicar mais atenção aos itens importantes e menos atenção aos itens de menor importância.
Conclui-se, portanto, que uma carga de trabalho uniforme, que trata de todas as tarefas da mesma maneira, não atende à necessidade do executivo.
O esforço concentrado em poucos assuntos importantes é que abre o caminho para a produtividade gerencial.

ALGUNS PASSOS PARA GERENCIAR SEU TEMPO COM MAIOR EFICÁCIA

Mesmo com os três conceitos “furados” colocados em perspectiva, a questão permanece.
Que regras poderão realmente ajudar-me a melhor administrar meu tempo? O primeiro passo para melhor administrar o tempo é determinar como é utilizado.
A maioria as pessoas acha que sabe como ocupa seu tempo mas, comumente, quando os fatos são registrados num quadro de tempo, o resultado é surpreendente.
Situações típicas demonstradas nesse quadro são:
  1. Julgamentos bruscos feitos em relação a assuntos altamente importantes;
  2. Conversas telefônicas que se estendem em demasia
  3. Períodos de incessantes interrupções nos quais nada de significativo é feito;
  4. Longo envolvimento em assuntos de pouca importância que poderiam ser delegados ou ignorados;
  5. Períodos de escravidão à burocracia, nos quais a “papelada” domina o dia;
  6. Ausência de tempo para pensar ou planejar.
A percepção de como você usa seu tempo implica num esforço de cronometrar suas atividades diárias e registrar os resultados para análise.
Para ajudar a capturar seu dia como ele realmente é, siga estes passos:
Passo 1 – Faça um quadro de tempo.
Use uma agenda, um caderno ou um bloco e anote de 30 em 30 minutos o que você esteve fazendo durante a meia hora que passou. Registre suas atividades por uma semana.
Passo 2 – Reveja o quadro.
Faça um resumo dos resultados. Veja quanto tempo você gastou em assuntos realmente importantes, quanto tempo foi gasto inutilmente e quanto foi dedicado à rotina.
Passo 3 – Reflita.
Você está realmente aplicando o tempo nos assuntos que o ajudarão a atingir seus objetivos?
(você poderá concluir que, certamente, seu tempo não está sendo bem utilizado, mas justifica assim “não existem horas suficientes no dia e, além disso, as pessoas vivem me interrompendo.”).
Para resolver este problema, examine os maiores estranguladores de tempo e deixe mais tempo livre para os assuntos importantes.
As seguintes atividades tendem a dominar o dia do gerente/profissional:
Para ganhar tempo, analise seu dia visando eliminar atividades inúteis. Aqui estão alguns indicadores para manter-se livre da maioria dos estranguladores de tempo:
Passo 4 – Pergunte a você mesmo se realmente precisa ver toda aquela papelada.
O fato de ter sido mandada para você não significa que deva perder tempo com ela.
Faça uma lista dos documentos que recebe; classifique-os em grupos de prioridades A, B e C.
Então, delegando, eliminando e condensando, reduza drasticamente seu gasto de tempo com os itens C e, em menor grau, com os assuntos B, permitindo desse modo, mais tempo para os de prioridade A.
Passo 5 – Discipline suas reuniões para obter resultados mais eficazes em menos tempo.
Volte às bases. Todos conhecem o assunto e o objetivo da reunião? É comum os participantes não saberem o objetivo da reunião (às vezes, nem o líder tem uma idéia clara).
Estabeleça o objetivo da reunião de forma cristalina. Antes dela, faça uma agenda detalhada e, finalmente, registre os resultados em ata.
Pergunte-se também se a reunião realmente é necessária. Talvez não seja e, sim, uma perda de tempo para todos os participantes.
Passo 6 – Determine quanto tempo você dispõe para diálogos (para ouvir, resolver problemas, conversar); então, racionalize o seu tempo de acordo.
Precisa receber todas as pessoas que querem falar com você? E pelo tempo que elas quiserem? Obviamente não.
Muitos dos seus visitantes poderão ser bem atendidos por outra pessoa que não você.
Se tem outras prioridades, é uma prerrogativa sua determinar os limites de tempo dos seus diálogos.
Redobre, portanto, seus esforços para organizar sua agenda de entrevistas.
Passo 7 – Estabeleça um código de conduta telefônica.
Evite escravizar-se ao telefone. Agrupe as ligações para logo se ver livre delas. Evite interrupções telefônicas quando estiver trabalhando em assuntos importantes (desligue o aparelho, ou peça a alguém para anotar recados).
Se precisa fazer ligações diariamente, tente estabelecer um horário para isso. Evite pegar o telefone impulsivamente – organize seus pensamentos e discuta os assuntos em uma seqüência ordenada.

DE VOLTA AOS ANTIGOS CONCEITOS

Para administrar eficazmente o seu tempo, basta fazer uma revisão nos conceitos “furados”.
Com o acréscimo de algumas palavras, os velhos conceitos se transformam em poderosas diretrizes gerenciais.
Eis a versão revisada:
  1. Faça uma lista das tarefas que você precisa executar diariamente; então, estabeleça prioridades e programe as atividades, concentrando-se nestas tarefas até que os itens programados estejam executados.
  2. Cuide primeiro dos assuntos importantes; estes devem sempre prevalecer sobre aqueles que meramente parecem urgentes.
  3. Distribua sua carga de trabalho proporcionalmente de acordo com a importância dos assuntos que você tem à mão.
Estas mudanças, aparentemente sutis, transformam os três conceitos “furados” de tempo em regras altamente eficazes.
Siga estas diretrizes e você se tornará mais eficaz – produzindo mais em menos tempo.
COMO DELEGAR
A delegação determina em grande parte a sua eficácia como executivo, gerente ou supervisor. A qualidade do seu trabalho.
também depende de sua capacidade de delegar adequadamente. Se você o fizer, multiplicará a sua produtividade.
Quanto mais cedo detectar, no seu processo de planejamento, a sobrecarga de trabalho, sua ou de outra pessoa, mais eficaz você será corrigindo o problema.
Não espere fazer tudo sozinho. Talvez você perca muito tempo tentando dominar algo em que não é muito bom.
Delegar, apropriadamente, à pessoa certa, com experiência adequada, é uma das habilidades executivas mais importantes.
Quando você delega, está designando uma tarefa a uma pessoa e a autoridade para executá-la, mesmo que não transfira a sua responsabilidade pessoal, que continua com você.
O Delegante Eficaz
  1. Identifica a pessoa certa para fazer o trabalho.
  2. Delega agora, dando tempo suficiente para a conclusão.
  3. Expõe claramente o objetivo.
  4. Fornece todas as informações necessárias para a conclusão da tarefa.
  5. Certifica-se de que o staff entendeu a tarefa antes de começar a trabalhar.
  6. Marca uma data para conclusão.
  7. Incentiva um plano de projeto por escrito.
  8. Monitora periodicamente a evolução.
  9. É acessível para esclarecimentos e conselhos.
  10. Assume a responsabilidade, mas dá crédito à pessoa que realizou o trabalho.
  11. Ajuda o staff a crescer, conferindo-lhe novas responsabilidades.
Faça agora
O primeiro passo para começar a aproveitar melhor o tempo é organizando o espaço de trabalho.
É necessário começar pelas pilhas de papéis e documentos que povoam mesas dos escritórios.
Ao pegar no papel ou documento pela primeira vez deve-se resolver de imediato, tratar do assunto e direcionar o papel para o lugar certo.
Não se pode usar dos adiamentos, pois quanto mais adiar-se uma tarefa, outras mais se acumularão.
Portanto, ao se tratar de um assunto, deve-se resolver no ato (faça agora), para não simplesmente trocar o problema (papel) de lugar.
Além disso, é importante que se faça tudo de uma vez só, não compensa perder tempo para ler cada um dos documentos, para ler depois analisar e por fim tomar uma providência.
O correto é logo que se começar a resolver um assunto, o fazê-lo de uma só vez, eliminando-se etapas desnecessárias do processo de trabalho.
Outro aspecto importante é trabalhar-se com a mente limpa. Milhares de afazeres menores rondam a mente tirando a atenção da pessoa do assunto a ser tratado no momento por serem puxados pela memória.
Por isso, deve-se eliminar essas pequenas coisas para depois se ter maior concentração maiores facilitando-se sua execução.
Além do que, a importância de se tratar de pequenos problemas está no fato de que assim evita-se que se tornem problemas maiores e mais difíceis de se resolver.
Muitas vezes durante o dia as pessoas são interrompidas pelos chefes, companheiros de trabalho, subordinados e clientes, justamente por não resolverem pequenos problemas piorados com os adiamentos.
Atrasos geram problemas, e problemas geram interrupções que atrapalham o desenvolvimento das atividades nas quais está-se trabalhando.
Desta forma faz-se necessário identificar as prioridades de trabalho, reservando-se tempo para elas, identificar-se as causas e remediá-las.
Devemos focalizar aquelas atividades que mais podem contribuir para atingir os objetivos globais previstos.
Questionar sempre as urgências, usando os seus critérios e comprando-os com os do interlocutor.
Preocupações impedem pessoas de visualizar o futuro, as prendem a fatos passados, impedindo-as de desempenharem boas ações no presente.
Resolvendo primeiramente as tarefas mais desagradáveis ao invés de adiá-las, evita-se tais preocupações e, sentindo-se melhor, as pessoas trabalham melhor.
Naturalmente, não são todas as tarefas que são possíveis de ser resolvidas no exato momento, algumas dependem de outras pessoas ou fatos, dados indispensáveis momentaneamente, e são essas que devem ser classificadas como pendências.
Há também de se ter pertinência pois há tarefas que são verdadeiramente bobas e não devem merecer atenção imediata.

LIDANDO COM INTERRUPÇÕES

Nem todas as interrupções, obviamente são ruins. Na verdade, existem algumas interrupções boas, aquelas onde se discutem boas idéias.
Para cortar interrupções indesejáveis:
Comece a dividir a sua comunicação em lotes. Evite a cada assunto que surge discutir imediatamente com o responsável por isso.
Em vez disso discuta vários problemas no mesmo momento.

COMO PRIORIZAR ASSUNTOS EM FUNÇÃO DE IMPORTÂNCIA E URGÊNCIA?

A TIRANIA DA URGÊNCIA RESIDE NA SUA DISTORÇÃO DE PRIORIDADES – PELO SUTIL DISFARCE DE PROJETOS MENORES COM STATUS MAIOR, COMUMENTE SOB A MÁSCARA DE “CRISE”.
Assuntos importantes são aqueles que são relevantes em termos de nossos objetivos. Urgências são caracterizadas por uma necessidade premente de se realizar atividades dentro de um prazo específico, podendo ser ou não coincidente com um assunto importante.
Programar seu tempo ou seu trabalho?
“O que é que eu realmente consegui fazer hoje?”, quando, no fundo, você já sabe qual é resposta. Como é que pode acontecer este fenômeno?
É porque nos deixamos ser controlados pelas urgências dos outros, mesmo quando estes assuntos não contribuem de nenhuma forma para objetivos em mira.
Devemos nos perguntar onde estamos e para onde estamos tendendo.
PETER DRUCKER fala que: não conseguimos atingir nossas metas diárias porque, em termos de administração de tempo, procedemos de maneira totalmente inversa, isto é, procuramos espremer uma “massa” que se encontra em processo de constante expansão, dentro de um compartimento rígido e limitado.
O importante é procurar alocar previamente uma parcela de tempo para a execução de tarefa, executando, em primeiro lugar, aquela tarefa que produzir mais resultados ou consequências.
Tarefas importantes e tarefas urgentes
O combate a URGÊNCIAS é fundamental para a concentração do tempo nas IMPORTÂNCIAS.
Para combater as URGÊNCIAS é preciso que:
O que é inesperado não é necessariamente importante! Diante do inesperado, resista à tentação de execução imediata, procurando antes identificar a importância/urgência da tarefa.
Ordem Pessoas têm mania de guardar coisas sob o pretexto de talvez precisar delas mais tarde. No entanto, deve-se guardar somente o que realmente é importante e pode ser útil mais tarde.
Há um conceito de que a desordem instiga a criatividade, o que não é verdade. Segundo o “Wall Street Journal” as pessoas passam em média 6 semanas por ano procurando coisas no escritório.
Além da ordem ajudar no acesso às informações de maneira rápida, possibilita um ambiente confortável, e isto ajuda a aumentar a produtividade.
Para trato dos papéis, usa-se o sistema de bandejas, sendo uma para entrada de documentos, uma de pendências e outra para saída.
Entrada: assuntos novos; materiais ainda não analisados a serem tratados.
Pendências: aqueles que não podem ser resolvidos de momento; não podem ficar mais de 24 ou 48 horas pendentes.
Saída: assuntos resolvidos, aqueles que já podem ser arquivados ou eliminados.
Um outro ponto crucial é a eficiência, eficácia e rapidez no trabalho, é necessário ter-se todo o material, ferramentas funcionando perfeitamente e saber-se utilizá-los.
Esses materiais vão desde clipes, grampeadores e tesouras até copiadoras, fax e computadores.
É sempre bom manter-se atualizado acerca de novas ferramentas de trabalho que surgem.
Arquivos
Os arquivos devem estar divididos em arquivos de trabalhos do momento, arquivos de referência e arquivo morto.
Arquivo de trabalho do momento: São aqueles em que se trabalham nos projetos atuais.
Devem estar sempre à mão, de fácil acesso como telefones, códigos, política da empresa, endereços, etc.
Depois de serem discutidos (reuniões), há os arquivos de rotina e os de acompanhamento que devem ser divididos de 1 a 12 (representando os meses) e outra parte de 1 a 31(dias); Nestes devem ser colocados aqueles trabalhos diários, substituindo-se lembretes escritos em papéis por anotações na agenda e coloca-se cada arquivo no dia correspondente do mês a ser tratado.
Arquivos de referência: São os projetos futuros e passados, informações sobre os recursos da empresa, informações sobre o pessoal, dados administrativos, verbas, contas de clientes.
Procura-se guardar o que é necessário e, se for possível, entregar documentos a outras pessoas que seja mais conveniente.
Arquivo Morto: Normalmente, arquivos de até três anos, para fins jurídicos e tributários da empresa.
Para os arquivos eletrônicos, é muito útil distribuí-los em pastas a serem criadas por categorias, de acordo com o tipo de arquivo e o tipo de aplicativo existentes.
As mensagens do correio eletrônico devem ser filtradas logo na tela, selecionando os relevantes, apagando as mensagens inúteis e se for realmente preciso, guardá-las.
Porem as que não precisarem ser guardadas devem ser logo apagadas para que não fiquem ocupando espaço.

ORGANIZE SISTEMAS DE FOLLOW-UP EFICIENTES

Porque ter lembretes sempre à frente, não vai necessariamente nos levar à concentração, ao foco e à produtividade.
Se esses lembretes ficarem pendurados durante um determinado tempo, você não os verá mais.
Olhá-los e não tomar uma atitude em relação a todos eles, reforça um hábito: NÃO FAÇA AGORA. Coloque em prática sistemas simples, que permitem superar esses problemas e fazer o trabalho realmente importante.
  1. Transfira seus papéis para um arquivo que lhe permite agendar material, através de lembretes, de acordo com o dia: – (1 a 31) ou por mês (de 1 a 12). Se você envia uma carta e espera resposta em uma semana, coloque o lembrete com uma cópia da carta que irá lembrá-lo de que precisa falar novamente com o cliente.
  2. Também poderá consolidar todas as pequenas tarefas em um caderno de registros o que elimina a necessidade de pequenos pedaços de papel. Use quando você se lembrar de algo e precisa um lugar para escrever. Mantenha nele um diário de atividades em ordem cronológicas. Você deve datar cada um dos registros. Escreva em letras grandes e separe cada registro. Quando concluir uma tarefa, faça um (X) grande sobre ela. Até criar o hábito, deixe-o sempre em cima de sua mesa.
  3. No sistema de agenda, como são datadas, elas prevêm as necessidades futuras e você pode utilizá-las, como um sistema linear de lembretes. A boa regra para qualquer sistema de agenda é você escolher um sistema para mesa com várias seções e características, ou uma de bolso. Utilize agenda que tenha a função de visão rápida da semana. Aprenda a utilizar todos os recursos do seu sistema de agenda.
  4. Existem sistemas de agendas eletrônicas portáteis que podem nos fornecer uma grande quantidade de informações. Qualquer que seja o tamanho existem alguns inconvenientes. Um sistema/agenda do tamanho da palma da mão pode ter um teclado difícil de se trabalhar. Existem programas com várias funções que você pode utilizar para fazer anotações rápidas e depois revisar e ajustar como acontece quando você planeja no papel. Muitas pessoas combinam os sistemas de agenda de papel e eletrônica, que pode imprimir a sua agenda em qualquer tamanho e você poderá levar o impresso ao invés do computador.

Post completo em:

Fonte: Contabilidade em São Paulo - AGS Contabilidade Integrada
submitted by agscontabilidade to u/agscontabilidade [link] [comments]


2019.04.20 23:57 Samuel_Skrzybski STEEL HEARTS - INTRODUÇÃO (PARTE 2)

O ano é 1420.
Em uma noite chuvosa, um homem encapuzado e vestido de preto dos pés à cabeça finta oficiais pasargadanos dentro do imenso e majestoso Castelo de Woodyard - antigo castelo da família Winchestter e, hodiernamente, a sede da Pasárgada. Por mais que se esforçassem, os soldados não conseguiam sequer triscar suas espadas e lanças nas vestes do invasor. Ninguém sabia como o misterioso homem havia driblado a segurança e adentrado no castelo da Pasárgada. E também não tinham nem noção de como para-lo: ainda que encurralado, o homem conseguia deslizar entre os seus perseguidores com agilidade jamais vista pelos mesmos, sem sequer sacar as duas espadas que levava às costas. O veloz sorrateiro passeou pelas salas do palacete e chegou ao trono do rei sem derramar uma única gota de sangue. Lá estava Matiza Perrier, sempre junto de sua esposa, Zoey Deschamps.
O sujeito se aproximou do rei da Pasárgada e prestou uma reverência à alteza, ainda sem proferir uma palavra sequer. Matiza, com seus longos cabelos negros e seu típico e habitual largo sorriso, debochou de seu exército, que não era capaz de frear as investidas de um simples plebeu. Descendo as escadas de seu trono dourado, Matiza disse aos seus comandados presentes na sala principal do palácio que ele mesmo despacharia o invasor, apunhalando a sua longa espada. O que a rainha e seus subordinados testemunharam nos 30 segundos seguintes beirava o insano.
Em menos de um minuto de confronto, o invasor desconhecido, com as mãos limpas, imobilizou Matiza Perrier. O rei, que era um exímio manipulador de armas brancas e que tinha em suas mãos uma montante suíça - uma espada imensa, que media nada mais nada menos do que um metro e meio - não teve chances contra os inacreditavelmente ligeiros ataques de seu adversário. Em questão de segundos e sob os olhares de sua esposa, Matiza Perrier foi completamente neutralizado. O comandante da Pasárgada riu do fato de ter sido derrotado em um combate por um popular. E, reconhecendo o talento incontestável de seu oponente, permitiu que este lhe dirigisse a palavra para revelar o que lhe trazia ao Castelo de Woodyard. O homem misterioso retirou o capuz e disse seu nome: Constantin Saravåj.
Saravåj discursou por alguns breves minutos ao rei da Pasárgada, dizendo que queria fazer parte dos ambiciosos planos pasargadanos de ter todo continente europeu aos seus pés. O homem - que já não era mais um garoto fantasista - afirmou que estava disposto a dedicar a sua vida inteira à sedenta ganância da Pasárgada. Sem tardar, as palavras de Saravåj convenceram Matiza Perrier, que foi contra a vontade de sua própria cônjuge e aceitou o desconhecido homem iugoslavo em seu exército. O comandante pasargadano, que costumava ser excessivamente seletivo na hora de escolher os seus soldados, mas impressionado como poucas vezes antes pela habilidade e destreza de Saravåj, não só admitiu o iugoslavo como um membro de honra de seu reinado como o fez um integrante da Elite Pasargadana. Na cabeça de Matiza, era preferível ter Constantin Saravåj como um aliado do que na oposição, afinal de contas, se tratava nitidamente de um homem perspicaz e perigoso.
A Elite da Pasárgada era um pequeno grupo de quatorze pessoas - agora quinze - que tinham funções-chave no governo pasargadano e que residiam no Castelo de Woodyard. Líderes militares. Administradores econômicos. Pessoas influentes. E, evidentemente, o rei e a rainha. Eram quem sabia e compactuava com toda sujeira que acontecia por baixo dos panos no governo de Matiza Perrier. E, dada a sua importância, os nobiliárquicos eram os pilares do presente e do futuro do império da Pasárgada: sempre que uma decisão importante pedia por ser tomada, uma reunião em mesa redonda era convocada com os integrantes da elite, para que estes entrassem em um consenso.
É interessante pôr em evidência que a fina flor da Pasárgada não era necessariamente composta por homens e mulheres capacitados e qualificados para seus respectivos cargos. A esmagadora maioria eram amigos pessoais do rei Matiza Perrier. Pessoas em quem ele confiava. Um misto de guerreiros, de fato, idôneos com cidadãos triviais e inseguros que apenas buscavam fama e poder. Naturalmente, a Elite também era composta pelas quinze pessoas mais beneficiadas com o capital desviado do povo de Acqualuza.
Saravåj foi encimado como o espião da Pasárgada e passou a usar o mesmo grande sobretudo branco de Matiza Perrier e dos principais membros pasargadanos, que levava um enorme "P" ao lado esquerdo do peito. O seu trabalho era o de apurar dados importantes dos territórios que faziam fronteira com a Pasárgada, se passando por um diplomata inglês, abrindo caminho para uma eventual invasão pasargadana. De todos os componentes da Elite Pasargadana, o iugoslavo era quem menos tinha contato com o rei. Talvez por passar mais tempo galgando de reino em reino em uma falsa missão diplomática do que no próprio território pasargadano. O único contato direto entre Saravåj e Matiza, em sua maioria, acontecia por meio de cartas ou bilhetes, com informações sucintas e diretas apuradas em terras que interessavam à Pasárgada. Na maior parte do tempo, o rei da Pasárgada sequer recordava de que Constantin Saravåj era um membro de seu esquadrão.
O guerreiro iugoslavo agia feito uma cascavel nas terras pasargadanas, esperando o momento certo para dar o bote. Mesmo após completos cinco anos da morte de Camilly Shaw, o peito do homem ainda somente conseguia abrigar raiva e rancor. Durante este meio tempo, o iugoslavo se absteve de todo e qualquer contato um pouco mais profundo com outro ser humano. Isolou-se em seus próprios pensamentos e focou unicamente em aperfeiçoar as suas técnicas de combate corpo a corpo, volta e meia invadindo e saqueando palácios, bancos e comércios dos burgueses para colocar a teoria em prática, sempre idealizando a queda da Pasárgada em seu horizonte. A medida que Constantin Saravåj arrombava portas, roubava sacos de ouro e assassinava nobres, ele tornava-se mais frio e incapaz de cometer erros ou sentir remorso.
Saravåj nunca conseguiu a total confiança e muito menos a amizade de Matiza Perrier ou de qualquer outro membro do alto escalão da Pasárgada. Mas, em contrapartida, da mesma forma, nunca esteve sob desconfiança. Aos olhos dos pasargadanos, Saravåj era um homem de poucas palavras, sempre com o rosto fechado e quase que invisível, mas que sempre arcava com as suas obrigações com rara eficiência.
Foi então que, sob a escuridão de uma fria madrugada, o guerreiro iugoslavo aproveitou-se de sua camuflagem natural entre os pasargadanos e da sua vasta experiência com roubos e furtos para saquear discretamente um cilindro metálico de acetileno, do depósito do Castelo de Woodyard. O acetileno é um gás impossível de ser avistado a olho nú e extremamente inflamável, usado na época, principalmente, como bomba.
O plano de Saravåj era, desde que colocou os pés pela primeira vez no palacete da Pasárgada, ter em mãos e explodir um cilindro médio de acetileno, causando um incêndio sem precedentes no Castelo de Woodyard. Com as chamas se espalhando pelas cortinas e pelos móveis de madeira refinada, Saravåj iria valer-se da confusão generalizada instalada pelo fogo entre as tropas pasargadanas para chegar até a sala do trono, da mesma forma que fez na noite em que ficou frente a frente com o comandante da Pasárgada pela primeira vez, e enfim, assassinaria o rei Matiza Perrier. Deixar o trono pasargadano vazio seria como jogar queijo aos ratos: por mais que, na teoria, Zoey Deschamps tivesse o apanágio de se tornar a rainha soberana após o falecimento de seu marido, os sobreviventes da avarenta nobiliarquia da Pasárgada, incapazes de entrar em concordância, dariam o pontapé inicial de uma disputa incessante pelo poder, instaurando assim, por mais uma vez, um governo instável sobre as terras de Acqualuza. Enquanto os monarcas pasargadanos testilhariam pelo domínio do império da Pasárgada, Saravåj abandonaria o seu fajuto lugar na Elite Pasargadana para se instalar no forte reino militar da Germânia, em uma crucial e sincera missão diplomática.
O reino da Germânia, do arrogante e egocêntrico rei Lindner Laiterberg, era o único governo que ainda era capaz de bater de frente com o império da Pasárgada. Em um cenário que contava com uma Inglaterra desestabilizada após uma série de escândalos envolvendo o governo de Sabino III e com o leste europeu cada vez mais mergulhado em uma profunda crise econômica, a Germânia, célebre por seu grande e organizado exército de soldados, era a única pedra no sapato da Pasárgada, que já havia tomado a Gália, a Catalunha e Coimbra (atual Portugal) para si, além de ter ao seu favor os abundantes recursos naturais da Península de Acqualuza. O clímax do plano de Saravåj contra a Pasárgada era agir em conjunto com Lindner Laiterberg, aproveitando-se da prepotência do mesmo. O guerreiro iugoslavo tinha em mente denunciar a fragilidade momentânea do reino pasargadano ao rei da Germânia, instigando-o a usar esta oportuna situação à seu favor para invadir as terras pasargadanas, que sequer contariam com um rei para mobilizar as suas tropas visando se defender, para assim, no fim das contas, tomar o vasto reino da Pasárgada para si. Sem a presença de um governo e com o foco voltado para um briga de interesses interna, a Pasárgada estaria totalmente desprevenida diante do ataque e deveria ser esmagada pela robusta hoste germânica em questão de semanas.
Após a queda pasargadana, Laiterberg certamente não se sairia bem em sua primeira experiência como imperador, ao ver tantos territórios sob sua responsabilidade. E, no decorrer do efeito dominó, sob a tutela de um regime menos sólido e menos rigoroso em relação à Pasárgada, cidadãos subversivos gauleses, catalães e coimbrenses provavelmente dariam início a um natural processo de revolução e independência, que tinha tudo para ser bem-sucedido. Mas, em todo caso, ainda que o monstro europeu se tornasse a Germânia e esta viesse a concretizar o plano de colocar a Europa inteira de joelhos, que no princípio era pasargadano, pouquíssimo importava para Constantin Saravåj. Contanto que ele pudesse usar o exército germânico como fantoche para massacrar a Pasárgada e devolver na mesma moeda o calvário que o reino de Matiza Perrier o fez passar há exatos cinco anos, não era significativo o final daquele roteiro. O planejamento de Saravåj não era perfeito e estava recheado de brechas. Mas havia chegado o momento de contar com o acaso - ou com a justiça divina, se esta de fato fosse real. Inspirado na CAJA, o iugoslavo definiu data e hora para realizar a sua conflagração.
Tudo caminhava como o articulado por Saravåj, até que, durante uma noite, o guerreiro despertou em seu quarto no Castelo de Woodyard com uma mão sobre a sua boca. Sem pensar duas vezes e em um movimento rápido e violento, o iugoslavo, em questão de segundos e sem dar tempo de reação ao seu oponente, levantou-se ferozmente e prensou o invasor contra a parede, batendo com força o corpo do desconhecido contra a madeira fina da parede de seu quarto. Mesmo em meio ao breu da madrugada, pôde identificar o rosto familiar: Randolph Mayoral. Inglês com descendência catalã, era o braço-direito de Matiza Perrier e comandante geral do exército da Pasárgada, além de ser a pessoa mais próxima do rei, em quem Matiza Perrier confiava cegamente. Cochichando para evitar chamar a atenção dos guardas noturnos, Saravåj perguntou à Randolph quais eram as suas intenções ali. Randolph Mayoral levantou as suas mãos calmamente, em um gesto de rendição, e afirmou que tinha o melhor dos propósitos. Estava ali para fazer um acordo. Saravåj soltou Randolph, que começou a caminhar lentamente pelo pequeno quarto enquanto falava. O inglês disse que estava observado Constantin Saravåj há algum tempo. Para ele, toda incógnita que envolvia o iugoslavo deixava evidente que este mesmo tinha segundas intenções nas terras pasargadanas. Randolph alegou que foi um espectador do furto de Saravåj ao depósito de Woodyard.
Neste instante, o iugoslavo arregalou os olhos e viu os seus cinco anos de planejamento se esvairando diante de si. Percebendo a aflição de Saravåj, Randolph riu e prometeu que não havia procurado pelo iugoslavo para fazer chantagens. O braço-direito de Matiza Perrier disse que também estava arquitetando uma rebelião contra a Pasárgada. Revelou que não considerava Matiza como digno de liderar um império tão poderoso como o pasargadano. Afirmou que não considerava como justo que Matiza Perrier, um mísero coitado que via a si mesmo como uma figura divina na Terra, tivesse tanta sorte. Sorte para ter metade da Europa à sua disposição. Sorte para ter seus pés beijados pelo povo da Península de Acqualuza, por mais que fosse o verdadeiro carrasco destes mesmos. E sorte para ter uma mulher maravilhosa ao seu lado - a quem ele traía constantemente e abertamente. Randolph Mayoral invejava Matiza Perrier, e estava somente esperando o momento adequado para derrubar o atual rei da Pasárgada de seu pedestal. Saravåj sorriu e disse para Randolph que seria uma honra tê-lo como aliado na revolta contra a Pasárgada.
De imediato, Randolph teceu as suas mudanças na estratégia de Constantin Saravåj: nada de acetileno, explosões ou chamas se alastrando pelo castelo. O inglês preferia optar por preservar o patrimônio histórico, mas sem deixar de lado a matança: o plano de Randolph era fazer do motim contra o governo de Matiza Perrier um enorme e sanguinário espetáculo teatral. Sobretudo, o delineamento do inglês se baseava em fazer com que os seus mais competentes e confiáveis soldados, integrantes do próprio exército nobre pasargadano, dos quais Randolph Mayoral era o capitão, penetrassem na sede da Pasárgada travestidos de cidadãos acqualuzenses, causando um alvoroço absoluto no esquadrão de guerreiros pessoais de Matiza Perrier, que seria atacado de surpresa. Não seria uma tarefa difícil convencer os guerreiros a virarem as suas costas para o rei com ilusórias propostas, envolvendo ouro e reconhecimento. Sem os seus habituais uniformes, com vestes de pano, portando espadas de ferro barato e com o hino de guerra "OS MONARCAS NÃO NOS AJUDAM!", em alusão à revolução de 1416, os súperos oficiais de Randolph Mayoral teriam a falsa invasão ao Castelo de Woodyard facilitada por ele próprio, que sabotaria as principais entradas do palacete - tarefa que Randolph dividira com Constantin Saravåj. Já dentro do palácio pasargadano, os hábeis oficiais de Randolph, sob a fantasia de militantes do povo de Acqualuza, repetiriam o Domingo Sangrento. Seria acrescida mais uma noite de chacina aos nobres na história da Península de Acqualuza.
O que por trás das cortinas era uma traição ao rei minuciosamente calculada pelos membros do mais alto escalão da Pasárgada, Randolph Mayoral e Constantin Saravåj, aos olhos da Pasárgada, do povo e de toda Europa teria todos os componentes de uma inesperada revolta popular. Seria a explicação mais plausível e não haveriam motivos para suspeitar-se de que Matiza sofrera uma apunhalada pelas costas de um próprio oficial pasargadano, fazendo com que a emboscada de Randolph e Saravåj passasse despercebida por todos. No desfecho, os planos dos dois integrantes da Elite eram idênticos: culminariam com a morte do atual rei da Pasárgada e com o abalamento absoluto da mesma. Saravåj animou-se, elogiou e acatou o planejamento de Randolph Mayoral, e ambos consolidaram a improvável aliança com um firme aperto de mão. Com o sol já nascendo ao Leste, Constantin Saravåj fez questão de abrir a porta de seu quarto para seu cúmplice, para que, a partir do instante em que Randolph cruzasse a porta, ambos dessem início aos preparativos da cova de Matiza Perrier.
Eram quase cinco horas da manhã. Quando enfim pôde voltar para sua cama, Saravåj sentiu um peso de duas toneladas sob seu travesseiro. O iugoslavo sabia que não podia confiar em Randolph Mayoral. Ficava óbvio nos olhos do inglês que o seu plano da rebelião contra a Pasárgada tinha um fundo falso. A real intenção de Randolph era sentar-se no trono vazio da Pasárgada depois da morte de Matiza Perrier, a quem ele fingia admirar. Disso, Saravåj não duvidava: Randolph, de fato, faria tudo o que fosse necessário para ter a Europa inteira à sua disposição. Para ter os seus pés beijados pelos cidadãos da Península de Acqualuza, por mais que fosse o verdadeiro carrasco destes mesmos. E para ter Zoey Deschamps - que era uma bela e formosa mulher - como sua esposa. Chegava a ser ridículo de tão óbvio. Trocar Matiza Perrier por Randolph Mayoral seria o mesmo que trocar seis por meia dúzia. Sob a visão de Saravåj, Randolph nada mais era do que uma versão menos ingênua do atual rei da Pasárgada. Para que o plano do guerreiro iugoslavo tivesse sequência, o trono pasargadano deveria permanecer vago. Se Randolph Mayoral se auto-coroasse rei da Pasárgada, o seguimento do planejamento de Saravåj perderia o sentido. Saravåj tinha que encontrar uma forma de matar dois coelhos com uma tacada só e tirar tanto Matiza quanto Randolph de seu caminho na noite da fajuta revolta contra o governo pasargadano. Para isso, Saravåj seguiu com a sua encenação. Fingiu ser um leal companheiro de Randolph Mayoral até o dia 11 de Abril de 1420, que, por ironia da vida, era exatamente o mesmo que o inglês fazia com o rei Matiza Perrier.
Eram sete horas da noite. Por coincidência do destino, mais uma vez em uma noite chuvosa, uma tropa de mais de cem homens vestindo roupas simples conseguiu arrombar a principal entrada do Castelo de Woodyard, avançando violentamente dentro deste mesmo pelo salão principal, aos berros. A guarda do castelo foi pega completamente desprevenida. Teoricamente, a segurança deles deveria estar garantida pelos altos e fortes portões de madeira do palacete. Muitos dos guerreiros de Matiza Perrier sequer estavam com suas armas de combate em mãos quando os revolucionários adentraram em Woodyard. Era inegável que Randolph Mayoral sabia como capacitar um esquadrão. Os supostos invasores acqualuzenses avançavam rapidamente dentro da sede da Pasárgada, dizimando sem fazer muito esforço as tropas pessoais de Matiza Perrier.
Naquele mesmo instante, no ponto mais alto do palacete de Woodyard, todos os componentes da Elite Pasargadana - todos, exceto um - estavam reunidos, na habitual mesa redonda de mármore, já cientes de que estavam diante de um ataque de seus próprios cidadãos. Eram várias as perguntas sem respostas. Teria o povo enfim descoberto sobre a corrupção pasargadana? Era a explicação mais verossímil para uma revolta tão repentina. Mas como? Haveria então um traidor infiltrado entre eles naquela sala? Inúmeros integrantes do alto escalão da Pasárgada exaltaram-se e encheram o peito para apontar dedos uns aos outros, fazendo acusações sem provas nem fundamentos. No meio do tumulto, estava o próprio mentor da investida contra os pasargadanos que acontecia alguns andares abaixo dos mesmos. E foi exatamente Randolph Mayoral quem acalmou os ânimos de seus colegas da nobreza com discursos repletos de cinismo. Randolph afirmou que, como Comandante Máximo do Esquadrão de Elite da Pasárgada, era seu dever expor-se ao perigo e descer ao salão principal do palácio para movimentar o exército da Pasárgada, na tentativa de evitar que o desastre alcançasse proporções ainda maiores, sempre em companhia de seu co-comandante, Marcell Cabral. O poderoso homem que estava sentado no centro da mesa redonda, Matiza Perrier, concordou prontamente com Randolph Mayoral.
Marcell Cabral, catalão de origem que foi criado na Inglaterra após ser rejeitado por seus próprios pais, era um amigo de infância de Matiza e um dos membros pioneiros da Elite da Pasárgada. Todavia, do mesmo modo, era um dos integrantes menos importantes e favorecidos do seleto grupo dos "quinze". O comandante pasargadano arrependeu-se amargamente de ter nomeado Marcell Cabral como integrante de seu alto esquadrão. Matiza Perrier julgava o catalão como inapto e intelectualmente muito abaixo dos demais. De fato, Marcell era um garoto inseguro e introvertido, que não demonstrava vocação em nenhuma área do militarismo. Tinha pouca intimidade com armas de combate e também não tinha desenvoltura suficiente para se tornar diplomata ou governante. Geralmente, era isento nas tertúlias da Elite Pasargadana e sequer opinava. Por fim, escondeu-se como co-comandante do primeiro escalão do exército pasargadano, em uma função que se simplificava a somente acompanhar o comandante supremo Randolph Mayoral. Exerceu essa função como pôde, por anos. Até aquela noite.
Enquanto desciam a sequência de escadas do Castelo de Woodyard, Randolph apunhalou Marcell covardemente, pelas costas. Com um pequeno e afiado punhal em mãos e com o catalão já agonizando no chão, o inglês esfaqueou Marcell Cabral mais uma vez, desta vez cirurgicamente na veia jugular de seu pescoço, dando um rápido e trágico fim ao sofrimento de Marcell. Marcell Cabral, por mais que fosse facilmente maleável, era uma testemunha em potencial do golpe contra o rei Matiza Perrier. O corpo sem vida do jovem catalão, em poucos segundos, foi coberto por uma grande poça de sangue, que pingava lentamente gotas cor vermelho-vivo entre um degrau e outro.
Randolph Mayoral, disposto a realizar barbaridades em nome do assassinato de Matiza, na intenção de usurpar o trono da Pasárgada do mesmo, passou a comandar os seus homens de perto quando chegou ao palácio principal. No salão, abriu um grande sorriso quando avistou incontáveis guerreiros que levavam a letra "P" ao peito caídos no chão, já sem vida. O Exército de Elite da Pasárgada, disfarçado de indignados representantes do povo da Península de Acqualuza, por mais que fosse menor em quantidade, se fazia maior em sua força de combate. Era só uma questão de tempo até que os rebeldes progredissem até a sala do rei e tivessem a cabeça de Matiza em suas mãos. Era nítido que o exército de Matiza Perrier estava desorganizado e, acima de tudo, amedrontado. Totalmente incrédulo de que o que estava acontecendo era real.
Entretanto, poucos minutos depois de Randolph chegar ao palácio principal e começar a proferir palavras de ordem aos invasores, pôde-se ouvir um estrondo ensurdecedor. Como um trovão que caíra dentro do Castelo de Woodyard ou como uma bomba que acabara de explodir nas proximidades do palácio. Após o barulho, soldados dos dois lados do campo de batalha permaneceram estáticos. Randolph Mayoral tentava disfarçar a sua inquietação mordendo os lábios. Ninguém conseguia imaginar o que poderia ter ocasionado um som tão alto e agudo. Foram segundos de tensão no palacete de Woodyard, até que, pasargadanos e acqualuzenses sentiram um calor descomunal em seus corpos. A temperatura do ambiente subiu aceleradamente. E quando os guerreiros, enfim, olharam para os lados, observaram chamas se alastrando pelas quatro paredes do palácio principal. Com seus olhos refletindo o fogo ardente, Randolph Mayoral não teve dúvidas: Saravåj havia quebrado o pacto.
O inglês permaneceu inerte, sem sequer morder os lábios desta vez. Constantin Saravåj havia colocado tudo a perder. Observando os seus homens lutando contra um adversário a mais, Randolph foi forçado a admitir em poucos minutos que a operação que prometia ser o pontapé inicial de um eventual governo pasargadano sob sua tutoria havia fracassado. Randolph Mayoral, enfim, tomou a relutante decisão de ir na mão contrária de todo pensamento que havia passado pela sua cabeça nas últimas semanas e rugiu para todas paredes do saguão principal, ordenando que os revolucionários cessassem a invasão. Os soldados da Elite Pasargadana, ainda travestidos de cidadãos de Acqualuza, retardaram para compreender o comando. O comandante do Exército de Elite da Pasárgada organizou o seu pelotão e mudou o alvo dos guerreiros: a meta, a partir daquele instante, era defender a sala real e caçar o atual espião da Pasárgada por todo metro quadrado do palacete. Randolph não sabia exatamente quais eram as intenções de Saravåj com o incêndio, mas era evidente que àquela altura do campeonato o iugoslavo era mais um inimigo do que qualquer outra coisa. Um grande ponto de interrogação invadiu o inconsciente de todos aqueles homens com vestes de pano de segunda sujas com sangue. Chegava a ser paradoxal. Há alguns minutos atrás, todos eles estavam dando a alma para assassinar Matiza Perrier a todo custo. E agora, por mais controverso que soasse, a missão era proteger o mesmo Matiza Perrier. E como se não bastasse, nenhum dos pasargadanos sabia com precisão quem era o responsável pela espionagem na nobiliarquia da Pasárgada. Nenhum daqueles homens tinha a mínima noção de quem era Constantin Saravåj Mandragora. Tão perdidos quanto os soldados pessoais de Matiza, os homens do Exército de Elite da Pasárgada tentaram seguir à risca a determinação de seu capitão, ignorando as chamas que se dispersavam pelas paredes como se houvesse um dragão feroz dentro do Castelo de Woodyard.
Alguns andares acima, Constantin Saravåj vivia um déjà vu após explodir com sucesso o cilindro de acetileno. O iugoslavo, ainda vestindo o sobretudo branco pasargadano, fintava os mais competentes combatentes da Pasárgada - tanto os que usavam fardamento quanto os que usavam trapos - e dançava com o fogo. Com a mesma velocidade anormal da noite em que invadiu Woodyard pela primeira vez, Saravåj concentrava todos os seus esforços em chegar no trono do rei antes dos pasargadanos. Matiza não podia fugir. Os seus cinco anos de planejamento dependiam apenas de sua competência. O espião conhecia o palácio como a palma de sua mão e não demorou muito até que Saravåj, se livrando de todos homens da Pasárgada sem nem mesmo colocar as suas mãos nas duas espadas que carregava nas costas, chegasse com êxito ao luxuoso salão de Matiza Perrier.
Contudo, lá o guerreiro iugoslavo somente pôde observar chamas. Nos quatro cantos da sala. O fogo consumia com voracidade todo móvel de madeira refinada. Subia rapidamente pelas enormes cortinas vermelhas. Derretia todo ouro que havia ali por puro capricho. Mas o trono estava vazio. Não havia nenhum rei. Não havia cetro de ouro, nem manto real. O comandante da Pasárgada não estava ali. Matiza Perrier havia conseguido driblar o incêndio e foi bem-sucedido em sua fuga, sem deixar quaisquer vestígio. Saravåj caminhou vagarosamente até o meio da sala real, tremendo, desconsiderando a temperatura-ambiente absurdamente alta. O iugoslavo olhava em câmera lenta para todos os lados, como uma criança que conhece um lugar pela primeira vez. O curto fio de esperança que dizia para o coração de Constantin Saravåj que tudo daria certo calou. Aquela sala vazia era o seu segundo calvário. Aquela mesma sala onde ele havia colocado Matiza Perrier no chão em poucos segundos. O iugoslavo sentiu a solidão monstruosa de estar sozinho com as chamas. No meio do salão, agachou e levou as mãos ao rosto, como se fosse desabar em lágrimas. E soltou um berro desumano.
As tropas pasargadanas se mobilizaram e controlaram o fogo em poucas horas. As perdas materiais foram inestimáveis. O aroma de cinzas corria por todas as salas do palácio. Muitos integrantes da Pasárgada tiveram os seus corpos degenerados pelo fogo e muitos mais tiveram o seu peito transpassado pelas espadas dos rebeldes. Foram quase mil baixas humanas para a Pasárgada, incluindo Marcell Cabral, membro da elite. Foi a maior chacina ante os monarcas desde o Domingo Sangrento.
Ainda antes que o dia se desse por terminado, o soberano Matiza Perrier não tardou para convocar uma assembleia imediata com todos os quinze membros da Elite Pasargadana. Ainda não estava claro na cabeça do rei o que havia acontecido naquela noite. Uma revolta popular? Mas por que? Como simples camponeses sabotaram a entrada de Woodyard? E como conseguiram causar um incêndio em proporções tão catastróficas? Uma pergunta levava a outra e nada parecia fazer sentido. O rei sabia que decisões pediam por serem tomadas, mas sequer sabia quais eram elas. Todos pasargadanos necessitavam clarear as suas ideias.
Na tradicional mesa redonda, Matiza, em sua primeira fala, ensaiou um fingido discurso de condolência a Marcell Cabral, pelos simbólicos serviços prestados pelo mesmo antes de sucumbir em combate - como se o catalão tivesse sido realmente primordial e valorizado dentro da Pasárgada. Após uma hora de debate, todos os nobres entraram em concordância. Na teoria proposta por Matiza Perrier, um pequeno grupo de revolucionários acqualuzenses, de fato, havia se rebelado e tentado derrubar o governo da Pasárgada naquela noite. A revolta popular era a explicação mais sã, embora fosse impossível dizer como os camponeses levaram tanta vantagem sobre soldados do mais alto escalão da elite pasargadana e de onde vieram as chamas que percorreram o palacete. O plano dos rebeldes clandestinos havia, sem sombra de dúvidas, sido muito bem arquitetado. Com isso, o alerta de Matiza e da Pasárgada foi ligado: existiam pessoas descontentes com o governo pasargadano vigente dentro da Península de Acqualuza. Era difícil saber quem eram e quantos eram. Mas, aparentemente, alguns cidadãos acqualuzenses tinham descoberto o antídoto para a cegueira social que a Pasárgada enraizou naquela região. Agora também haviam vozes contra os pasargadanos. O rei da Pasárgada não podia ir contra os seus fictícios ideais democráticos e simplesmente determinar a árdua perseguição de todos os seus opositores políticos. Matiza, prezando pela sua boa imagem perante o povo, deu carta branca para que os soldados da Pasárgada dessem um fim traumático a todo tipo de agitação revolucionária, mas como sempre, por trás das cortinas e embaixo dos panos. Com a cara limpa, o comandante continuaria discursando de modo hipócrita aos populares sobre a importância da pacificação e do direito igual a todos os cidadãos.
Na realidade, Matiza Perrier declarou guerra a um adversário inexistente: a alienação do povo seguia perfeita. O seu verdadeiro inimigo estava muito mais próximo do que ele podia imaginar. Randolph Mayoral, sempre presente à direita do rei, somente concordou com a cabeça com tudo o que Matiza Perrier expôs e deu gargalhadas falsas das piadas de péssimo gosto que o rei pasargadano emendava entre uma frase e outra.
Contudo, antes que a reunião da Elite da Pasárgada se desse por encerrada, Matiza Perrier percebeu pela primeira e única vez que havia uma cadeira vazia entre eles. Uma cadeira escondida à direita, no fundo. Era onde deveria se fazer presente o iugoslavo Constantin Saravåj. Milhares de hipóteses invadiram os pensamentos do rei pasargadano naquele momento. Talvez Saravåj tivesse tido o mesmo infeliz fim de Marcell Cabral durante a invasão dos rebeldes. Ou quiçá o guerreiro iugoslavo, sempre tão misterioso e retraído, fosse o artífice da agitação do povo acqualuzense contra os pasargadanos, instruindo os cidadãos da península em oposição à Pasárgada após denunciar aos populares a corrupção furtiva da administração de Matiza Perrier. Ou então o ex-espião pasargadano simplesmente tivesse se aproveitado do alvoroço para abandonar a Elite da Pasárgada sem dar satisfações para ninguém e dar novos rumos para a sua vida em outro lugar. Por mais que fosse divertido criar explicações para o sumiço do iugoslavo, o paradeiro de Constantin Saravåj era insignificante para Matiza, desde que este não cruzasse o caminho da Pasárgada mais uma vez. O essencial era que a Pasárgada seguisse mais forte do que nunca. Afinal, o trono de Matiza Perrier persistia intacto e o seu governo tinha cada vez mais o clamor popular. Os pasargadanos caminhavam a passos largos rumo ao seu lugar ao sol no velho continente. A Europa logo contemplaria o maior império que a humanidade já viu. Era apenas questão de tempo. Por mais injusto que fosse, Matiza Perrier tinha impreterivelmente o mundo em suas mãos.
Algumas horas depois da revolta dos cidadãos contra os pasargadanos, nas redondezas do Castelo de Woodyard, um homem encapuzado, vestido de preto dos pés à cabeça, fingia ler um jornal britânico em uma casa noturna. O sujeito somente passava os seus olhos nos letreiros do folhetim, enquanto se concentrava na conversa de dois homens que bebiam rum ao seu lado. Os amigos comentavam sobre o incêndio na sede da Pasárgada. Por mais que o fogo tenha se alastrando por boa parte do palacete, os representantes do governo pasargadano afirmaram que a gênese das chamas fora uma simples vela que caiu acidentalmente sobre uma majestosa cortina de tecido fino. Era óbvio. A Pasárgada não queria demonstrar instabilidade em seu governo.
O homem misterioso já havia escutado o suficiente. Ele levantou-se e se sujeitou ao chuvisco daquela madrugada. O indivíduo caminhou calmamente por alguns minutos, até que parou no exato lugar que deveria representar a linha imaginária que dividia a Península de Acqualuza, na Catalunha, e a vila de Balistres, na Gália. Exatamente na fronteira, o homem retirou o seu capuz, suspirou fundo, como nunca havia suspirado em toda sua vida e voltou os seus olhos ao céu, que abrigava milhões de estrelas naquela noite. O seu nome era Constantin Saravåj.
Naquela mesma noite, à alguns quilômetros do Castelo de Woodyard, uma artista nômade gaulesa que viajava pela Europa levando espetáculos artísticos para zonas periféricas deu a luz à sua primeira filha. A criança nasceu forte e saudável, e logo passou para os braços do pai, também um artista gaulês que partilhava da mesma ideologia de sua mulher. A menina erradiava alegria e paz com o seu choro de vida.
O seu nome era Anne.
A criança da profecia.
[Para os mais espertinhos: eu sei, a Iugoslávia só se formou no começo do século XX, após a Primeira Grande Guerra. A minha trama, de facto, se vale de alguns fatos históricos, como a Idade Média, a conjuntura social desta época e de regiões como a Gália e a Germânia, mas não tem exatamente um compromisso com a história como nós conhecemos. Eu queria um país que aglomerasse toda a região dos Bálcãs para ser o berço do Saravåj, e, talvez por falta de criatividade no momento, batizei essa região de Iugoslávia. Posteriormente, pode ser que eu chame essa tal "Iugoslávia" por outro nome, pra fugir desse impasse - e eu tô totalmente aberto a sugestões, hein. Para os mais espertinhos ainda: eu também sei, o acetileno só foi descoberto em 1800 e tantos. Como eu disse: o universo de Steel Hearts tem a sua própria história alternativa e uma realidade diferente da nossa - e isso serve para qualquer outra dissonância histórica na minha trama].
Obrigado por ler e aguardo ansiosamente pelo feedback! :)
submitted by Samuel_Skrzybski to EscritoresBrasil [link] [comments]


2019.04.20 23:39 Samuel_Skrzybski STEEL HEARTS - INTRODUÇÃO (PARTE 1)

Infelizmente, eu já vi que o sub de escritores brazucas não é lá muito populoso. Eu não sei se um dia alguém vai chegar a ler a introdução da minha narrativa, mas se você está aqui, lendo a minha nota pré-texto, eu peço humildemente o seu feedback. No meu círculo social, rigorosamente NINGUÉM tem tempo e paciência para ler tudo e me dizer o que achou - e eu entendo perfeitamente kkkkkk. E, se me permite um segundo pedido: se for me dar um toque, seja na gramática, seja na minha forma de decorrer a história, faça críticas construtivas, por favor.
E sobre a introdução: se um dia a minha história porventura se tornar um livro - e eu não faço nenhuma questão que isso aconteça - ele se iniciaria após todos os fatos que eu vou narrar abaixo - e estes fatos iriam se revelando no decorrer dos capítulos. Essa introdução tem o único e exclusivo objetivo de dar um entendimento melhor ao leitor atual - você! - sobre o "universo Steel Hearts": contexto histórico da trama, histórico das personagens, eventos que moldam a narrativa e afins. Em um eventual livro, essa introdução seria inexistente e ele se iniciaria no prólogo - o qual eu já escrevi e vou postar aqui também, ainda hoje ou amanhã. E até o momento atual, o prólogo é onde a minha história está empacada :{
Enfim, sem mais delongas: boa leitura! :)
[EDIT: Eu vou ter que dividir a introdução em duas partes, para conseguir postar - eu não sabia que o Reddit tinha um limite de caracteres. Eu vou postar a Parte 1 agora e a Parte 2 eu posto em alguns minutos, logo na sequência.]
Cronologicamente, a trama se inicia em 1412.
Dois jovens oficiais do Reino da Catalunha se perdem no interior de uma floresta de mata densa em uma patrulha rotineira e descobrem uma reserva imensa de ferro, cobre e bronze no interior de uma caverna - esta, batizada de Madriguera de Sán José. Todos estes citados, minérios primordiais para a construção de equipamentos de combate e, no auge da Idade Média, eram de extremo valor. Após apurações mais profundas, foi descoberto que a reserva era muito maior do que se imaginava e se estendia por todo um território, conhecido como Península de Acqualuza. Naturalmente, os olhos de toda a Europa Medieval se voltaram para as terras de Acqualuza, que era território da Catalunha - região onde atualmente se localiza a Espanha - por direito, comandada desde 1383 pelo rei Carlos Villar. O que antes era só mais um pedaço de terra passou a ser visto por Carlos Villar como um trunfo para instalar o seu reinado como a maior potência militar e econômica da Europa e, por tabela, do mundo.
Entretanto, alguns anos mais tarde, o rei da Catalunha foi assassinado por sua própria filha primogênita, Alice Azcabaz Villar, movida pela ganância e pelo poder. Após assumir o trono em 1414, Alice, sem nenhuma experiência como governanta em seus 19 anos recém-formados e se vendo incapaz de colocar ordem em um reino inteiro sozinha, firmou uma aliança com a família Winchestter, uma tradicional linhagem nobre da Inglaterra, que se instalou na Península de Acqualuza e passou a governar a mesma.
É importante ressaltar que Acqualuza não se resumia apenas a ferro, cobre e bronze. Existia um povo vivendo naquela região. Uma civilização. Pessoas que se instalaram naquele lugar por gerações, muito antes de descobrirem que a península, na verdade, era uma verdadeira "galinha dos ovos de ouro". Os Winchestter foram protagonistas de um governo totalmente corrupto, que durou dois anos. Exportaram minérios, espadas, lanças, escudos, armaduras e afins da mais alta qualidade para os quatro cantos da Europa e enriqueceram de uma maneira rápida e efetiva. Mas, em contrapartida, o povo de Acqualuza vivia na miséria, na pior crise socioeconômica de sua história. A verdade é que a família Winchestter, juntamente de Alice Azcabaz, visavam somente os seus interesses pessoais. Enquanto a fortuna pessoal dos Winchestter decolava, a Península de Acqualuza entrava em rota de colisão, mergulhada na pobreza extrema. Os cidadãos acqualuzenses viravam quarteirões e quarteirões em filas intermináveis para a distribuição gratuita de pães velhos e mofados, para que não simplesmente morressem de fome. E por mais que a educação, saúde, segurança e desenvolvimento social da região fossem precários, o povo parecia anestesiado. Como se estivesse tão fraco e oprimido que sequer conseguisse levantar a voz para questionar os seus governantes.
Era nítido que o governo acqualuzense era instável, o que chamou a atenção dos ingleses. Talvez a maior potência econômica e militar da Europa no momento, a Inglaterra, conduzida por seu renomado exército imperial e pelo jovem e controverso rei Sabino III, estudava maneiras de depor o governo dos Winchestter e tomar as ricas terras de Acqualuza para si - o que soava como justo para os ingleses, afinal, os atuais governantes do território acqualuzense eram dos seus. A carta na manga dos ingleses era o povo de Acqualuza e as condições desumanas nas quais estes viviam. A estratégia, inicialmente, era enviar soldados ingleses travestidos de cidadãos acqualuzenses para o território dominado pelos Winchestter e forçar uma revolta contra o governo vigente. Os forasteiros organizaram tumultos, passeatas e até fizeram ameaças aos nobres, em uma tentativa de fazer o próprio povo fazer o trabalho sujo de derrubar os monarcas do poder por eles, evitando um ataque direto e um consequente e nefasto atrito entre Inglaterra e Catalunha, com quem mantinham uma cordial relação diplomática. Os cidadãos da península até esboçaram uma reação com os primeiros protestos, mas logo adormeceram novamente. Vendo o comodismo que o governo imoral da família Winchestter instalou nas terras de Acqualuza, Sabino III optou por uma solução mais radical: a criação da CAJA.
A CAJA nada mais era do que uma organização secreta, patrocinada pelo governo da Inglaterra e composta por militares do mais alto escalão do Exército Nobre Inglês e por assassinos de aluguel de elite. O objetivo? A princípio era, durante uma noite, impedir que os postes de lamparinas a óleo vegetal fossem acesos na Península de Acqualuza. E assim, na escuridão total, um pelotão seria responsável por invadir, saquear e depredar o castelo dos Winchestter e outro grupo realizaria a maior chacina já vista na Europa Medieval: estes invadiriam casas de cidadãos comuns e matariam a sangue frio qualquer ser vivo que encontrassem pela frente. E, como cereja do bolo, deixariam os corpos ensanguentados expostos nas ruas de Acqualuza para que todos os sobreviventes se deparassem com a tragédia ao nascer do sol. Um mar de sangue inocente que os ingleses julgavam como necessário: com a carnificina, a Inglaterra esperava que o traumático choque de realidade mostrasse ao povo acqualuzense de uma vez por todas que os Winchestter eram incapazes de proteger, tanto os cidadãos, quanto a eles próprios, e enfim compreender todas as consequências da péssima administração dos nobres ingleses em suas terras. A matança tinha data e hora para acontecer: 10 de Novembro de 1415, a partir das 18h30.
E neste contexto, somos apresentados a Constantin Saravåj Mandragora - ou simplesmente Saravåj. Nascido na Iugoslávia, na região dos Bálcãs e a 1200 km de Londres, era filho de uma família de camponeses extremamente pobre e sem perspectiva nenhuma de ter uma qualidade de vida minimamente digna. Todavia, desde os primórdios de sua vida, era uma criança criativa, inteligente e escandalosamente diferente das demais. Assim como seus pais e toda a Europa Medieval, acompanhava pelos jornais o drama do povo de Acqualuza, que ganhou notoriedade internacional. Lendo jornais de origem britânica, Saravåj aprendeu o inglês por conta própria. E foi por intermédio desses folhetos estrangeiros que o menino ficou sabendo da existência de Dúbravska. Um sábio monge acqualuzense que se isolou da civilização em meados de 1360 e passou a viver sozinho em cordilheiras, em um estado infinito de meditação. Era considerado pelos cidadãos de Acqualuza como o mais próximo de Deus que tinha-se na Terra - havia quem dissesse que ele tinha contato direto com o Todo-Poderoso. Quando ficou nítido que não existia nenhum panorama de melhora para o povo acqualuzense da situação de calamidade em que se encontravam, os mais importantes homens da Península de Acqualuza começaram a procurar por Dúbravska, na esperança de que este tivesse a fórmula perfeita para contornar todo sofrimento de seu povo. Quando contatado por meros cidadãos comuns, o monge afirmou que a Península de Acqualuza tinha um período de guerras incessantes pela frente, onde a paz seria impossível e seus governantes seriam seus maiores inimigos. E profetizou que, após o período de trevas, somente uma criança de coração puro e livre de maldade seria capaz de liderar um reinando que enfim devolveria a paz para Acqualuza. Algumas horas mais tarde, no pôr-do-sol, Dúbravska entregou sua alma para Deus e realizou a sua assunção aos céus, e nunca mais foi avisado por ninguém. Quando terminou a sua leitura, Saravåj sentiu um arrepio que correu todo o seu corpo e não teve dúvidas: era ele próprio a criança da profecia.
Alguns anos mais tarde, inconformado com a sua situação e de sua família e revoltado com a forma com a qual os nobres engoliam as classes inferiores, Saravåj foi para a Inglaterra incentivado por sua mãe em busca de mais oportunidades assim que se tornou um homem adulto, em uma árdua caminhada, onde cruzou a Europa em 25 dias até chegar em Cherbourg-Octeville, na Gália, de onde seguiu de balsa para a Inglaterra. Na terra da rainha, pela primeira vez na vida a sorte sorriu para ele - e em dose dupla: o garoto de até então 18 anos entrou e cresceu rapidamente no exército inglês e também apaixonou-se reciprocamente por Camilly Shaw, sem um pingo de dúvidas, uma das mulheres mais atraentes de todo o Reino da Inglaterra: o seu cabelo lembrava os radiantes raios solares, de tão loiro. Também era dona de claros olhos azuis cor-de-mar. A garota era membro e a natural herdeira de uma respeitada família de militares de elite. Pela primeira - e única - vez, Saravåj descobriu o amor. Saravåj filiou-se como peão ao Exército Nobre Inglês em 1413 e à CAJA em 1415. Sua mãe, em uma das cartas que mandava da Iugoslávia semanalmente para Saravåj, foi totalmente contra a ideia de saber que o seu próprio filho derramou o sangue de pessoas inculpadas e encorajou Saravåj a trilhar os seus caminhos longe do militarismo. Sugeriu que mudasse o seu foco para ler livros e adquirir conhecimento, como era o sonho dela. Saravåj sabia que era utopia. Prometeu para sua progenitora que seria a primeira e última vez. O garoto iugoslavo, idealizando o seu futuro com Camilly acima de qualquer coisa, tinha medo da ameaça que os Winchestter poderiam vir a se tornar um dia, sem conhecer o maquiavélico plano do governo inglês de usar a tirania dos Winchestter como justificativa para aumentar as suas riquezas com as terras de Acqualuza.
No dia 10 de Novembro daquele mesmo ano, Saravåj invadiu de surpresa na calada da noite o imenso castelo da família Winchestter, junto de colegas de esquadrão e de assassinos profissionais em uma noite que deveria ser de comemoração para os monarcas, com as suas típicas e corriqueiras festas regadas à música clássica e todo tipo de bebida alcoólica. No saldo final, o garoto, que sempre se destacou com espadas em punhos, assassinou Diógenes Dionisi, o próprio patriarca da família Winchestter. Foram incontáveis as baixas de membros dos Winchestter naquela madrugada. Do outro lado da moeda, o morticínio foi um sucesso: o nascer do sol foi acompanhado pelo choro de homens e mulheres abraçados com os ensanguentados corpos sem vida de seus entes queridos. O vermelho-sangue banhava todas as ruas de Acqualuza, em um cenário tão surreal que sequer parecia realidade. Esta noite ficou marcada por toda eternidade na história como "O Domingo Sangrento".
Com a morte de diversos membros da família Winchestter e com a desestabilização total dos mesmos, o povo de Acqualuza, enfim, despertou. Passeatas violentas que levavam como slogan a frase "OS MONARCAS NÃO NOS AJUDAM!" eram diárias na Península de Acqualuza. Zoey Deschamps, a viúva de Diógenes Dionisi, assumiu o mandato de seu ex-marido juntamente de Alice Azcabaz, em uma diarquia frágil e que sofria forte desaprovação do povo, em um período de seis meses que ficou conhecido como "Caveirão". A gota d'água foi o suicídio da rainha Alice Azcabaz, a própria pioneira da tomada de Acqualuza, que se enforcou após não suportar a pressão e as ameaças que vinham de seus próprios compatriotas. Com a morte de Alice, Zoey abdicou do trono, fazendo com que a Península de Acqualuza caísse em anarquia total.
Sem o exercício nenhum tipo de governo nas desejadas terras acqualuzenses, a Inglaterra tinha o cenário perfeito bem à sua frente. Contudo, optou por agir com cautela. Sabino III, sabendo que o povo de Acqualuza ficaria acuado e com um pé atrás após a péssima experiência com um governo gringo - e inglês - em suas terras, enviou seus mais competentes diplomatas para a Península de Acqualuza, na intenção de negociar a almejada anexação das terras de ferro, cobre e bronze com os representantes do povo acqualuzense, em um consenso bilateral, que fosse benéfico para ambos os lados, e pouco a pouco, foi colocando os seus oficiais dentro de Acqualuza, na esperança de criar raízes inglesas na península. Na teoria, a Península de Acqualuza se tornaria parte e dependente do Reino da Inglaterra em troca de estabilidade governamental. O povo sabia que eles precisavam de um rei e que a anarquia só iria levá-los ao fundo do fundo do poço. Não haviam muitas saídas que não fosse aceitar o acordo proposto por Sabino III.
Entretanto, havia uma maçã podre neste cesto que atendia por nome e sobrenome: Matiza Perrier. Um prepotente e irreverente gênio nato, inglês descendente de iugoslavos, membro do Exército Nobre da Inglaterra e que participou do saqueamento do castelo da família Winchestter ao lado de Constantin Saravåj no 10 de Novembro. Porém, paralelamente aos seus serviços prestados ao Reino da Inglaterra, Matiza liderava uma organização de interesses sombrios conhecida como Pasárgada. Os pasargadanos tinham um objetivo em comum com os imperiais ingleses: tomar as ricas terras da Península de Acqualuza para si. Mas utilizavam meios diferentes - e mais inteligentes - para isto. A Pasárgada era o grande ventríloquo por trás de cada atitude do reino inglês. Era quem mexia as peças no tabuleiro: manipulou o governo da Inglaterra para que este manipulasse os cidadãos acqualuzenses para que estes derrubassem os Winchestter do poder. No fim das contas, quem se beneficiaria da ausência de um rei na península e sentaria no trono seria Matiza Perrier - e ele tinha meios indefectíveis para isto. Tanto que, subitamente, como um raio que cai sem nenhum aviso prévio, as negociações entre a Inglaterra e o povo de Acqualuza pararam. Quando os nobres, oficiais e diplomatas ingleses se deram conta e olharam para o alto, só puderam assistir estáticos e de camarote a coroação de Matiza Perrier como rei de Acqualuza, que a partir daquele momento passou a ser um reino independente dos catalães, nomeado de "Pasárgada". Zoey Deschamps - agora noiva de Matiza Perrier - arquitetou por trás das cortinas as condições necessárias para que a Pasárgada atravessasse as negociações entre a Inglaterra e o povo acqualuzense e tomasse a península para si. Os cidadãos acreditaram com toda inocência do mundo que um governo novo e, acima de tudo, não-inglês, era o ideal para eles naquele momento.
Quando a notícia de que uma desconhecida oposição havia vencido a disputa pelo trono chegou aos ouvidos de Sabino III, ele ordeu a retirada imediata de todas as suas tropas das terras de Acqualuza. Muitos conseguiram fugir para regiões vizinhas - entre estes, Constantin Såravaj - mas muitos mais jamais puderam voltar para suas casas. No dia 10 de Julho de 1416, a Pasárgada assumiu oficialmente a Península de Acqualuza e o agora rei Matiza fez o seu primeiro discurso ao seu povo. O comandante da Pasárgada proferiu palavras bonitas e se mostrou um defensor ferrenho dos direitos humanos e da inclusão social das classes menos favorecidas, ganhando como recompensa uma salva de palmas ensurdecedora do povo e a simpatia dos mesmos. Mas contradisse-se quando ordenou que seus oficiais, de modo acaçapado, executassem sem dó nem piedade todo homem que tivesse um brasão inglês no peito nos limites de seu território. Saravåj assistiu imóvel muitos companheiros sendo brutalmente esquartejados durante o tumulto, mas foi bem-sucedido em sua fuga. Se instalou, assim como a grande maioria dos ingleses sobreviventes, na pequena vila camponesa de Balistres, pertencente ao Reino da Gália (onde atualmente se localiza a França) e que fazia fronteira direta com a Península de Acqualuza.
Em Balistres, Constantin Saravåj enfim pôde encontrar-se com sua amada após sua fracassada e última missão militar. Após uma longa conversa, Camilly convenceu Saravåj a deixar o Exército Nobre da Inglaterra e se instalar na vila de terras férteis de Balistres juntamente a ela. Muitos ex-oficiais ingleses seguiram o mesmo caminho e colocaram o seu uniforme imperial na gaveta para se dedicar a uma vida pacata em Balistres. Entretanto, o nobre guerreiro iugoslavo ainda se preocupava muito com o que acontecia em Acqualuza. Em seus pensamentos, sentia muito pelo povo daquele lugar. A Pasárgada era uma ameaça muito maior do que os Winchestter. Tanto para a Europa Medieval quanto aos seus próprios cidadãos. Seria uma mentira dizer que a qualidade de vida do povo da península não melhorou muito com o governo da Pasárgada. Mas a corrupção continuava - a diferença é que, desta vez, acontecia de uma maneira inteligente. O grande coringa de Matiza Perrier era o próprio governo anterior à Pasárgada: os pasargadanos não erradicaram a corrupção. Apenas a diminuíram. Ainda assim, muitos recursos que deveriam ser destinados ao povo acqualuzense eram usados visando somente os interesses pessoais de Matiza Perrier e de seus aliados mais próximos. Em uma comparação inevitável com o governo descaradamente ilícito dos Winchestter, a impressão era a de que Matiza estava tirando leite de pedra e levantando a Península de Acqualuza da lama. A astuta ideia era, além de roubar, alienar o povo. Sem instrução econômica, os acqualuzenses idolatravam Matiza, que aumentava a sua popularidade com seus periódicos discursos infestados de falso moralismo. No balanço geral, uma minoria do povo enriqueceu e a grande maioria apenas se tornou menos pobre. Uma sociedade cada vez mais segregada entre ricos e plebeus. Tudo ocorria da forma mais perfeita possível para que Matiza Perrier enfim começasse a colocar as suas peças no campo adversário para dar início a um temível império pasargadano.
Saravåj, um dos pivôs da agora extinta CAJA, até queria fazer algo para que o povo de Acqualuza abrisse os seus olhos mais uma vez. Mas era totalmente desencorajado por Camilly. A garota queria que Saravåj se concentrasse na vida a dois. Camilly afirmou que para ela, pouco importava passar os seus próximos setenta anos como mera camponesa. Que não reclamaria se comesse cenoura, couve e batata todos os dias. A única coisa que realmente importava era estar ao lado de Saravåj. Juntos, vivos e seguros. Os seus futuros filhos poderiam viver uma infância alegre, brincando no campo e longe das guerras e de toda crueldade do mundo, realidade rara na Era das Trevas da Idade Medieval. A imagem de uma família perfeita e unida, mesmo que ainda somente na imaginação e muito longe de ser concretizada, era linda. Sendo assim, tanto Sabino III quanto Constantin Saravåj desistiram das terras da Península de Acqualuza, reconhecendo finalmente, que agora estas mesmas eram de domínio da Pasárgada. A paz reinou em Balistres durante alguns meses. Saravåj e Camilly residiram felizes naquela vila e fizeram inúmeros planos para os próximos anos. As colheitas foram um sucesso. A segurança, estruturada por antigos e competentes soldados do escalão de elite do exército da Inglaterra, era impecável. As crianças tinham acesso à educação de qualidade, tanto militar quanto acadêmica. Após muito esforço de seus residentes, Balistres via em seu horizonte uma década próspera e abundante.
Até que, durante um pôr-do-sol, a Pasárgada, faminta por ampliar os seus domínios, invadiu o vilarejo gaulês. Constantin Saravåj e seus companheiros bem que tentaram defender as suas terras com unhas e dentes, mas em vasta desvantagem numérica, foram facilmente reprimidos. Por mais uma vez, a Pasárgada patrocinou um massacre. Muitas pessoas, leigos e militares, foram mortas. A maioria delas, jovens que partiram deste plano sem concretizar os seus sonhos. Nesse ínterim do ataque do reino de Matiza Perrier ao vilarejo de Balistres, Camilly Shaw feriu-se com gravidade. Após ter uma lança atravessada em seu peito, a garota começou a perder muito sangue. Os remanescentes que restaram da investida pasargadana transcorreram para a metrópole de Nice, uma das maiores cidades da Gália e uma das pouquíssimas que contavam com assistência médica especializada. Novamente, a Pasárgada venceu e incorporou a terra de Balistres aos seus territórios.
Em Nice, Camilly foi uma das primeiras a receber atendimento dos paramédicos. Após uma rápida e sucinta análise, o iátrico afirmou a Saravåj que a hemorragia de sua dulcinéia era um quadro clínico irreversível para a medicina da época. Camilly Shaw deveria ter, na melhor das hipóteses, algumas horas de vida. E como se não bastasse, o médico ainda constatou que a garota estava grávida há algumas semanas e teria o infeliz destino cruel de falecer juntamente de seu bebê. Foram as palavras mais duras que já entraram pelos ouvidos de Saravåj. O garoto sentiu que estavam arrancando-lhe brutalmente a parte mais importante de sua essência. Camilly era motivo pelo qual Constantin Saravåj realizou atrocidades pela CAJA. Pelo qual desistiu da carreira militar. E, acima de qualquer outra coisa, a garota era o motivo pelo qual Saravåj estava disposto a matar e a morrer, se fosse necessário. Durante a caminhada até Nice, Camilly fez com que Saravåj prometesse que, independentemente do que viesse a acontecer dali em diante, ele não iria derramar uma lágrima sequer. Nem por ela, nem por ninguém. Mas o garoto iugoslavo foi incapaz de cumprir a sua promessa quando soube que iria perder a mulher da sua vida e seu primeiro filho de uma só vez. "Se Camilly morrer, por que ou por quem eu tanto matei?", pensava Saravåj, entre lágrimas e soluços. Matrimônio. Sonhos. Planos. Tudo virou pó de um instante para o outro. Em pouco tempo, o garoto estaria sozinho no mundo. Soava injusto, mas já não havia tempo para prantos. Durante a trágica notícia, inúmeros mensageiros da Gália chegaram aos berros em Nice, gritando pelas ruas de maneira histérica para quem quisesse ouvir que a Pasárgada estava invadindo a Gália de modo feroz. As tropas da grande metrópole gaulesa precisavam se organizar para um provável combate e os cidadãos daquela localidade eram jogados à deriva, sendo obrigados a se refugiar como pudessem.
Por mais uma vez, os sobreviventes do morticínio de Balistres teriam que fugir de seus algozes. Até a metade do caminho, Saravåj levou Camilly em seus braços, com a estúpida esperança de que Deus, se de fato se fizesse existente, oniconsciente, bondoso, justo e misericordioso, operasse um famigerado milagre. Até que, nos arredores de Paris, tornou-se inviável continuar carregando uma mulher que havia recebido uma sentença de morte. A consciência de Camilly estava por um fio. Os braços de Saravåj já há muito eram humanamente incapazes de continuar carregando um corpo tão pesado. Os retirantes precisavam se apressar, afinal, eles não sabiam o quão rapidamente a Pasárgada estava avançando. Não havia mais como adiar a despedida.
O garoto, afastando-se do grupo de Balistres, encostou Camilly em uma grande figueira. O casal, na escuridão da noite, era iluminado somente pela luz da lua cheia. A garota, em um último e doce ato, colocou nas mãos de Saravåj um colar dourado, que continha um pequeno pingente em formato de coração. E feito isso, fechou os olhos. Aos poucos, a sua respiração pesada cessou. E, por fim, o seu coração deu a sua última batida - um último "eu te amo" à Constantin Saravåj. Após a morte de Camilly Shaw, que sequer teve a oportunidade de ter um velório digno, os que restaram do vilarejo de Balistres continuaram a sua jornada durante toda madrugada. E só pararam quando alcançaram a cidade de Baden-Wüttenberg no nascer do sol, já no território da Germânia (nos dias de hoje, a Alemanha). Em solo germânico, todos os ex-soldados do Exército Nobre Inglês, entre eles, um abalado Constantin Saravåj, fizeram uma última continência à bandeira da Inglaterra, se despediram e trilharam seus respectivos caminhos.
"Olha bem, mulher. Eu vou te ser sincero. Eu sabia que ia dar errado. Esse mundo está corrompido e a felicidade aqui não passa de uma utopia. Nós vamos ficar longe um do outro por um tempo, mas ainda vamos nos reencontrar. Eu não posso te prometer, mas eu juro que anseio por isso do fundo da minha alma"
Após este calamitoso ocorrido, Saravåj nunca mais foi o mesmo. Tornou-se uma pessoa amargurada. Cheio de ódio no coração, admitiu para si mesmo que a criança da profecia não passava de um delírio. Também se convenceu de que todo o amor que ele podia dar em vida terrena, ou qualquer sentimento positivo que fosse, foram para o túmulo juntamente de Camilly Shaw. O garoto iugoslavo passou a dedicar a sua vida a tecer um planejamento suficientemente perfeito para derrubar a Pasárgada - e em especial, Matiza Perrier - já que estes haviam tirado tudo o que ele tinha de mais importante. Suas terras. Seu povo. Seu filho. O grande amor de sua vida. Dizimar a Pasárgada. Concretizar a sua vingança. É para isso que Saravåj passou a viver. Afinal, tudo o que era lindo. Tudo o que era bom. Tudo o que era perfeito. A Pasárgada destruiu.
submitted by Samuel_Skrzybski to EscritoresBrasil [link] [comments]


Qual é o melhor evento de conversão? - Facebook Ads Como encontrar qualquer bioma no MineCraft ? Evangelho de SÁBADO Dia 14/03 Liturgia da Palavra - Leitura de Hoje - Liturgia Diária Como ver histórico apagado do Chrome (2019) SAÚDEWEB  AGENDAMENTO DE CONSULTAS ONLINE Mundo Mágico das Receitas - YouTube Em que dia da semana você nasceu? COMO ENCONTRAR O NOME DE MÚSICAS QUE NÃO SEI O NOME 2019-COMO DESCUBRIR O NOME DE UMA MÚSICA?FÁCIL

Veja o dia da semana em que você nasceu - IET

  1. Qual é o melhor evento de conversão? - Facebook Ads
  2. Como encontrar qualquer bioma no MineCraft ?
  3. Evangelho de SÁBADO Dia 14/03 Liturgia da Palavra - Leitura de Hoje - Liturgia Diária
  4. Como ver histórico apagado do Chrome (2019)
  5. SAÚDEWEB AGENDAMENTO DE CONSULTAS ONLINE
  6. Mundo Mágico das Receitas - YouTube
  7. Em que dia da semana você nasceu?
  8. COMO ENCONTRAR O NOME DE MÚSICAS QUE NÃO SEI O NOME 2019-COMO DESCUBRIR O NOME DE UMA MÚSICA?FÁCIL
  9. COMO FAZER UMA CESTA ECONÔMICA PARA DAR DE PRESENTE?

Quer dar um presente para a namorada(o), dia das mães ou pais, natal, qualquer data comemorativa? Assista o vídeo. CURSOS ONLINE PARA LUCRAR EM CASA OU APERFEIÇOAR SEUS CONHECIMENTOS ... O Vídeo tutorial de como recuperar o histórico apagado do Chrome e atividade da conta do Google em qualquer dispositivo. Link: myactivity.google.com. Clique no link abaixo e eu vou te mostrar como você pode fazer isso de qualquer lugar do mundo investindo inicialmente menos de R$ 1,61 por dia. ... COMO ENCONTRAR O PÚBLICO COMPRADOR NO ... COMO ENCONTRAR O NOME DE MÚSICAS QUE NÃO SEI O NOME 2019-COMO DESCUBRIR O NOME DE UMA MÚSICA?FÁCIL se inscreva porque não vou ficar lembrando que toda semana... Top 100 Free Stock Videos 4K Rview and Download in Pixabay 12/2018 - Duration: 41:56. Free Stock Video Recommended for you Interessante atividade matemática, da área de teoria dos números, que permite a determinação do dia da semana de qualquer data (passada ou futura) a partir de 1900. como fazer uma cesta econÔmica para dar de presente? 170,433 views 3 years ago Quer dar um presente para a namorada(o), dia das mães ou pais, natal, qualquer data comemorativa? Evangelho do Dia (Liturgia da Palavra) Liturgia Diária - Leitura de Hoje DIA 14 – SÁBADO 2ª SEMANA DA QUARESMA Primeira Leitura: Miqueias 7,14-15.18-20 Leitura da profecia de Miqueias ... Ao encontrar o profissional, o cliente terá acesso ao valor da consulta, local de atendimento, currículo, tratamentos oferecidos e a sua agenda de atendimento, à qualquer hora do dia, todos os ...